
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de nerdice, senso crítico e militância meio cansada lembra muito a Lisa. Ela tem tiradas ácidas e se irrita com gente desinformada, como em “me adoece ver opinião de nerd que n sabe pOHA nenhuma sobre prod e pós prod de audiovisual na internet vou começar a mutar tds q eu ver pra n me irritar quero ser #zen esse ano” e “vai ser burro assim la no caraio o mano n tankou um jrpg (dos mais diluidos e palataveis) e quer ser sommelier do genero”, o que é bem o jeito da Lisa de esculachar ignorância. Ao mesmo tempo, se importa muito com temas culturais e identitários, como mostra em “não consigo entender quem não considera jogos uma forma de atividade cultural!!!” e na crítica à militância performática de celebridade em “ai gente eu até gosto dela e fico feliz dela falar sobre, mas é tão performatica essa militância dela”. Ela é super emotiva e dramática com arte pop (Taylor, jogos, musicais), vide “me internem num manicomio se nao eu vou tirar minha propria vida de tanta tristeza depois de ouvir b2b aquela merda e comprar com as musicas antigas da taylor”, bem como a Lisa exagera com livros e música. E, no meio de toda a acidez, tem um lado muito carinhoso com os bichos, como em “o nico é o gato MAIS FOFO AMASSAVEL E BONZINHO DA FACE DA TERRA” e “eu amo tanto a rita juro que gatinha mais fofa linda perfeita cheirosa carinhosa”, o que reforça esse paralelo com a sensibilidade da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais extrovertidos (E) do que introvertidos: expõem opiniões fortes em público, chamam usuários diretamente (“ai mona não me estressa que eu desprivo a conta pra te xingar sua vagabunda”) e compartilham vida pessoal com entusiasmo, como o clube do livro (“pov vc agora faz parte do clube do livro do bairro…”). A preferência por intuição (N) aparece no foco em significados culturais e narrativas, como quando reclama de gente que não enxerga jogos como expressão cultural (“não consigo entender quem não considera jogos uma forma de atividade cultural!!!”) ou discute performatividade em militância e redes sociais (“gente eu acho q vcs estao perdendo o plot do que é ser performatico”). Há uma forte ênfase em valores e reações emocionais, o que indica Feeling (F): defendem pautas de justiça e criticam comportamentos antiéticos com linguagem carregada (“morreu feia esturricada assim como todo racista”) e mostram carinho intenso com animais de estimação (“eu amo tanto a rita juro que gatinha mais fofa linda perfeita cheirosa carinhosa”). Por fim, parecem mais Perceiving (P) do que julgadores estruturados: a vida soa caótica, repleta de impulsos e mudanças (tatuagens, cabelo, jogos, música) e queixas sobre falta de organização externa, como salário atrasado (“um sonho? ser paga no dia CERTO inferno”) e problemas com ingressos e iCloud (“gente nunca percam a senha do icloud de vcs dps é uma MERDA de recuperar”; “obrigada cinesystem por roubar meus ingressos bando de filha da puta”). O tom é expansivo, emocional, criativo e muito ligado a fandoms e cultura pop, o que combina bem com um perfil ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Gata, gamer e roteirista de reclamação. Entre uma ranked de LoL, um JRPG e Hadestown, adoto mais um gato e planejo a próxima tatuagem.– @rinbelha

