
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Riyo lembra muito a Lisa Simpson pela mistura de intelectualismo precoce, sensibilidade emocional e sensação de deslocamento. Ele lê Goethe e Schiller, cita filosofia e religião, como em “Terminei de ler Fausto 1”, “Terminei de ler Werther, dor e sofrimento, recomendo, muito bom” e “Comprei sidarta e o lobo da estepe de hermann hesse, todos os livros dele estão em desconto na amazon, recomendo”, o que combina com o lado estudioso e literário da Lisa. Ao mesmo tempo, ele expressa melancolia, ansiedade e solidão, como em “a solidão é um veneno, é melhor se mudar do que ser sozinho pra caralho” e “Esses dias eu estava uma merda emocionalmente e completamente melancólico; não conseguia fazer nada, não comia direito…”, ecoando o sentimento de ser “demais” para o ambiente em volta, típico da Lisa. Há também um idealismo meio desesperado e moralista, mas com ironia, em coisas como “Transformem a violência em cultura” e “Transforme a violência em virtude”, que lembra o jeito dela de tentar transformar sofrimento e conflito em algo mais elevado. Por fim, a combinação de engajamento intelectual, crítica social e vulnerabilidade emocional coloca Riyo muito mais próximo de Lisa do que dos outros membros da família Simpson.

Seu tipo de personalidade MBTI
A conta soa claramente mais voltada para dentro do que para fora: ele fala muito de estados internos, solidão e exaustão social, como em “a solidão é um veneno, é melhor se mudar do que ser sozinho pra caralho” e “não conseguia fazer nada, não comia direito e nem tinha bateria social para conversar com as pessoas”, o que aponta para I. O tom e os interesses revelam forte foco em ideias abstratas, filosofia e literatura (Goethe, Hesse, Schiller, teologia, política), por exemplo em “Quais são, pois, as formas básicas da linguagem? Não o juízo nem a declaração, mas sim a ordem, [...]” e “O intelecto é pagão, o coração é cristão”, o que é típico de N. Ele é direto, crítico e muitas vezes agressivo no discurso, priorizando coerência e análise sobre agradar os outros, como em “vai tomar no cu cara, se for pra viver trocando de livro toda hora por crítica de outros então aproveita e vira puta” e “A culpa da queda de natalidade é a promiscuidade e a gordura, não irei desenvolver.”, sugerindo preferência por T em vez de F. Em relação a J/P, ele demonstra vida caótica, humor improvisado, impulsividade e dificuldades de rotina (sono desregulado, mudanças de humor, nada muito estruturado), como em “Meu sono e alimentação são desregulados” e “Como eu faço para erradicar tudo que postei?”, o que indica P. Combinando introversão intensa, foco em abstrações, discurso analítico e vida pouco estruturada, o tipo que mais encaixa no padrão dos tweets é INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Leio Goethe e Schiller no ônibus, apanho na academia por hobby e ainda peço desculpa por soco acidental na rua. Cristão confuso, pagão de intelecto.– @RiyoTheBastard

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e meio caótico, igual a ideia de entrar na porrada pra aliviar a cabeça em “Acho que vou entrar em uma academia de artes marciais, me machucar na base da porradaria talvez possa aliviar a ansiedade” e em “O homem foi feito para se machucar”, por isso a cachaça bem marcada. O licor de café amargo representa as madrugadas melancólicas e a dificuldade de lidar com a vida em “Esses dias eu estava uma merda emocionalmente e completamente melancólico” e “Uma vida tranquila é uma merda, nada muda nessa porra”. A cereja azeda é o toque romântico e meio doentio de quem diz “Sou lunático e apaixonado” e vive triângulo amoroso em “Acho que estou em um triângulo amoroso”. O limão siciliano entra como a acidez intelectual de quem lê Goethe, Hesse e Schiller em “Terminei de ler Werther, dor e sofrimento, recomendo, muito bom” e “Terminei de ler Fausto 1”. Por cima, a espuma de gengibre é a agressividade irônica e violenta transformada em estilo, como em “Transforme a violência em virtude” e “Legalize a violência Legalize os duelos Legalize o fatalismo Legalize a morte”, deixando o coquetel picante, intenso e lembrando que esse cara definitivamente não é drink suave.

Sua Casa de Hogwarts
Riyo demonstra um ethos de violência estetizada e culto à força que combina muito com Slytherin. Ele escreve coisas como "Legalize a violência Legalize os duelos Legalize o fatalismo Legalize a morte" e "Transforme a violência em virtude", o que indica uma visão de mundo hierárquica, dura e orientada a poder. Também existe um flerte explícito com autores e movimentos de extrema-direita e nacionalistas ("Ernst Röhm como revolução conservadora, sinistro", "Mishima será lembra por todo o meu estado de Pernambuco", "Revolução Racial"), o que aponta para admiração por figuras associadas a disciplina, elitismo e vontade de poder. Ele é claramente astuto e manipulador nas interações sociais, como quando conta que "Fingi ser uma trans no discord para enganar um gado... daí comecei a dizer que iria abrir um BO contra ele. Passou um tempo meus amigos criaram um perfil de advogado no whatsapp.", mostrando uso estratégico de artifícios para vencer conflitos. Embora leia muito e tenha traços que poderiam encaixar em Ravenclaw (citando Goethe, Hesse, Schiller e discussões filosófico-teológicas em vários tweets), o fio condutor é o uso desse repertório para reforçar uma persona fatalista, combativa e orientada a força e superioridade, o que é bem mais característico de Slytherin.

Seu filme

Sua música
A mistura de apatia, raiva, humor sombrio e tédio existencial do Riyo lembra muito o espírito de Smells Like Teen Spirit. Ele oscila entre melancolia e impulso destrutivo, como em “Incendiar tudo e ir para longe seria uma fantasia esperançosa” e “Legalize a violência Legalize os duelos Legalize o fatalismo Legalize a morte”. Ao mesmo tempo, há um cansaço e frustração com a vida cotidiana, refletido em “Uma vida tranquila é uma merda, nada muda nessa porra e sempre faz calor pra caralho” e “Que ano de bosta, tudo está uma merda e sempre impedem de tentar mudar alguma coisa”. O tom de confusão emocional e autossabotagem aparece em “Como eu faço para erradicar tudo que postei?” e na luta com ansiedade e solidão em “a solidão é um veneno, é melhor se mudar do que ser sozinho pra caralho”. Tudo isso compõe um retrato bem grunge-adolescente, caótico e introspectivo, que casa perfeitamente com a energia crua da música do Nirvana.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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RiyoTheBastard
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