
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O @shadowsboxer parece mais com a Lisa Simpson: sensível, autoconsciente, meio melancólico, cheio de opinião e muito ligado a arte e estudo. Lisa é a que sofre com o peso do mundo e da própria cabeça, bem na linha de tweets como “sobre estar navegando em meio a ondas de melancolia e nostalgia” e “só preciso de um mês afastado de tudo por favor”. Assim como a Lisa nerd das mil atividades, ele vive em torno de faculdade, estágio e vida mental organizada à força, vide “finalmente acabou essa bosta de semestre” e a lista hiperdetalhada de metas em “2026 in: voltar a tomar venvanse… ler 2 livros por mês…”. A paixão intensa por cultura pop, cinema e música, com opiniões fortes tipo “assistirei ao lixente secreto pelo torrent que vazou hoje” e “amei o novo da lily allen”, também lembra a forma como a Lisa se apega a livros, shows e causas. Até o ranço irônico com o mundo – “odeio todo mundo que tá postando foto em praia ou piscina” – combina com a energia de quem se sente um pouco deslocado e crítico, mas ainda assim é profundamente afetivo e envolvido com tudo à sua volta.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles soam bem mais voltados para o próprio mundo interno do que para socialização constante, reclamando de viagens longas com as mesmas pessoas (“viagens não podem durar mais de três dias com as mesmas pessoas”) e de estar cercado de muito hétero (“viajar com muito hétero sempre dá problema”), além de curtirem momentos mais introspectivos com séries e música (“terminei minha rewatch de dark e tô chorando mto meu pai que serie linda”). A preferência por Intuição aparece na forma como falam de memórias, nostalgia e clima emocional (“sobre estar navegando em meio a ondas de melancolia e nostalgia”), na fixação simbólica com cinema e cultura pop (Hamnet, Dark, Alien, música pop) e em comentários mais gerais sobre vida, não apenas fatos concretos. A dimensão F se destaca na intensidade emocional e nas reações afetivas: frustração com cinemas que não exibem Hamnet (“eu me prostituiria pra assistir hamnet em um cinema”), ódio de Aliens por não bater com o gosto pessoal (“assisti aliens pela primeira vez e simplesmente odiei”) e o tom vulnerável sobre saúde mental e remédios (“fiz as pazes com a quetiapina”). Já o P aparece no improviso, impulsividade e certa desorganização: comprar ingresso no impulso e só depois perceber o compromisso longo (“inventei de comprar ingresso pro senhor dos anéis no impulso”), esquecer ecobag (“não acredito que to indo pra praia e esqueci minha ecobag do mubi”) e mandar mensagem errada na faculdade (“enviei uma mensagem errada pro whatsapp da faculdade”). Apesar de críticas ácidas ocasionais (que poderiam sugerir T), a base é claramente valorativa e emocional, mais ligada a autenticidade, estética e sentimentos, o que combina mais com um perfil INFP do que com tipos Thinking ou muito estruturados.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Estudante cinéfilo em Caxias, faz fila pra ver Hamnet e reclama do forno a 190°C. Entre Venvanse, quetiapina e playlists, tentando não surtar.– @shadowsboxer

Seu coquetel exclusivo
Um drink meio dramático, meio debochado, como quem promete “dryhumping voltar a tocar teclado cinema francês” no réveillon e realmente sente tudo em caps lock (“2026 in: voltar a tomar venvanse ler 2 livros por mês natação shape de na’vi dryhumping voltar a tocar teclado cinema francês”). A cachaça envelhecida dá o teor alcoólico forte, pra acompanhar o pessimismo raiz de quem vive reclamando de frio em outubro e janeiro (“eu não aceito viver na realidade que faz menos de 20 graus em outubro”, “que frio é esse em pleno mês de janeiro?”). O licor de framboesa aparece em homenagem ao único momento bom do dia ser a vitamina em gotinhas (“única parte do boa dos meus dias tem sido a hora de tomar a b12 sublingual com gosto de framboesa”), adoçando o azedume do limão siciliano que representa os surtos com cinema, streaming e assinaturas (“quero mergulhar em ácido toda vez que eu esqueço de cancelar um teste grátis de assinatura”, “mas é lógico que nenhum cinema de cuxias do cul tem sentimental value na programação”). O xarope de ervas amargas traz o gosto de revolta com logística, IA tosca na TV e vida acadêmica (“é impressionante os responsáveis pela logística da amazon são super incompetentes”, “o fantástico usando ia pra ilustrar uma reportagem que era só filmar uma pessoa abrindo um armário com remédios err”, “finalmente acabou essa bosta de semestre”). Por cima, uma espuminha leve de água tônica com B12 mocka o remédio e a quetiapina da paz selada (“fiz as pazes com a quetiapina 🙏🤝🛐”), deixando o coquetel com cara de experimental, meio melancólico, mas secretamente aconchegante – tipo comprar ingresso pra Senhor dos Anéis no impulso e depois admitir que nem foi tão ruim assim (“inventei de comprar ingresso pro senhor dos anéis no impulso e só me toquei agora que vou perder 4h do meu sábado em função disso”, “ai nem foi tão ruim assim. só no final que aplaudiram como se não tivessem assistido esse filme 50 vezes só nessa década”).

Sua Casa de Hogwarts
Os sinais mais fortes apontam para Corvinal. O Vitor vive comentando filmes, séries e música com olhar crítico e opinativo, como quando fala de Aliens em “assisti aliens pela primeira vez e simplesmente odiei. por que tanta gente gosta dessa continuação fraca?” ou destrincha lançamentos pop em “agora que todas as músicas saíram da pra falar que berghain é bem chatinha”. Há também um lado claramente intelectual/curioso: ele acompanha cinema de autor e reclama da programação local em “mas é lógico que nenhum cinema de cuxias do cul tem sentimental value na programação” e chega ao ponto de dizer “eu me prostituiria pra assistir hamnet em um cinema”, mostrando uma dedicação quase acadêmica ao que gosta. Ele demonstra interesse em leitura e autoaperfeiçoamento em “lendo mudar: método” e nas metas de ano novo em “2026 in: voltar a tomar venvanse ler 2 livros por mês…”, que incluem estudo, foco e disciplina mental. Até o humor dele é analítico e um pouco sarcástico, como em “aí a pessoa acredita em tarot e não quer ser chamada de retardada selvagem”, típico de alguém que valoriza lógica e pensamento crítico. Há traços de impulsividade grifinória (como comprar ingresso de 4h de Senhor dos Anéis em “inventei de comprar ingresso pro senhor dos anéis no impulso…”), mas o conjunto de curiosidade, gosto por análise e foco em cultura e estudo é muito mais característico de Corvinal.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina muito com @shadowsboxer é Green Light, da Lorde: meio melancólica, meio ansiosa por mudança, mas sempre em movimento. Ele vive entre o desejo de controlar tudo e a vontade de chutar o balde, o que combina com o “freedom and control” da bio e com coisas como “só preciso de um mês afastado de tudo por favor” e a listinha de metas de ano novo em “2026 in: voltar a tomar venvanse… out: festas de caxias…”. A letra de Green Light fala de começar de novo em meio ao caos emocional, o que ecoa bem tweets como “sobre estar navegando em meio a ondas de melancolia e nostalgia” e “meio agoniado que as memórias de 2024 agora fazem dois anos”. Além disso, ele claramente gosta da própria Lorde, já que comenta “a lorde jurou de pé junto que tava fazendo isso aqui no virgin”, então faz sentido escolher uma faixa dela que mistura drama, ironia e vontade de seguir em frente do jeito que ele parece viver e tuitar.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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shadowsboxer
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