
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil combina mais com o Chief Wiggum: um policial meio cínico, autoirônico, que conhece bem os bastidores da força, mas comenta tudo com humor errado e zero glamour. Ele vive falando da própria rotina policial com familiaridade e deboche, como quando descreve um atendimento típico de PM em “os olhos dele mostram as dezenas de copom de perturbação do sossego q ele atendeu...” e quando conta que pediu isqueiro para um cara que ele mesmo prendeu em “literalmente pedi isqueiro pra um cara q prendi ano passado. just republica things”. Ao mesmo tempo, ele tem uma visão bem desencantada, porém técnica, do sistema, como em “eu afirmo c todas as letras q o andr*i da pf é a pessoa mais incompetente q ja passou por aquele cargo” e na crítica institucional em “o verdadeiro problema [...] é q o cargo de delegado deveria ter sido extinto ha décadas”. A mistura de autoridade real, caos cotidiano, humor de mau gosto e comentários sobre crime, drogas e putaria – vide “com a autoridade do meu titulo de phd em biscate” – parece exatamente o tipo de policial desajustado e espirituoso que o Wiggum seria se tivesse conta no Twitter.

Seu tipo de personalidade MBTI
Os tweets mostram alguém muito social, performático e voltado para interação, típico de E. Ele constantemente comenta BBB, política, memes e vida profissional para uma plateia, e até pede interação direta como em “me deem dicas de voto pra outubro”, além de falar de “performance” e estar “voando baixo” em “gente to entregando mta performance, voando baixo, voando mto”, sugerindo energia voltada para fora, não reserva introspectiva. A preferência por N aparece no foco constante em padrões culturais, ideias abstratas e macrovisões, em vez de detalhes concretos. Ele analisa gerações e cultura de internet em “90% das gírias e costumes de zoomers foi criada em chans... o ódio dele é um ódio freudiano, fraticida” e faz meta-comentários sobre pornografia, transumanismo e economia, como em “pouco se fala sobre quão emasculante é a primeira q tu vê sua namorada usando o vibrador bullet... perante o transumanismo sexual” e “eh mt engraçada a mentalidade desenvolvimentista... 'tu acha que trocar um prato de comida por carros e maquinário é um bom negócio???' e tipo, sim, é óbvio q é um excelente negócio”, sempre abstraindo para conceitos e sistemas. O eixo T é evidente no uso pesado de ironia, cinismo e argumentos lógicos, com pouca preocupação em suavizar o impacto emocional. Ele desmonta narrativas com frieza em “td mundo fica caçando respostas complexas... 'meninas de 18 anos tomam decisoes mt bostas pq elas sao adolescentes burras' eu sei disso pois sou um detetive de elite...” e critica a direita pela falta de nuance intelectual em “o q me dá raiva nessa direita chucra e vulgar é a incapacidade de nuance e profundidade... o verdadeiro problema... é q o cargo de delegado deveria ter sido extinto ha décadas”. A forma é dura, racional e argumentativa, mais voltada para coerência lógica do que para preservar sentimentos. Por fim, ele parece claramente P, não J: valoriza improviso, fluxo e experimentação em vez de estrutura rígida e planejamento. O tom de vida caótica aparece em “se eu acordo antes das 10 meu dia está destruído (e o de quem tiver q lidar cmg tb)” e na autoironia sobre impulsividade de consumo em “toda vez que decido comprar um bem que custa mais de 1000 reais eu sou incapaz de escolher sem antes consumir 50 horas de review pq se n escolher o melhor custo benefício minha família morre”. Ele também celebra estar "performando em altíssimo nível, uma máquina" em “eu ando performando em altíssimo nível, uma máquina”, mas essa "performance" é mais improviso afiado e adaptação constante do que rotina planejada. O conjunto – alta sociabilidade verbal, análise abstrata, foco em lógica e sarcasmo, estilo caótico-improvisado – se encaixa muito bem no perfil ENTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Detetive paulista, millennial performático. Já pedi isqueiro pra preso e rejogo RDR2 pra trabalhar. Política, polícia, cultura pop e piada ruim.– @review_de_crack

