
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela parece mais a Lisa Simpson: nerdona, autoconsciente e irônica sobre o próprio curso e ambiente acadêmico. Vive falando de prova, matéria e vida universitária de forma meio exausta, tipo em “de fato estudantes de engenharia tem q sortear uma materia p estudar pq tudo nao da tempo” e “ter q pisar no cam 10 da manha depois de perder minha alma na p3 de mec jesus me abandonou tem muito tempo”, o que lembra o lado estudioso/sofrido da Lisa. Ao mesmo tempo, tem posicionamento político e senso crítico forte sobre o ambiente da USP, como em “como sempre as portas fechadas para as trans” e “a med pinheiros fede a fascismo pqp que lugarzinho”, algo bem compatível com a postura engajada da personagem. Ela também é afetiva e sensível com amigos e família, demonstrando saudade e carinho em posts como “que sdd dos meus pais vou morrer a qualquer momento” e “meu namorado me ligou no show do oasis pra cantar wonderwall e vcs nada”. Por fim, tem um humor autodepreciativo e dramático — “vou morrer a qualquer momento”, “essa universidade é um constante episodio de the office” — que combina com a vibe da Lisa quando ela percebe o absurdo ao redor e comenta com sarcasmo.

Seu tipo de personalidade MBTI
Ela parece mais extrovertida (E) do que introvertida: fala o tempo todo de festas, trocas de gestão, bixos e rolês em grupo, como em “todo mundo da gestao 26 atual vomitando pelo menos um pouco na troca eh sobre isso❤️” e “um role open bar e flash tattoo tem tudo pra dar errado”, além de se colocar no centro de várias situações sociais com humor. Mostra forte intuição (N) ao enfatizar sensações e significados, não só fatos: fala da “crise estética” em “sobretudo a crise eh estetica tambem”, da sensação de FOMO e saudade em “sensacao de merda ver algo e lembrar de alguem que ta muito longe” e faz comentários irônicos sobre o ambiente da USP como um todo, tipo “essa universidade é um constante episodio de the office”. O eixo F (Feeling) aparece na forma intensa e afetiva como reage às coisas: se importa com inclusão e minorias em “como sempre as portas fechadas para as trans” e “se tivesse mais mulheres e gays na atletica n tavam fazendo esse kit bixo feio”, fala muito de saudade, do namorado cantando Oasis em “meu namorado me ligou no show do oasis pra cantar wonderwall e vcs nada” e valoriza “ter o coracao bom” em “porque o importante mesmo é ter o coracao bom”. Por fim, ela é nitidamente mais perceiving (P): vive improvisando (quase pegando Uber pra andar 330m em “eu quase paguei 11 reais de uber pra andar 330m acho q enlouqueci”), admite que descobriu tarde a importância de ir às aulas em “eu e o felix descobrindo no final do 2o semestre que ir nas aulas talvez seja importante”, fala de “vagabundar” na USP em “chegar na usp antes das 10 da manha eh mto gostoso tenho q parar de vagabundar” e reage de forma improvisada ao curso e à vida acadêmica, mudando de ideias com humor como em “vou transferir pra amb entrar na pj me formar em 6 anos e virar neoliberal acabei de decidir !!!”. No conjunto, esse estilo expansivo, emocional, irônico e caótico combina bem com o perfil ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Eng. elétrica Poli-USP, autora de threads sobre bandeco, kits bixo feios e olheiras acadêmicas. Já recarreguei R$1,26 no Bilhete e não me arrependo.– @rgarciamari

