
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil combina mais com a Lisa Simpson: intelectual precoce, meio existencialista, engajada e irônica. Ele é claramente um nerd de humanas que gosta de clássicos, filosofia e direito, como mostram tweets como “Parmenides tá derretendo meu cérebro”, “Queria comprar as edições de Aristoteles da 34…” e “A introdução da ilíada traduzida pelo Frederico Lourenço me dá nos nervos pqp”, o que lembra o lado estudioso e obcecado por conhecimento da Lisa. Ao mesmo tempo, ele tem uma veia política/engajada e meio desencantada, por exemplo em “Curitiba é uma BOSTA Jesus Cristo” e “A substituição da burocracia do papel pela burocracia do computador é uma das coisas mais irritantes dessa última década”, que ecoa o jeito crítico da Lisa com a sociedade. A autopercepção decadente e ansiosa, com coisas como “Ok, é um burnout” e “Se minha vida continuar no ritmo de “do nothing > win” eu acho que vou ter sérios problemas”, lembra o lado melancólico dela, que vive se sentindo deslocada. E, como a Lisa, ele é muito mais maduro culturalmente do que o ambiente em volta, mas nunca perde o humor ácido em posts como “O orfismo é uma bosta” e “Eu sou da esquerda Martin Claret”.

Seu tipo de personalidade MBTI
A conta mostra forte inclinação à extroversão (E): ele está sempre em rolê, banho de lama, bar, viagens com amigos e comentando vida social, como em “É completamente possível ser aprovado numa universidade federal maximizando suas horas no bar tomando cerveja” e “To morando num cortiço com o @achillesboobs não temos nem água”, além de claramente curtir interação e caos social. O eixo intuição (N) aparece no interesse obsessivo por clássicos, filosofia, história e macroideias, como em “Parmenides tá derretendo meu cérebro”, “O século será turco ou então não será” e nas generalizações irônicas sobre cultura e política, mostrando foco em conceitos e leituras simbólicas da realidade. O estilo é nitidamente Thinking (T): ele é ácido, crítico e pouco preocupado em ser agradável, chamando coisas de “bosta” em “O orfismo é uma bosta” e “Grande bosta o Ariano Suassuna”, além de analisar figuras históricas e políticas com distanciamento sarcástico. Há forte traço Perceiving (P): ele abraça o improviso, a decadência e o “do nothing > win”, como em “Se minha vida continuar no ritmo de ‘do nothing > win’ eu acho que vou ter sérios problemas” e na vida caótica de viagens, bebedeira e decisões impulsivas, como “Quase comprei Faulkner hoje, estava muito bêbado. Não comprei”. A combinação de ironia intelectual, gosto por debate, provocações culturais/políticas e caos bem-humorado aponta com mais força para ENTP do que para tipos mais organizados ou sentimentalmente cautelosos.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Calouro de Direito na UFPR, leitor de clássicos e caçador de sebos. Já andei 17km pra ver o sol nascer e quase comprei Faulkner bêbado.– @rimbaudposting

Seu coquetel exclusivo
Cachaça envelhecida representa o calouro de direito brasileiro que comemora aprovação como poeta maldito, direto de Curitiba, unindo bar e vestibular como em “É completamente possível ser aprovado numa universidade federal maximizando suas horas no bar tomando cerveja” e “CALOURO DE DIREITO NA MAIOR DO SUL PORRAAAAA”. O licor de romã traz o clima de mediterrâneo mítico e um certo erotismo trágico, digno de alguém que fala em “Macumba helênica” e vive discutindo Antígona em “Senhor Creonte, será que você não tá pegando pilha demais na discussão contra essa menina adolescente?”. O vermute seco adiciona a ironia meio amarga de quem decreta que “Curitiba é uma BOSTA Jesus Cristo” e, ao mesmo tempo, chama a cidade de “Tel Aviv brasileira”. O xarope de chá preto com especiarias é a parte estudiosa e obsessiva pelas letras e filosofia, de Parmenides a Guimarães Rosa, ecoando “Parmenides tá derretendo meu cérebro” e “Leiturinha de hoje”. O bitter de laranja sela tudo com um toque de burnout sarcástico e humor negro, lembrando que ele vive entre o cansaço existencial de “Ok, é um burnout” e a disposição de andar quilômetros como em “Eu gosto de me enfiar em caminhadas homéricas toda vez que saio de casa”. Este coquetel é forte, ligeiramente amargo, mas cheio de camadas — exatamente como alguém que diz “Comemorando como um poeta maldito, me sinto Baudelaire” enquanto planeja ir pra Turquia em “Vou ter que ir pra Turquia”.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil transborda curiosidade intelectual e prazer em estudar por conta própria: ele fala de se aventurar em obras difíceis como Joyce em tradução original em “Li alguns capítulos na tradução do professor Caetano Galindo, não pude deixar de tentar me aventurar por essa obra completamente no pelo, sigo estagnado” e de Parmenides derreter o cérebro em “Parmenides tá derretendo meu cérebro”. A obsessão com clássicos, filosofia grega e autores literários aparece o tempo todo, como em “O orfismo é uma bosta”, “Hesíodo é aquele cara chato da festa” e na vontade de comprar Aristóteles em “Queria comprar as edições de Aristoteles da 34…”. Ele demonstra consciência metódica e preocupação com organização de estudos, pedindo quase um tutor clássico em “Eu preciso na verdade é de um pedagogo cuidando da minha educação como se eu fosse o filho de um patricio. Não to aguentando mais ficar perdido pra organizar meus estudos” e listando as matérias da faculdade em “Rankeando matérias do primeiro ano antes dele começar…”. A ironia inteligente e a análise de política, história e cultura aparecem em falas como “O que César faz ao impor se sobre a república é fazer do teatro o centro da política romana” e no comentário sobre burocracia digital em “A substituição da burocracia do papel pela burocracia do computador é uma das coisas mais irritantes dessa última década”. Embora haja certo hedonismo e autodepreciação, a constante busca por conhecimento, discussões conceituais e referências eruditas indicam muito mais a mente curiosa e analítica típica da Corvinal do que a ambição da Sonserina, a bravura da Grifinória ou o foco em comunidade da Lufa-Lufa.

Seu filme

Sua música
A melhor música para ele seria Viver é um risco, do Belchior, porque junta intelectualidade melancólica, humor desencantado e esse ímpeto de se jogar na vida mesmo achando tudo meio decadente. Ele se define como “Decadentista. Esotérico.” e escreve que “Viver é muito perigoso.”, o que casa diretamente com o tema da música: viver como um ato arriscado, meio trágico, meio cômico. A rotina dele mistura UFPR, Direito e clássicos – como quando fala de “Parmenides tá derretendo meu cérebro” e reclama de autores e traduções – com uma vida boêmia, de bar, praia e exaustão, tipo quando diz que é possível passar na federal “maximizando suas horas no bar tomando cerveja”. Belchior também tem esse tom de jovem velho cansado do mundo, o que aparece nele em coisas como o burnout (“Ok, é um burnout”) e o humor fatalista de quem anda 17km no primeiro dia do ano e conclui “Resta morrer agora”. Além disso, a combinação de erudição, autoironia e um certo romantismo derrotado – em tweets como “Comemorando como um poeta maldito, me sinto Baudelaire” – é exatamente o tipo de personagem que habita as letras do Belchior.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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rimbaudposting
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