
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil da République lembra mais a Lisa Simpson: curiosa, obcecada por informações e sempre conectando fatos políticos, culturais e científicos. Assim como a Lisa vive fuçando o que está por trás da fachada de poder, a conta destaca ligações obscuras e estruturas de poder, como ao mostrar que “Donald Trump é mencionado mais de mil vezes nos arquivos de Jeffrey Epstein” e que “Dalai Lama é mencionado 169 vezes nos arquivos de Jeffrey Epstein, incluindo encontros pessoais”. Há também um viés crítico e analítico sobre tecnologia e IA, típico do olhar racional e questionador da Lisa, como em “ChatGPT classifica brasileiros do Sudeste [...] como ‘mais inteligentes’” e “1 em cada 5 posts publicados no Moltbook [...] expressa hostilidade contra seres humanos”. A conta combina indignação moral com interesse por justiça e política institucional, por exemplo em “Câmara aprova novo ‘penduricalho’ e salários de servidores da Casa podem chegar a R$ 77 mil” e “Estado de São Paulo é CONDENADO a indenizar mulher de 59 anos [...] após receber múltiplas vacinas”. Até quando aborda cultura pop, o faz com um subtexto crítico e conspiratório, em tom muito parecido com a Lisa desconfiando do mundo adulto, como em “Internautas resgatam episódio antigo de 'Os Simpsons' [...] em que Homer tenta contar que ‘os bandidos malucos escondidos numa ilha por aí estão secretamente governando o mundo’”.

Seu tipo de personalidade MBTI
O perfil da @republiqueBRA é marcadamente voltado para o mundo externo, comentando o tempo todo sobre política, cultura, celebridades e acontecimentos globais, o que indica Extroversão (E); ela se posiciona como veículo público de informação, incentivando engajamento com chamadas como “Ligue as notificações” na bio e cobrindo manifestações e decisões de poder, como em “Manifestação em frente ao Banco Master pela delação premiada de Daniel Vorcaro e impeachment de Dias Toffoli é confirmada...”. O conteúdo mostra forte foco em Intuição (N): há interesse em padrões amplos de poder, corrupção, tecnologia, mídia e redes globais — ligando Epstein a políticos, elites e teorias, como em “Primeiro ministro da Polônia, Donald Tusk, diz haver indícios de que Jeffrey Epstein tinha ligações com o serviço de inteligência da Rússia...” e “Após a divulgação de novos arquivos relacionados a Jeffrey Epstein, volta a circular a teoria de que o logo do canal infantil Nickelodeon teria sido inspirado na Ilha de Epstein.”. A voz do perfil é predominantemente analítica, sarcástica e orientada a fatos duros, com julgamentos frios sobre poder e hipocrisia, o que sinaliza Thinking (T): expõe contradições de figuras públicas sem suavizar, como em “ChatGPT classifica brasileiros do Sudeste... como ‘mais inteligentes’...” e “Influenciador Vicky Vanilla é alvo de ação civil pública... por fazer apologia ao nazismo...”, priorizando a denúncia objetiva. A preferência por Julgamento (J) aparece na forma estruturada e contínua de cobertura: notícias são contextualizadas rapidamente, há foco em decisões, condenações, leis e consequências — por exemplo em “Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado APROVA projeto de lei que PROÍBE a publicidade, o patrocínio e a promoção de apostas esportivas e bets.” e “Justiça manda PRENDER novamente Oruam por descumprimento de medidas cautelares; decisão aponta que o cantor teria violado a tornozeleira eletrônica 22 VEZES.”. O tom é de comando, curadoria e julgamento da cena pública — menos pessoal e emocional, mais estratégico e crítico — o que, somado ao foco em poder, sistemas e contradições institucionais, combina melhor com um perfil ENTJ, o “comandante” que organiza informações para direcionar a atenção das pessoas e questionar estruturas de poder.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Notícias, bastidores e contradições do Brasil e do mundo em pílulas rápidas. Uma vez tuitamos antes da própria TV descobrir o caso. Ative o sino.– @republiqueBRA

