
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A conta parece se alinhar mais com a Lisa Simpson: alguém muito jovem, mas com um senso crítico e cultural forte, apaixonada por mídia, arte e política, que comenta tudo com ironia e uma certa melancolia. Lisa é o tipo que defenderia obras estranhas e complexas, assim como o usuário faz com coisas de nicho como Umineko (“terminei Umineko Ep 1, e se o jogo fosse só isso ainda já seria uma das melhores obras que já li”) ou Digimon (“é uma pena digimon não ser tão popular pq não tenho ninguém pra falar sobre como Metalseadramon é a criatura mais foda criada por mãos humanas”). O tom autoanalítico e meio existencial combina muito com ela, desde a bio (“Sim, minha força está na solidão…”) até coisas como a sensação de finitude (“sensação estranha que vou morrer logo”). Ao mesmo tempo, existe um lado genuíno e afetuoso, como em “amo muito meu namorado” e na meta pessoal de ser mais sinceramente entusiasmado (“meu objetivo nesse ano é falar 'ebaa' com total sinceridade mais do que nunca”), que lembra a vulnerabilidade da Lisa tentando manter esperança num mundo que irrita ela. Por fim, o jeito de se indignar com política, história e injustiça – como em “pesquise sobre Aktion T4 e suas justificativas” e nas críticas a desenvolvedoras ou fandoms – casa muito com a postura moral e intelectual da Lisa diante das idiotices em Springfield.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles passam uma vibe bem mais reservada do que de exposição social: falam de leituras, jogos e reflexões pessoais, mencionam sensação de morte e vulnerabilidade em “sensação estranha que vou morrer logo” e mostram carinho pontual em “amo muito meu namorado”, o que sugere I mais que E. O foco recorrente em ideias, análises e metacomentários sobre mídia, internet e cultura — como em “eu acho engraçado como teve todo esse texto pra no fim não ser nada do que a teoria da internet morta diz de verdade, só uma amostra de post merda buscando atenção que existe desde a ARPANET” e na comparação histórica em “beatles são tipo o Gengis Khan, não foram o ponto de origem genético da música, mas se for ver quase 75% da música moderna tem DNA deles” — aponta fortemente para N. A forma como argumentam é lógica e crítica, muitas vezes fria e direta, como em “pesquise sobre Aktion T4 e suas justificativas, espero que não finja surpresa quando ver que não são muito diferentes das suas” ou “grift mais engraçado da década, o porte foi uma merda que tirou as melhores coisas do jogo original e deixou ele quebrado”, o que é típico de T apesar de terem empatia e afeto em alguns posts. Já o estilo geral é pouco estruturado, cheio de "semaninha", brincadeiras com atraso em “tá podendo mandar retrospectiva do mês 1 dia atrasado?”, mudanças de foco e espontaneidade (por exemplo em “chat what should I do tonight”), apontando muito mais para P do que para um perfil rígido ou altamente planejado. O conjunto — introspectivo, analítico, irônico, focado em mídia e ideias, crítico e pouco organizado externamente — é bem compatível com INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
20y • brasileiro • vive de anime, jogos e semaninhas. Uma vez dropei Boku no Hero num painel e desde então confio mais no meu gosto do que em hype.– @repupot

Seu coquetel exclusivo
A cachaça envelhecida em amburana é a base forte e brasileira da bebida, refletindo o jeito ácido e opinativo, mas ainda muito BR de quem compara Beatles a Gengis Khan em tom de meme, como em “beatles são tipo o Gengis Khan, não foram o ponto de origem genético da música, mas se for ver quase 75% da música moderna tem DNA deles”. O licor de café traz a escuridão confortável da madrugada gamer/otaku, ecoando a citação melancólica da bio e a vibe de posts como “after a week in the Ice War you don't even know who or why you're fighting anymore”. O xarope de mexerica dá uma doçura meio infantil e sincera, combinando com o desejo de leveza em “meu objetivo nesse ano é falar 'ebaa' com total sinceridade mais do que nunca”. O limão siciliano entra como acidez crítica e irônica, presente em rants sobre jogos e empresas, tipo “Atlus top 3 piores desenvolvedoras da história” e “a mihoyo realmente tem a reputação deles por motivos reais, pqp”. Por fim, a espuma de água tônica com sal é leve e estranha na medida certa, representando as 'semaninhas' e o humor caótico que vai de “sensação estranha que vou morrer logo” a threads organizadinhas de obras como em “thread de obras experenciadas no neutro ano do cavalo de 2026”, deixando o drink experimental, meio doce-meio amargo, mas viciante.

Sua Casa de Hogwarts
O conjunto de tweets mostra alguém profundamente curioso, analítico e obcecado com obras e ideias — característica bem típica da Corvinal. Ele comenta criticamente sobre jogos, remakes e indústria, como em “pqp parece que o remake tá passando por uma onda de calor. drenaram toda cor do jogo só pra ficar parecendo um teste da unreal engine 5” e “grift mais engraçado da década, o porte foi uma merda que tirou as melhores coisas do jogo original e deixou ele quebrado…”, o que demonstra pensamento crítico e atenção a detalhes técnicos/estéticos. Há uma valorização forte de obras complexas e densas, como em “terminei Umineko Ep 1, e se o jogo fosse só isso ainda já seria uma das melhores obras que já li” e “incrível como Ryukishi07 conseguiu escrever uma das guerreiras mais fortes de Satã ainda só no episódio 1 de umineko”, reforçando amor por narrativa elaborada e metalinguagem. Ele também aprecia discussões históricas e políticas complexas, como em “pesquise sobre Aktion T4 e suas justificativas, espero que não finja surpresa quando ver que não são muito diferentes das suas” e em suas críticas à teoria da ‘internet morta’ em “eu acho engraçado como teve todo esse texto pra no fim não ser nada do que a teoria da internet morta diz de verdade…”, mostrando interesse em entender conceitos a fundo. A mistura de ironia e elaboração, por exemplo em “after a week in the Ice War you don't even know who or why you're fighting anymore...”, mostra criatividade literária e gosto por experimentar com escrita. Há traços de coragem e lealdade (Grifinória/Lufa-Lufa) em defender minorias e falar de autismo em “psicanalista é uma classe infernal mesmo hein... isso não vai me impedir de ter crise sensorial no trampo”, mas o traço predominante e recorrente é o intelecto crítico e o amor por obras e ideias complexas — o coração claramente pende para a Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música This Must Be the Place (Naive Melody) combina perfeitamente com o jeito de ver o mundo do @repupot, misturando sensibilidade, ironia e um apego muito íntimo às coisas que ama. Ele mesmo chama essa música de "a melhor música de todas" em um tweet cheio de carinho: “This Must Be The Place [...] é a melhor música de todas. talvez a melhor obra de arte”. A canção fala de encontrar um sentimento de lar em pessoas e experiências, o que ecoa nos posts afetuosos sobre o namorado (“amo muito meu namorado”) e nas "semaninhas" e "mêsinho" que ele registra com cuidado, como pequenos diários visuais (“maio passou e que mês bom”, “mêsinho”). Ao mesmo tempo, existe uma solidão melancólica e reflexiva tanto na bio (“minha força está na solidão”) quanto em tweets como “sensação estranha que vou morrer logo” e “i bet on losing horses”, que combinam com o tom agridoce da música. Essa mistura de amor intenso pelas obras e pessoas, humor ácido, autocrítica e um certo estranhamento do mundo é exatamente o tipo de sensibilidade que This Must Be the Place encapsula.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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repupot
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