
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela parece mais com a Lisa Simpson: nerd, opinativa, engajada e extremamente online. Assim como a Lisa, ela tem posicionamentos fortes sobre injustiças e opressões, tipo quando ironiza prioridades sociais em “Mentira #1 racismo #2 bifobia #3 gordofobia” e fala de lesbofobia e misoginia em “tem que ser muito lesbofobico e misógino pra nao gostar de bishova pqp”. Ao mesmo tempo, é muito fã, emotiva e apaixonada pelas coisas que gosta, como quadrinhos e personagens, em tweets como “Aqui nas ruas do interior de São Paulo gritamos por bissexual clint barton” e “Eu amo bishova tanto, toda noite eu vou dormir chorando sabendo que elas nunca vao ser canon”. Ela também demonstra um lado sensível e introspectivo típico da Lisa quando fala de traumas e memórias, como em “meu sonho é dar um livro aue eu li, marquei, escrevi nas margens pra alguem, serio”. Por fim, o humor irônico e inteligente em frases como “Inglês é muito sem graça 'who's we' nunca sera um 'nois quem?'” combina perfeitamente com o jeito sagaz e crítico da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais Extrovertidos (E) do que introvertidos: comentam tudo em tempo real, de Grammy a futebol, fandoms e vida pessoal, com energia social alta e bem voltada pra fora, como em “Acho q essa é a primeira vez q eu nao vejo o Grammy…” e o desabafo quase performático em “quero abrir um clube da luta pra comer buceta”. O estilo é claramente Intuitivo (N): focam em possibilidades, metáforas e ideias (fandoms, ships, representatividade, política de identidades), não em detalhes concretos; por exemplo, o jeito de transformar futebol em narrativa em “pra mim todas elas estão em um enemies to lovers” e de ver quadrinhos como algo maior em “eu as vezes fico impressionada como quadrinhos podem ser muito baratos e muito caro ao mesmo tempo”. A preferência por Feeling (F) é forte: opiniões vêm carregadas de valores, empatia e raiva de injustiça, como em “Mentira #1 racismo #2 bifobia #3 gordofobia” e na defesa de personagens e mulheres lésbicas em “tem que ser muito lesbofobico e misógino pra nao gostar de bishova”. O lado Perceiving (P) aparece na espontaneidade, impulsividade e pouca ênfase em planejamento: reclamam de não estudar em “MDS EU NAO ESTUDEI”, mudam de assunto o tempo todo (fanfic, jogos, hqs, Grammys, política) e vivem muito no fluxo do momento, como em “Quem me ve tuitando assim nem sabe q eu to com pe todo fudidk”. Somando esses traços – expressão externa intensa (E), foco em ideias e narrativas (N), centralidade de valores e afetos (F) e estilo solto, reativo e caótico (P) – o tipo que melhor encaixa é ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Lesbica alta, leitora de HQ, arqueira amadora e crítica de Grammys nas horas vagas. Uma vez quase virei estatística tentando pegar mangá em promoção.– @sffolkroan

Seu coquetel exclusivo
A base de cachaça envelhecida representa a brasilidade interiorana e caótica, aquela que reclama de McDonald’s na roça em "aqui na minha roça é normal so gente rica e chique ir com frequência em mc donalds e fast food..." e grita por bissexual Clint Barton em "Aqui nas ruas do interior de São Paulo gritamos por bissexual clint barton". O licor de café é a insônia afetiva de quem vai dormir chorando por ship impossível em "Eu amo bishova tanto, toda noite eu vou dormir chorando sabendo que elas nunca vao ser canon" e ainda assim segue surtando com fanart em "acabei de torcer o tornozelo e a primeira coisavq me aparece quando abro o twt é fanart bishova". O xarope de framboesa traz o lado doce-safado de quem declara "quero abrir um clube da luta pra comer buceta" e se assume na bio e no tweet de apresentação em "10 things about me ☆ ... ☆ sexuality: lesbian". O suco de limão siciliano dá a acidez debochada de frases como "A marvel tem bosta mas pelo menos nao tem um peidinho" e a vontade de jogar certos artistas no vulcão em "jogaria o Justin bieber em um vulcão ativo e viver tudo isso dnv seria opcional". Já o bitter de cacau finaliza com um drama pop-cinéfilo, lembrando a catarse de "Eu depois de retrato de uma jovem em chamas" e a paixão por cultura pop em "muito sdds da #lorenaferrete" e em todos os surtos com Kate Bishop, porque esse drink é forte, dramático e um pouco rancoroso — exatamente como uma timeline cheia de Grammys, HQs e sapatão gritando na internet.

Sua Casa de Hogwarts
O jeito como ela fala mostra muita coragem e impulsividade típica de Gryffindor. Ela se posiciona sem medo, seja em relação a cultura pop ou política, por exemplo quando diz que jogaria uma celebridade em um vulcão sem rodeios em “jogaria o Justin bieber em um vulcão ativo e viver tudo isso dnv seria opcional” e quando chama de forma direta o preconceito em “Mentira #1 racismo #2 bifobia #3 gordofobia”. Ela também demonstra um senso forte de justiça e defesa das minorias, como em “Faço parte de uma minoria menor ainda de mulher viada lesbica” e em “tem que ser muito lesbofobico e misógino pra nao gostar de bishova pqp”, sempre batendo de frente com o que considera errado. Além disso, o jeito intenso, dramático e passional de comentar tudo (Grammy, HQs, futebol, ships, etc.) aponta mais para o coração impulsivo de Gryffindor do que para a racionalidade de Ravenclaw ou a ambição calculada de Slytherin. Mesmo quando fala de dor física ou emocional, mantém um tom destemido, como em “Quem me ve tuitando assim nem sabe q eu to com pe todo fudidk”, o que reforça ainda mais esse perfil corajoso e meio inconsequente, bem leonino de Hogwarts.

Seu filme

Sua música
A persona da ferd mistura caos, intensidade, humor ácido e crises existenciais, que combinam muito com gasoline. Ela faz piada com o próprio jeito destrambelhado e traumatizado, como em “me deu gatilho de muitos traumas” e “eu nao temho medo mas eu tenho trauma com right where you left”, o que lembra os versos sobre se sentir quebrado, mas funcional. O jeito queer e debochado, de quem fala de si como “mulher viada lesbica” em “Faço parte de uma minoria menor ainda de mulher viada lesbica” e grita amor lésbico em “quero abrir um clube da luta pra comer buceta”, combina com a energia de autoafirmação torta da música. Ela também é obcecada por cultura pop e personagens bagunçados, tipo em “Eu amo bishova tanto, toda noite eu vou dormir chorando sabendo que elas nunca vao ser canon” e “Aqui nas ruas do interior de São Paulo gritamos por bissexual clint barton”, o que ecoa a vibe de gasoline de ser "estranha" demais pro normal. No geral, é uma música sobre ser caótico, sentir que tem algo errado na cabeça, mas ainda assim seguir em frente com raiva, humor e intensidade — exatamente o jeito que ela performa a própria vida no Twitter.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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sffolkroan
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