Seu coquetel exclusivo
O Coquetel Pílula Dissidente é forte como a timeline da République, com cachaça envelhecida simbolizando o peso de denúncias e escândalos, como quando expõem o poder financeiro de elites em posts como “Elon Musk se torna a primeira pessoa da história a ultrapassar a marca de US$ 800 bilhões (~R$ 4,1 tri) em patrimônio líquido.”. O licor de laranja amarga representa o tom ácido com que tratam a política e o judiciário, ecoando notícias como “Desembargadores do Tribunal de Justiça do Maranhão descobrem que o presidente da Corte, Froz Sobrinho, transferiu R$ 2,8 bilhões de depósitos judiciais para o BRB; ele tentou se explicar, mas o caso terminou em bate boca.”. O xarope de pimenta e gengibre traduz o choque das pautas pesadas e polêmicas, como os arquivos de Jeffrey Epstein em posts tipo “Donald Trump é mencionado mais de mil vezes nos arquivos de Jeffrey Epstein.” e “Dalai Lama é mencionado 169 vezes nos arquivos de Jeffrey Epstein, incluindo encontros pessoais.”. Para equilibrar, a espuma cítrica de maracujá é a camada de curiosidade pop e cultura de internet, vista em posts como “Take Two afirma que o GTA 6 continua com lançamento programado para 19 de novembro de 2026.” e “Casa de Walter White, da série Breaking Bad, está à venda por US$ 400 mil, abaixo dos US$ 4 milhões anteriormente pedidos.”. O twist de limão queimado é a marca final: um aftertaste levemente cínico e desconfiado, digno de quem se apresenta como “pílula dissidente” na bio (“République, sua pílula dissidente de publicações do Brasil e do mundo.”), deixando na boca a sensação de que por trás de cada gole há um fio de conspiração, crítica e irreverência.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil da République demonstra um foco muito forte em curiosidade e análise de informação, típico da Corvinal. A conta funciona quase como um clipping altamente seletivo e irônico de política, cultura e tecnologia, conectando fatos e padrões, como ao destacar correlações e curiosidades nos arquivos de Epstein, por exemplo em “A palavra 'sorvete' é mencionado 614 vezes nos arquivos de Jeffrey Epstein.” e “Stephen Hawking é mencionado ao menos 232 vezes nos arquivos de Jeffrey Epstein.”. Também há interesse em estudos, pesquisas e dados, como em “ChatGPT classifica brasileiros do Sudeste (SP e MG) como ‘mais inteligentes’...” e “1 em cada 5 posts publicados no Moltbook [...] expressa hostilidade contra seres humanos, aponta levantamento do NCRI.”, mostrando apreço por conhecimento e investigação. A conta exibe humor e sagacidade ao tratar de temas complexos, por exemplo ao comentar Elon Musk em “Quem disse que ‘dinheiro não compra felicidade’ sabia muito bem do que estava falando...”, o que se alinha ao aspecto espirituoso da Corvinal. Embora haja indignação moral em vários posts, o traço predominante é a curiosidade analítica e a vontade de compreender e expor o mundo por meio de informações, o que é a marca registrada de um corvino.

Seu filme

Sua música
A música Everybody Wants to Rule the World combina com a República porque retrata um mundo cínico, dominado por poder, manipulação e interesses obscuros — exatamente o tipo de cenário que o perfil expõe o tempo todo. Eles destacam bilionários e concentração de poder, como em “Elon Musk se torna a primeira pessoa da história a ultrapassar a marca de US$ 800 bilhões (~R$ 4,1 tri) em patrimônio líquido.” e “Itaú Unibanco renova recorde de maior lucro de um banco brasileiro da história e registra lucro líquido de R$ 46,8 bilhões em 2025.”. A obsessão do perfil com bastidores de elite e teorias de controle global ecoa versos da música sobre quem puxa as cordas, como sugerem posts sobre Epstein e grandes nomes, por exemplo “Donald Trump é mencionado mais de mil vezes nos arquivos de Jeffrey Epstein.” e “Jeffrey Epstein fez negócios com Emmanuel Macron em 2016...”. A sensação de um mundo distópico e tenso também está presente nos tweets sobre abuso de poder estatal, justiça e vigilância, como “PF busca acessar dados do celular de Daniel Vorcaro usando tecnologia avançada de programas israelenses e americanos para quebra de senha...” e “Ministros do STF relutam em conceder prisão domiciliar a Jair Bolsonaro por temer que o ex presidente volte a violar a tornozeleira eletrônica.”. O tom crítico e meio desiludido da música casa com essa “pílula dissidente” que expõe escândalos, hipocrisias e contradições em vários centros de poder, do entretenimento à política global.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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republiqueBRA
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