Seu coquetel exclusivo
Cachaça envelhecida é a base forte e brasileira, igual ele falando de polícia, Estado e operação em tom de quem vive isso no dia a dia, tipo quando descreve a gangue do Dutch como delegacia em “a gangue do dutch eh basicamente uma delegacia”. O licor de café representa as noites em claro de detetive e a obsessão analítica de quem é “um detetive de elite do estado de sp (brasil)” em “eu sei disso pois sou um detetive de elite do estado de sp (brasil), confia”. O xarope de pimenta com cacau é o lado agressivo, sexual e meio dark, que aparece quando ele fala de vibrador, porno e fetiche em “td o q te fazia ter orgulho sao apenas lágrimas na chuva perante o transumanismo sexual” e “gostosas politiquinhas [...] enfiar dragon dildos gigantes no toba”. O limão cravo entra como acidez melancólica e autodepreciativa de quem se sente “mto incompreendida” em “sem querer fazer draminha mas eu acho q sou uma pessoa mto incompreendida”. A espuma de tônica com sal é a camada final irônica e meio nihilista, rindo de tudo com um pé no cinismo e outro na ternura, como quando ele diz “gente to entregando mta performance, voando baixo, voando mto” em “gente to entregando mta performance, voando baixo, voando mto” enquanto comenta um mundo saturado de gore, IA e melted videos em “meu for you: politiquinha, gore, ia, normies, melted videos, bait”.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil mistura ironia com uma curiosidade intelectual pesada e bem específica – coisa muito típica de Corvinal. Ele se descreve como um "Detetive(tm)" e recorre o tempo todo à análise racional e simplificadora, como quando diz que as pessoas complicam demais e conclui que “a explicacao eh sempre a mais simples: 'meninas de 18 anos tomam decisoes mt bostas pq elas sao adolescentes burras' eu sei disso pois sou um detetive de elite do estado de sp (brasil), confia”. Há um gosto explícito por aprender e se aprofundar em assuntos obscuros ou técnicos: ele comenta investigação policial, drogas e economia com estrutura analítica, como em “a diferença entre a lava jato e o caso do banco master eh q a lj tinha toda uma estrutura operacional ... enqto o caso master foi um delegado 2 tira e 1 escrivao com tempo de sobra p xeretar no uefd do cellebrite a fundo e descobrir o q n devia ter visto”. Ele também assume um comportamento nerd de pesquisa obsessiva, por exemplo ao dizer que “toda vez que decido comprar um bem que custa mais de 1000 reais eu sou incapaz de escolher sem antes consumir 50 horas de review pq se n escolher o melhor custo benefício minha família morre”, o que mostra perfeccionismo racional e mente sistemática. Além disso, há um interesse em literatura e teoria (Bataille, Houellebecq, estética, cultura de internet) como em “o q um youtuber de crimes ta falando sobre prostituição virtual e incesto? é td a msma coisa. bataille fala sobre isso” e “se tu nunca leu 'plataforma', tu jamais entenderia....”, reforçando a identidade de alguém que organiza o mundo por meio de ideias e referências. Mesmo quando fala de besteira, o tom é sempre de observador analítico e sarcástico, mais cabeça do que impulsivo ou fofo, o que o encaixa bem mais em Corvinal do que em Grifinória, Lufa-Lufa ou Sonserina.

Seu filme

Sua música
A melhor música para ele é “Cowboy Fora da Lei”, do Raul Seixas, porque ele performa exatamente essa mistura de policial, marginal iluminado e comentarista cínico. A própria bio “born just in time to be a cowboy” já casa diretamente com a imagem do cowboy urbano e deslocado no tempo. Ele vive entre a ordem e o caos: é detetive da polícia, fala de operações e bastidores como em “eu como um Detetive(tm) fora da curva, notei algo q ninguém notou” e “eu entendo é de p*licia e eu afirmo c todas as letras”, mas ao mesmo tempo é irônico, sexualmente explícito e debochado sobre tudo, como em “minha opiniao sobre Gostosas Politiquinhas [...] é q todas elas deveriam abrir onlyfans” e “pouco se fala sobre quão emasculante é a primeira q tu vê sua namorada usando o vibrador bullet”. O tom de outsider lúcido, que zomba da moral pública e da política, aparece em “o q me dá raiva nessa direita chucra e vulgar é a incapacidade de nuance e profundidade” e “falem o que quiser mas eu prefiro ter ao meu redor gente assim do q gente q defende ministro tomando 129 milhoes de banco”, bem na linha do Raul desafiando a hipocrisia social. Além disso, ele se vê como um tipo meio mítico e incompreendido, como em “eu acho q sou uma pessoa mto incompreendida, poucos entendem como é ser como eu”, o que combina perfeitamente com o refrão do "fora da lei" que não se encaixa em lugar nenhum.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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