Seu coquetel exclusivo
Um gin cítrico bem forte representa o jeito direto, puto e zero paciência com gente burra, como em “me adoece ver opinião de nerd que n sabe pOHA nenhuma sobre prod e pós prod de audiovisual na internet” e “vai ser burro assim la no caraio o mano n tankou um jrpg”. O licor de maçã verde entra pelo lado gamer/anime, azedinho e vibrante, combinando com o amor por Neeko e LoL em “n existe figure bonita da neeko e eu seriamente tô pensando em encomendar” e “essa skin da lilia a coisa mais linda omg”. O hibisco dá a cor dramática e intensa, fazendo par com o humor exagerado em “me internem num manicomio se nao eu vou tirar minha propria vida de tanta tristeza depois de ouvir b2b” e com o amor por tatuagens em “to mt tatuada bizarro e eu vou ficar AINDA MAIS TATUADA”. O limão siciliano garante o amarguinho ácido das reclamações constantes, digno do bio “nas horas vagas temos reclamações” e de pérolas como “menino burro do caralho”. Por cima, uma espuma leve de matcha representa o lado cult e performatividade consciente de internet em “gente eu acho q vcs estao perdendo o plot do que é ser performatico” e o clubinho do livro em “pov vc agora faz parte do clube do livro do bairro”. O resultado é um coquetel forte, ácido e colorido, mas com uma camada final suave que lembra o carinho pelos gatos em “eu amo MEU GATO” e “bizarro como o nico é o gato mais bonzinho de todos os tempos”.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais constante dela é a forma como pensa e argumenta, não tanto um impulso heroico ou uma ambição calculada. Ela demonstra uma visão analítica e crítica sobre mídia, arte e cultura pop; por exemplo, desmonta a leitura rasa de Stranger Things em “é bizarro como esse povo que assiste stranger things n tem cerebro [...] ela foi um dos primeiros grande fenomenos teens” e critica gente que fala besteira sobre jogos em “odeio gente burra td certo n gostar de jogo de turno, mas é uma burrice gigantesca falar que o ano tava fraco [...] é pra ficar claro que só deve jogar bf e fifa”. Ela valoriza jogos e cultura como formas de expressão intelectual, como em “não consigo entender quem não considera jogos uma forma de atividade cultural!!! tipo sim gente vocês querendo ou não os jogos são uma forma das pessoas interagirem com pautas de identidade e cultura”, o que reforça o amor por conhecimento e debate. Também há um lado de estudo/reflexão psicanalítica e autoanálise em “#tentando achar um bom psicanalista lacaniano, mas tá difícil eu sou chata até pra achar tratamento psiquico” e “a minha primeira sessão com o psicologo foi tão legal #gagged com o tanto de reflexões que tive”. Mesmo quando é agressiva, o foco é quase sempre em correção conceitual (qualidade de animação, entendimento de premiações, leitura de personagens, etc.), como em “me adoece ver opinião de nerd que n sabe pOHA nenhuma sobre prod e pós prod de audiovisual na internet” e “se vc acha que ‘ta faltando qualidade’”, o que é muito típico de Ravenclaw: uma mistura de arrogância intelectual com paixão por entender as coisas direito. A soma de amor por mídia, discussão conceitual, curiosidade intelectual e valorização de análise crítica pesa bem mais para Ravenclaw do que para as outras casas.

Seu filme

Sua música
A melhor música para representar a @rinbelha é you should see me in a crown, da Billie Eilish, porque ela mistura bem a vibe ácida, irônica e poderosa que aparece o tempo todo na timeline dela. Ela vive entre o deboche e a revolta, como quando reclama de gente burra em game/anime e audiovisual em threads enormes, tipo em “menino burro do caralho me irrita mt esses esquizofrênicozinhos de twitter que acham que sabem mais sobre anime, direção de arte, desenho, técnicas de animação que equipes com mais de 200 pessoas…” e “me adoece ver opinião de nerd que n sabe pOHA nenhuma sobre prod e pós prod de audiovisual na internet vou começar a mutar tds q eu ver pra n me irritar quero ser #zen esse ano”. Ao mesmo tempo, ela tem um lado extremamente passional e dramático com cultura pop, como nos surtos com álbuns da Taylor Swift em “gente eu realmente to devastada com essa merda de album…” e com jogos em “meu deus que vazio imensuravel qq eu faço da minha vida depois de terminar esse jogo eu n sei mais viver sem ele”. A estética darkzinha, tatuada e gamer também combina com a atmosfera da música, ainda mais quando ela fala de fechar o braço e encher o corpo de tattoo, como em “to mt tatuada bizarro e eu vou ficar AINDA MAIS TATUADA” e “vou morrer de ansiedade to maluca pra fechar o meu braço OWNDOAHFIWNCIS chega logo dia 13”. E a escolha da própria Billie ainda casa com o jeito que ela comenta militância performática e figuras pop, como em “ai gente eu até gosto dela e fico feliz dela falar sobre, mas é tão performatica essa militância dela…”, mostrando que ela curte artistas intensas, mas não engole qualquer coisa sem criticar. No geral, a canção sintetiza essa persona de menina brava, afiada, cheia de opinião e com um certo ar de "se vocês soubessem metade do que eu penso, vocês teriam medo" – exatamente a energia que ela passa na bio “nas horas vagas temos reclamações”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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rinbelha
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