
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A Regina parece mais próxima da Lisa Simpson: emocional, autocrítica, dramática, mas também perceptiva e irônica sobre o mundo. Ela faz humor com o próprio estresse e cansaço, como em “QUE MEEEEEEEEEERDA ODEIO MINHA VIDA” e “EU SÓ QUERIA DORMIIIR”, bem no estilo Lisa surtando com a vida escolar e familiar. Ao mesmo tempo, tem empatia e um senso de justiça/limite, como em “Tortura não é entretenimento” e na reclamação dos “escritores degenerados” em “Escritores degenerados”, o que lembra a postura crítica da Lisa. Ela também mostra afeto intenso pela família e pelos animais, como em “Queria ter milhões de reais pra mimar minha mãe” e “Voando em direção a pessoa que eu mais sinto saudades (luna)”, algo muito Lisa com a Maggie e com o Snowball/Santas Little Helper. Até o sentimento de ser deslocada e não compreendida aparece em “Ninguém entende meu humor” e “Que ambiente hostil, não tem uma sequer mulher no meu campo de visão”, ecoando a forma como Lisa muitas vezes se sente diferente dos outros em Springfield.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais extrovertidos (E) do que reservados: falam muito de interações sociais, reclamando de ambientes cheios e cursos, mas sempre inseridos em situações com outras pessoas, como em “Que ambiente hostil, não tem uma sequer mulher no meu campo de visão” e “Vão pra casa, eu quero dormiiiiiiiir”, além de notar que as pessoas desabafam com eles em “Eu acho que as pessoas se sentem muito à vontade conversando comigo, à vontade até demais”, o que indica energia voltada para o externo. A forma como escrevem é muito N (Intuição): cheia de humor, exagero e metáfora, como em “Meu cabelo vai ficar uma bosta amanhã e eu vou me jogar na frente de um carro” e “Toda vez que a magalu aparece no anúncio dizendo que peidou eu sinto vontade de entrar dentro da tela e estourar essa coisa de porrada”, focando mais em interpretações dramáticas e cômicas do que em descrição literal. Há forte predominância de F (Sentimento): eles reagem a tudo pelo prisma emocional, falam de carinho pela mãe em “Queria ter milhões de reais pra mimar minha mãe”, de saudade em “Voando em direção a pessoa que eu mais sinto saudades (luna)” e de como o ambiente os faz se sentir em “Que ambiente hostil, não tem uma sequer mulher no meu campo de visão”, quase nunca argumentando de modo frio ou lógico. Por fim, tudo indica um estilo P (Perceiving): muita espontaneidade, impulsividade e pouca referência a planejamento ou rotina, como em “VOU DERRUBAR TUDO DENTRO DESSE CURSO DE INGLÊS”, “Eu vou hibernar durante essas duas semanas de férias” e “Tenho que começar a trabalhar galetinha”, que mostra intenção sem estrutura clara. A combinação de humor dramático, foco em sentimentos, criatividade verbal e vida social intensa, ainda que cansativa, encaixa bem no perfil ENFP: pessoas calorosas, emotivas, cheias de imaginação e que vivem reagindo ao mundo de forma espontânea.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Maria Regina, 200% dramática: brigo com pirralho por Sonic, protejo minhas galinhas da Luna e ainda sobrevivo à escola e ao curso de inglês.– @regimwah

Seu coquetel exclusivo
O Coquetel Biba do Brás em Gotham City é forte na base de cachaça, porque a vida de Regina é puro drama, grito e intensidade, tipo quando ela escreve “QUE MEEEEEEEEEERDA ODEIO MINHA VIDA” e ainda assim segue firme. O maracujá azedinho entra pra representar o humor meio revoltado, meio dramático, de quem diz “Eu já não aguento mais” e “Eu vou me matar”, mas tudo com uma camada de ironia. O limão cravo é a parte ácida da sinceridade dela, presente em pérolas como “Tortura não é entretenimento” e “Escritores degenerados”. O gengibre macerado simboliza a energia impulsiva, elétrica, de quem ameaça “VOU DERRUBAR TUDO DENTRO DESSE CURSO DE INGLÊS” e se sente “voando em direção a pessoa que eu mais sinto saudades (luna)”. Por cima, a espuma leve de água de coco é o lado carinhoso e família, que aparece quando ela diz “Queria ter milhões de reais pra mimar minha mãe” e admite que “Eu e minha mãe somos a mesma pessoa com fontes diferentes”, deixando o drink intenso, mas com um final doce e acolhedor.

Sua Casa de Hogwarts
Regina transborda energia de Hufflepuff principalmente pela forma como valoriza relações, carinho e lealdade. Ela mostra afeto explícito pela família e animais, como em “Queria ter milhões de reais pra mimar minha mãe”, “Eu e minha mãe somos a mesma pessoa com fontes diferentes” e “Voando em direção a pessoa que eu mais sinto saudades (luna)”, o que revela um apego forte às pessoas queridas. Também aparece como alguém acolhedora, que os outros procuram, em “Eu acho que as pessoas se sentem muito à vontade conversando comigo, à vontade até demais”, uma marca bem típica de Hufflepuff. O humor dela é autoirônico e pé no chão, sem um ar de superioridade intelectual de Ravenclaw nem a obsessão por status de Slytherin, como em “Ninguém entende meu humor” e “Eu mesma me Zico que boca de praga da molesta”. Além disso, ela demonstra senso de justiça e empatia em coisas do dia a dia, desde reclamar de ambiente hostil sem mulheres em “Que ambiente hostil, não tem uma sequer mulher no meu campo de visão” até criticar crueldade em “Tortura não é entretenimento”. No conjunto, ela parece mais uma Hufflepuff ranzinzinha e engraçada do que qualquer outro tipo: muito ligada às pessoas, sensível, leal e com forte senso de certo e errado, mesmo quando está reclamando de tudo.

Seu filme

Sua música
A música Creep do Radiohead combina com o jeito intenso, irônico e meio dramático com que Regina fala da própria vida e dos outros. Ela mesma mostra que essa banda faz parte do universo dela quando comenta sobre a mãe em “Minha mãe cantando creep do radiohead”, conectando diretamente a canção à sua rotina. Várias vezes ela expressa frustração e sensação de inadequação, como em “QUE MEEEEEEEEEERDA ODEIO MINHA VIDA”, “AI QUE ODIO DE MIM” e “Eu vou me matar”, o que dialoga com o tom melancólico e auto–depreciativo de Creep. Ao mesmo tempo, ela tem humor ácido e dramático, brigando por coisas bobas como em “Eu brigando com um pirrai de 2 anos pelo Sonic”, o que lembra a mistura de vulnerabilidade e exagero emocional presente na música. Por ser uma faixa sobre se sentir deslocado, intenso demais e um pouco dramático, Creep encaixa perfeitamente na forma como ela narra seu dia a dia.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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regimwah
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