
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A personalidade dela lembra a Lisa Simpson porque é inteligente, politizada e vive com um pé na ironia e no ódio ao status quo. Ela demonstra posicionamento político e educacional claro, como em “Viva ao Paulo Freire!!” e quando procura colegas de curso em “PROCURANDO CALOUROS DE PEDAGOGIA DA UNESP BAURU 🥳🥳🥳”, algo muito Lisa (engajada e ligada à educação). Ao mesmo tempo, tem crises existenciais e sensíveis, como em “tô magoada na verdade mas não posso fazer nada a respeito por que eu não fiz nada” e “acho que devo ser idiota”, que lembram o lado mais melancólico da Lisa adolescente. O humor ácido e a raiva do mundo aparecem em vários momentos, por exemplo em “nossa eu odeio homens queria bloquear todo conteúdo vindo de homens” e “maiores bandas da história kkkkkkkkkkkkkkkk quero que morra todos do Red hot”, o que ecoa a forma como Lisa critica tudo e todos quando está frustrada. Por fim, ela tem um lado doce e afetivo com o gato Anakin em “EU CHEGUEI EM CASA ELE TAVA ASSIM EU AMO MUITO ELE”, semelhante ao carinho da Lisa pelos animais e pelas pequenas coisas no meio do caos.

Seu tipo de personalidade MBTI
A tendência a comentar mais sobre sentimentos, incômodos e percepções pessoais do que sobre grandes rolês sociais sugere introversão (I). Ela fala de ficar sem dormir, cortar a franja, ver Stranger Things e cuidar do gato Anakin em um tom bem intimista, por exemplo em “caralho eu to sem sono” e “Assistir o final de stranger things me deixa triste porque eu to ficando cada vez mais velha”, o que passa mais vibe de mundo interno do que de busca de atenção social. O foco é majoritariamente em experiências concretas do dia a dia (cabelo, academia, gato, comida, família), o que aponta para Sensing (S) e não Intuition: ela descreve coisas práticas como “to fazendo lasanha de presunto e queijo”, “Anakin tomou sua primeira vacina hoje” e “Toda vez meu cabelo acorda lindo e ele fica horrível quando volto da academia”, sem muita viagem abstrata ou teórica. Ao mesmo tempo, praticamente todas as opiniões vêm carregadas de valor emocional, amor ou ódio, o que caracteriza Feeling (F): ela reage com intensidade a pessoas e coisas, como em “Viva ao Paulo Freire!!”, “amo ser bissexual” e xingamentos muito passionais a figuras ou grupos, mostrando julgamento baseado em valores pessoais. Quanto a Perceiving (P), ela parece agir de modo espontâneo e pouco planejado: decide pintar o cabelo em cima da hora (“está decidido vou pintar meu cabelo de preto”), compra tinta verde impulsivamente (“Comprei tinta de cabelo verde”), faz comida de madrugada porque deu vontade (“Estou comendo miojo agr pq deu vontade”) e admite ficar sentada sem conseguir ir tomar banho (“Eu to a 24 min sentada na cama sendo que era p eu tomar banho”). O conjunto sugere alguém voltado para o mundo interno, muito emotiva e valorativa, com foco em vivências concretas e rotina, mas de forma caótica e reativa em vez de organizada — algo mais próximo de INFP/ISFP, com leve inclinação a INFP pela intensidade das posições e pela bio mais melancólica “is it better to speak or to die?”, que lembra a reflexão interna típica de N-dom; ainda assim, as evidências concretas de dia a dia e falta de abstração pura deixam a classificação como INFP uma aproximação, não uma certeza absoluta.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Pedagogia na UNESP Bauru, mãe do Anakin (o gato, não o Jedi). Defensora de Paulo Freire, haters de kombucha, Los Hermanos e Red Hot favor afastar-se.– @shegottabaday

Seu coquetel exclusivo
A base é cachaça bem forte, porque essa energia de mandar coisas e pessoas explodirem e morrerem (“Queria que o onedrive explodisse”, “maiores bandas da história kkkkkkkkkkkkkkkk quero que morra todos do Red hot”) pede um drink que chegue chutando a porta. Entra licor de café pra representar as madrugadas sem sono (“caralho eu to sem sono”) e o clima meio darkzinho, combinando com o cabelo preto e franja (“cabelo preto e franja de feminista pra começar o ano”). O suco de abacaxi fresco é um aceno direto à vibe gostosa da “caipirinha de abacaxi 💖💘💖💘💖”, e ao fato de que no fundo ela curte um rolê doce. O xarope de pimenta e gengibre representa o temperamento explosivo e as respostas afiadíssimas (“fale por vc piranha”, “morre puta gótica de direita é o caralho se mata puta”), dando aquele ardido que fica na boca. Por cima, uma espuma cítrica de limão e laranja pra simbolizar o caos afetivo-familiar e as minúsculas causas do dia a dia (“Na delegacia de minúsculas causas”, “Todo oportunidade da minha mae me chamar de imensa…”), mas também o brilho de quem ama o próprio gato Anakin (“EU CHEGUEI EM CASA ELE TAVA ASSIM EU AMO MUITO ELE”) e segue vivendo entre o deboche e o carinho.

Sua Casa de Hogwarts
A iracema é extremamente impulsiva, confrontativa e tende a partir pra briga sempre que vê algo que considera errado, o que é bem típico de Gryffindor. Ela fala em matar ou que as pessoas deveriam morrer em tom hiperbólico e combativo, como em “meu deus do céu matem todos os sulistas” e “pra mim tinha que todos morrerem”, mostrando um estilo de reação intensa, não calculado. Quando alguém a irrita, ela responde sem filtro: “se eu pudesse matar alguém no mundo seria essa pessoa com certeza imprestável do caralho” e “morra insuportável”, priorizando dizer o que pensa em vez de ser diplomática. Ela também protege o que gosta com paixão, como quando defende o Timothée Chalamet em “só os vagabunda sebosas que tem ódio pelo timothée”, e admira figuras combativas da educação, como em “Viva ao Paulo Freire!!”. Essa combinação de coragem pra bater de frente, intensidade emocional e pouca preocupação com as consequências encaixa muito mais em Gryffindor do que em Slytherin ou Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A música bad guy combina com o jeito irônico, agressivo e meio caótico da Iracema. Ela vive tuitando xingamentos hiperbólicos e violentos na zoeira, como em “pra mim tinha que todos morrerem”, “morram flamenguistas” e “maiores bandas da história kkkkkkkkkkkkkkkk quero que morra todos do Red hot”, o que lembra o tom debochado da música. Ao mesmo tempo, ela mistura esse humor ácido com vulnerabilidade e cotidiano, como quando fala da família em “Todo oportunidade da minha mae me chamar de imensa…” e do irmão em “tata tem um anakin preto no telhado”. Esse contraste entre casca grossa e sensibilidade casa com a persona de bad guy, alguém que performa o papel de "vilã" mas claramente sente muito. Até nas tretas políticas e de opinião, como em “Viva ao Paulo Freire!!” e “nossa eu odeio homens queria bloquear todo conteúdo vindo de homens”, ela assume esse lugar de quem não tem medo de ser "a chata" — exatamente a energia provocadora da música.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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shegottabaday
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