
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela parece mais com a Lisa Simpson: inteligente, reflexiva, politicamente consciente e cheia de obsessões específicas. A sensibilidade feminista e o incômodo com injustiças lembram muito a Lisa, como em “eu amo ser mulher, mas eu odeio a prisão que é ser mulher ao mesmo tempo…” e em “tem um certo rapper que nunca admira conquistas femininas mas basta um homem fazer a mesma coisa…”. Ela também é muito nerd com estudos e vestibular, vivendo o drama do ENEM/SISU em tweets como “pelo amor de deus cancelem esse sisu cancelem esse enem…” e “esse enem tava conteudista demais pra ser enem pqp que TRAUMA”, o que combina com a dedicação acadêmica da Lisa. Ao mesmo tempo, tem um lado artístico e sensível (tatuadora, apaixonada por literatura, filmes e música), visível em “voltando a ler com agatha christie…” e nas várias obsessões por Drácula, Hunter Schafer e trilhas sonoras. Por fim, a mistura de humor ácido, autoanálise e leve crise existencial – como em “eu só funciono na base da obsessão, obrigada por nada toc 🥰” – é muito Lisa crescendo num mundo meio caótico.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles passam uma imagem mais voltada para o mundo interno e para poucos vínculos intensos do que para socialização ampla, falando de obsessões, estudos e tempo em casa, por exemplo em “acho q meu traço linense mais forte eh que se tiver chovendo eu nao saio de casa de jeito NENHUM” e “infelizmente acho que nunca vou realizar meu sonho de ter um cavalo :(((”, o que sugere I. A forma como viajam em ideias, símbolos e ficções (vampiros, Drácula, Carmilla, Fantasma da Ópera, sexualidade complexa) mostra foco em significados e imaginação, como em “poderia ficar horas discorrendo sobre minha sexualidade de tao complexa que ela eh” e “nao ironicamente todos os problemas q tenho hoje seriam resolvidos se eu fosse transformada em vampira”, alinhando com N. As opiniões vêm carregadas de valor moral, empatia e indignação com injustiças, como em “eu amo ser mulher, mas eu odeio a prisão que é ser mulher ao mesmo tempo” e “tem um certo rapper que nunca admira conquistas femininas mas basta um homem fazer a mesma coisa que ele vem com seus lindos discursos”, indicando forte F. Apesar de terem rotina (estudos, treino, plano alimentar), há muita fala de obsessões, flutuações de energia e decisões difíceis, como em “muito doida a sensação de passar os últimos 2 meses numa rotina intensa de estudos e do nada precisar diminuir o ritmo” e “q decisão do caralho to tendo que tomar”, sugerindo um estilo mais flexível e guiado por sentimento que por estrutura rígida, próximo de P. O conjunto – forte vida interior, idealismo, sensibilidade a injustiças e uso de fantasia/estética (vampiros, filmes, música, símbolos) como linguagem emocional – combina bem com o perfil típico de INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
tatuadora, vestibulanda e futura vampira em SP/BH. já perdi a conta de quantas vezes reassisti Drácula enquanto reclamava do Enem e da dor nas costas– @S0URBLUE

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é meio doce, meio azedo, igual o contraste entre ela amando ser mulher e odiando a prisão que isso traz, como em “eu amo ser mulher, mas eu odeio a prisão que é ser mulher ao mesmo tempo.”. A cachaça mineira envelhecida representa o eixo SP–BH e essa vibe mineira meio falsa mas acolhedora, tipo em “mineiro eh falso mas pouco se fala sobre isso”. O licor de jabuticaba é o lado mato, sítio e natureza, lembrando quando ela disse “eu sirvo pro mato mesmo”. O xarope de caramelo salgado é a obsessão pelo carboidrato e pela comilança, em “eu ❤️ carboidratos !”, mas com o sal representando o estresse do ENEM/SISU, como em “pelo amor de deus cancelem esse sisu cancelem esse enem…”. O suco de limão-siciliano traz a acidez das opiniões fortes sobre cultura pop e rap, tipo “tem um certo rapper que nunca admira conquistas femininas…”. A espuma leve de água tônica por cima é o toque vampírico e etéreo, um aceno às obsessões com Drácula em “decidido que minha próxima tatuagem vai ser o drácula e a mina…” e à fantasia de virar vampira em “todos os problemas q tenho hoje seriam resolvidos se eu fosse transformada em vampira”, deixando o coquetel forte, mas com uma aparência delicada e dramática.

Sua Casa de Hogwarts
Ela demonstra uma mente muito analítica e curiosa, especialmente quando fala de provas, correções e estratégia de estudo, como em “minha escola sempre teve um método voltado pra vestibular e mesmo assim estudar paralelamente pra escola e enem me prejudicou no vest, se eu fosse prof de ensino médio também ensinaria estratégia de prova” e “muito doida a sensação de passar os últimos 2 meses numa rotina intensa de estudos e do nada precisar diminuir o ritmo (quase parar) pra conseguir descansar a cabeça”. Ela vive obcecada em aprender e mergulhar fundo em temas específicos – filmes, música, literatura – como quando assume que só funciona na base da obsessão em “eu só funciono na base da obsessão, obrigada por nada toc 🥰” e quando redescobre Agatha Christie em “voltando a ler com agatha christie agora que a bomba do e**m passou e lembrando o quanto a veia escreve bem”. A curiosidade aparece em diversas frentes culturais: ela se aprofunda em Drácula e adaptações, como em “falando com o meu pai sobre o dracula do christopher lee (...) e o divo solta 'tem um tal de drácula feito pelo francis ford copolla também.... nunca assisti' e eu”, devora musicais e trilhas em “descobri Garou e to chocada com a voz desse cara como podeeeeeee” e “descobri essa música do musical do corcunda de notre dame e eu to simplesmente obcecada como PODE alguem escrever uma letra dessa”. Também há bastante reflexão sobre a própria identidade e sexualidade, com nuance e autocrítica, como em “poderia ficar horas discorrendo sobre minha sexualidade de tao complexa que ela eh” e “falando com o lu hoje o quanto eu tenho medo de falar que sou bissexual hoje pq a quantidade de bis que performam uma heterossexualidade quase que apagando o outro lado do ser bi é enorme”, o que reforça o perfil introspectivo e intelectual típico de Ravenclaw. Embora exista engajamento emocional e senso de justiça em temas sociais, como em “eu amo ser mulher, mas eu odeio a prisão que é ser mulher ao mesmo tempo”, o traço predominante é o pensamento crítico, a obsessão em entender profundamente aquilo que ama e a constante reflexão – marca registrada de uma Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A música Smalltown Boy combina muito com a forma como ela se enxerga e com o lugar de onde veio, já que ela mesma diz que “smalltown boy eh nao ironicamente a musica da minha vida”. A temática de alguém sensível tentando se encontrar num ambiente pequeno e às vezes hostil conversa com os dilemas que ela compartilha sobre identidade e pertencimento, como quando fala do medo de performar uma heterossexualidade que apaga sua bissexualidade em “falando com o lu hoje o quanto eu tenho medo de falar que sou bissexual hoje pq a quantidade de bis que performam uma heterossexualidade quase que apagando o outro lado do ser bi é enorme”. A canção também reflete o incômodo com a violência e com as limitações impostas pelo gênero, como quando ela desabafa: “eu amo ser mulher, mas eu odeio a prisão que é ser mulher ao mesmo tempo”. Além disso, o tom melancólico porém resiliente da música combina com alguém que lida com pressão de vestibular, injustiças e estresse, mas ainda encontra obsessões, amores e estética pra se agarrar no meio do caos.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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S0URBLUE
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