
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Apesar do humor ácido e do vocabulário bem solto lembrarem mais o Homer ou o Bart, o jeito do Ritter é muito mais parecido com a Lisa: ele é altamente opinativo, reflexivo e se preocupa com ética e sociedade, como quando fala de polícia e justiça em “Trabalho da polícia é levar pessoas a justiça, não fazer justiça”. Ele demonstra senso crítico forte sobre política, cultura e comportamento, por exemplo em “Te falar que não é só a galera de direita que pode ser ignorante com história...” e “Um depressivo Um pessismista Um psicopata... Quem segue exemplos desses caras e me seguem pode começar a deixar de me seguirem”. Assim como a Lisa, ele é nerd de várias áreas (arte, TI, games, animação), algo que aparece tanto na bio quanto em posts como “Sendo eu um imenso apreciador de animação eu desejo um feliz dia para todos os animadores!” e em discussões de jogos e tecnologia como “Outerwilds é overrated pra caralho” e “É... Vou ter que ir pro Linux”. Ele também mostra um lado emocional vulnerável e sensação de deslocamento em posts como “As vezes acho que não tenho mais muita serventia para a humanidade... Esse pensamento me envenena cada dia mais” e “Cara que vontade de explodir o planeta”, o que lembra a melancolia da Lisa quando sente que ninguém a entende. No fim, é uma mistura de cérebro, crítica social, muita cultura pop e um certo cansaço do mundo — bem a cara da Lisa, só que com o vocabulário de Springfield sem censura.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam muito de atividades solitárias (desenho, videogame, YouTube, ler) e desabafos existenciais, por exemplo quando comentam sobre cansaço social e desencanto com a humanidade em “É impressionante como vivemos em uma época onde as pessoas são estéreis...”, em vez de relatar vida social intensa. A preferência por intuição (N) aparece no foco em ideias gerais, indústria de games, cultura e sociedade, e nas reflexões abstratas sobre polícia, política e humanidade, como em “Trabalho da polícia é levar pessoas a justiça, não fazer justiça...” e na crítica à superficialidade cultural em “Eu que não sou de ler livro consigo ler isso perfeitamente...”. A postura é claramente de pensamento (T): eles discutem temas polêmicos de forma lógica e direta, frequentemente crítica, como em “Outerwilds é overrated pra caralho” e “Pixar já perdeu a essencia de animação já faz uma pá de tempo”, priorizando análise e coerência sobre agradar os outros; até suas críticas a fandoms e amigos são racionais e francas, sem rodeios, como em “Meu bando de decrépitos mentais...”. Quanto a julgamento vs percepção, eles mostram forte flexibilidade e improviso típicos de P: há muitos impulsos (“vou ver se faço” artes de BH em “Fazer umas artes de BH... Vou ver se faço”), autoironia sobre desorganização (como a bagunça de sono em “Acordar meia hora para as 4 acho que foi uma das minha piores decadências de horário de sono”), e decisões tecnológicas reativas como “É... Vou ter que ir pro Linux”. A combinação de introspecção, foco em ideias, espírito crítico analítico e estilo caótico, curioso e autoirônico aponta mais fortemente para INTP do que para tipos mais planejadores ou emocionalmente conciliadores.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Artista e técnico de TI, mineiro casado. Gosto de crise bem gerida, PC bem montado e almôndega no ponto. Já quase instalei Linux de raiva.– @RittersonBahia

Seu coquetel exclusivo
A cachaça envelhecida bem forte representa o jeito intenso, meio cansado do mundo e cheio de opinião, como quando ele solta um “Cara que vontade de explodir o planeta” “Cara que vontade de explodir o planeta” e desce a lenha em meio mundo. O licor de café é a vigília eterna do artista/nerd que acorda em horários péssimos e dorme vendo vídeo no YouTube aberto “Eu tenho que parar de dormir com YT aberto cara...” e “Acordar meia hora para as 4 acho que foi uma das minha piores decadências de horário de sono”. O suco de limão siciliano, bem ácido, traduz o humor crítico e às vezes azedo, tipo quando ele massacra “Outer Wilds” e live actions “Outerwilds é overrated pra caralho” e “Gostaria de informar minha abominação por Live Actions”. O xarope de rapadura é o lado doce e mineiro, o cara casado que ama BH e tem carinho pelo que é daqui “BH é simplesmente perfeita, mas se você vier falar 'Belô' ou 'Belzonte' vou arrancar tuas tripa com os dentes” e assume que almôndegas são legais na bio. Por cima, uma espuma leve de gengibre traz um toque experimental, artístico e meio caótico, igual às artes, fursona e WIPs que ele posta “🖌️🛡️ (W.I.P.)” e ao fato de ser um artista que curte animação, games e referências estranhas “+10 Jogos para me conhecer melhor”.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais constante do Ritter é a curiosidade intelectual meio obcecada: ele pesquisa e abre "um milhão de abas" para entender melhor as coisas, como quando diz que, diferentemente de outros, ele pesquisa em várias abas para referência em vez de depender de resumo pronto, mostrando um prazer em fuçar fundo nas informações “Sempre achei overrated, eu que nem o troglodita que sou pesquiso um milhão de abas diferentes do Google para referência”. Ele demonstra uma apreciação quase acadêmica por videogames e animação, analisando indústria e discursos, como no comentário sobre o vídeo ensaio de The Forest e suas conexões com o cenário de games “eu adoro o que ele fez e comparar com o atual ambito da industria de videogames e fazer umas conexões interessantes...”. A curiosidade se estende para tecnologia e sistemas, reclamando de hardware, Linux e detalhes técnicos, o que reforça uma mente analítica e investigativa “Eu estou quase baixando Linux no meu outro computador e vê se está valendo a pena” e “Eu tenho um PC muito foda”. Também há bastante criatividade artística – ele é artista, posta WIPs e estudos de iluminação, insistindo em aprender coisas difíceis, o que combina com a faceta criativa e estudiosa de Corvinal “Eu cismo de treinar iluminação com a porra do desenho mais difícil do planeta tbm, fiquem com essa tentativa meio distorcida” e “🖌️🛡️ (W.I.P.)”. Apesar de ter momentos de cinismo e críticas sociais, a linha dominante é um cérebro que está sempre analisando, comparando e aprendendo – a essência de um Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A música Cê Tá Ligado do Lagum combina com o jeito bem-humorado, meio caótico e reflexivo do Ritter. Ele mistura autozoação e carinho por si mesmo, como quando brinca com o próprio nick em “RittersonBahia é perfeito por ser original” e se chama de pessoa lixo em “vocês não estão com medo de seguirem uma pessoa tãaaaao lixo como eu não?”. A letra fala de ser intenso, confuso, mas verdadeiro, o que lembra desabafos como “As vezes acho que não tenho mais muita serventia para a humanidade... Esse pensamento me envenena cada dia mais”, ao mesmo tempo em que ele segue criando arte, como em “🖌️🛡️ (W.I.P.)”. O tom jovem, brasileiro e irônico da música encaixa com tweets sobre cultura pop, games e internet, por exemplo “Outerwilds é overrated pra caralho” e “Tecnologia antes dos anos 2000 eram coisas simplesmente magníficas”. No geral, a música transmite essa vibe de alguém cheio de opinião, meio cansado do mundo, mas ainda muito vivo, afetivo e original – exatamente o clima que aparece no perfil dele.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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RittersonBahia
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