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte, caótico e meio acadêmico, igual a rotina de engenharia em que “estudantes de engenharia tem q sortear uma materia p estudar pq tudo nao da tempo” “de fato estudantes de engenharia tem q sortear uma materia p estudar pq tudo nao da tempo”. A cachaça envelhecida é a raiz, o lado BR, a menina do bandeco que sente “muita saudade do bandeco” “essa é a primeira vez que essa sequencia de palavras ta sendo proferida mas eu to com muita saudade do bandeco” e recarrega “1,26 reais no sptrans” “acabei de recarregar 1,26 reais no sptrans”. O licor de café vem da vida à base de cafeína e artigos, porque “eles mandam muito nos artigos” “tenho uma inveja saudavel do cec eles mandam muito nos artigos”, enquanto o maracujá azedinho é o deboche e a acidez de quem olha pro caos da USP e solta “a med pinheiros fede a fascismo pqp que lugarzinho” “a med pinheiros fede a fascismo pqp que lugarzinho”. O energy drink é literalmente o lore de quem “toma um monster em 2h30” “so quem toma um monster em 2h30 vai entender” pra sobreviver à mecânica e às P3 em que “jesus me abandonou tem muito tempo” “ter q pisar no cam 10 da manha depois de perder minha alma na p3 de mec jesus me abandonou tem muito tempo”. A espuma leve de gengibre é o coração bom por cima da porrada alcoólica, porque no fim “o importante mesmo é ter o coracao bom” “porque o importante mesmo é ter o coracao bom”, mesmo xingando o bandeco da química com “odio genuino vontade de xingar todo mundo descontroladamente” “toda vez q eu entro no bandeco da quimica me da um odio genuino vontade de xingar todo mundo descontroladamente”.

Sua Casa de Hogwarts
Mari demonstra um traço forte de coragem e de falar o que pensa, mesmo comprando briga: ela não tem medo de mandar um recado público à própria comunidade com tuítes como “tirei meu poli usp do insta vao se foderem” e críticas diretas a grupos e cursos, como em “a med pinheiros fede a fascismo pqp que lugarzinho”. Há também indignação política e moral, por exemplo em “como sempre as portas fechadas para as trans” e “se tivesse mais mulheres e gays na atletica n tavam fazendo esse kit bixo feio”, onde ela se posiciona sem medo em defesa de minorias e representatividade. Essa impulsividade aparece no humor agressivo e dramático, como em “vou matar um hoje” e “vou morrer a qualquer momento”, que soam muito mais como intensidade emocional típica de Gryffindor do que cálculo estratégico de Slytherin. Ao mesmo tempo, ela demonstra lealdade e afeto forte pelos amigos e namorado, como em “meu namorado me ligou no show do oasis pra cantar wonderwall e vcs nada” e nas várias menções carinhosas a amigos e colegas, mas sempre com um tom de bravata e exagero corajoso. O conjunto aponta para alguém que prioriza se posicionar e sentir tudo intensamente, mesmo à custa de conforto ou reputação – marca registrada de uma Gryffindor.

Seu filme

Sua música
A música Anti-Hero combina bem com o humor autodepreciativo, caótico e afetivo dela. Ela vive falando de cansaço, caos acadêmico e sensação de estar sempre meio ferrada, como em “ter q pisar no cam 10 da manha depois de perder minha alma na p3 de mec jesus me abandonou tem muito tempo” e “de fato estudantes de engenharia tem q sortear uma materia p estudar pq tudo nao da tempo”, o que combina com o refrão "It’s me, hi, I’m the problem, it’s me". Ao mesmo tempo, ela é muito emocional e intensa nas relações, como em “sensacao de merda ver algo e lembrar de alguem que ta muito longe” e “que sdd dos meus pais vou morrer a qualquer momento”, o que ecoa a vulnerabilidade da música. O jeito irônico e crítico com a universidade e com a própria bolha, em tweets como “a med pinheiros fede a fascismo pqp que lugarzinho” e “como sempre as portas fechadas para as trans”, também lembra a forma como Anti-Hero expõe contradições pessoais e sociais. Além disso, ela é fã de Taylor Swift, ainda que crítica, como mostra em “e a mulher q produziu folklore nao volta mais?”, então uma música da Taylor encaixa tanto no gosto quanto na personalidade.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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rgarciamari
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