
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de engajamento político, angústia existencial e interesse teórico coloca essa pessoa muito próxima da Lisa Simpson. Ela vive problematizando capitalismo e neoliberalismo, como em “o invidivualismo neoliberal estaduinidense cada um no seu quadrado acabou com a sociedade” e “todo meu desprezo ao norte global”, exatamente o tipo de crítica estrutural que a Lisa faria. Ao mesmo tempo, há uma busca intensa por compreensão total do mundo, como em “todo dia eu penso 'quero entender' e esse pensamento sempre é seguido da pergunta 'quero entender o que?' e a resposta é sempre a mesma 'TUDO'”, bem no espírito da Lisa nerd filosófica. A sensibilidade afetiva e o amor às pessoas aparecem em “acho muito bonito lidar com pessoas, entender suas vulnerabilidades e inseguranças, amo estar com as pessoas” e na paixão pela Julia, o que ecoa a forma intensa como a Lisa se relaciona com os outros. Por fim, o gosto por teoria pesada (Lacan, Hegel, Zizek) e a crise com o próprio lugar no mundo – por exemplo em “trabalhar com a area social pra tentar dar jeito no odio que eu carrego ou trabalhar com o luto pra viver o cuidado e o fim das coisas” – reforçam essa imagem de uma Lisa mais velha, latino-americana e comunista.

Seu tipo de personalidade MBTI
A forma como ele narra o próprio mundo sugere introversão: fala de ficar olhando pro teto e pensando (“a única coisa que eu faço da minha vida é olhar pro teto e pensar”), de se entreter mais com a própria imaginação que com cultura pop, e expressa um certo desconforto social em pesadelhos onde "estraga o clima" e sai correndo (“as vezes o sonho nao é metafórico, é só um dos meus maiores pavores mesmo”). Ele é claramente mais intuitivo (N) do que sensorial: vive em abstrações sobre morte, fim, luto e estruturas sociais, como em “o invidivualismo neoliberal estaduinidense... transformou todas as interações humanas em transações frias causou uma erosão da solidariedade” ou “tenho constantemente pensado em cenários que com certeza vão acontecer no futuro... nessa lembrança do futuro”. O eixo Feeling (F) aparece tanto na prioridade ao cuidado e à relação quanto na intensidade emocional: ele quer entregar a vida ao hospital e ao luto (“prefiro entregar minha vida ao hospital e lidar a morte”), fala de amar lidar com vulnerabilidades das pessoas (“acho muito bonito lidar com pessoas, entender suas vulnerabilidades e inseguranças”) e dramatiza o amor com grande afetividade (“boa noite talvez eu morra de vontade até ver ela de novo”). Já o lado Perceiving (P) aparece na oscilação, impulso e pouca rigidez estrutural: fantasia dates caóticos tipo “ideia de date: a gente fica perdido em são paulo por 9 horas”, alterna entre extremos emocionais (“estar apaixonado é muito estranho... um segundo dps to nunca superaremos o capitalismo”) e até quando planeja estudar para férias o tom é mais de empolgação caótica do que de organização rígida (“eu vou virar a porra do monstro do lago ness”). Somando introversão reflexiva, foco em abstrações existenciais, valores afetivos fortes e estilo de vida mais fluido e intenso do que estruturado, o tipo que melhor o descreve é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Psicologia, luto e comunismo tardio. Já desmaiei de cólica renal no plantão e ainda acho lindo cuidar de gente. SP, hospital, livros e narizes.– @silvinhodobts

Seu coquetel exclusivo
Cachaça envelhecida é a base forte e comunista, lembrando o ódio ao neoliberalismo e ao norte global de tweets como “o invidivualismo neoliberal estaduinidense cada um no seu quadrado acabou com a sociedade” e “todo meu desprezo ao norte global”. O licor de tangerina traz o afeto apaixonado e meio brega, ecoando “alceu valença no tiny desk e ele não cantou flor de tangerina a musica do meu 2026” e o surto romântico de “oi vem dormi aqui oi vem dormi aqui”. O vermute seco adiciona uma nota amarga-intelectual, do cara que lê Zizek, Lacan e odeia psiquiatras metidos a psicólogos, como em “kluber ross causou um dano irreparável na compreensão do luto, odeio psiquiatras metidos a psicólogos (sim essa é pra vc lacan)” e “meu tcc vai ser critica ao sujeito cartesiano + palhaçaria + individualismo neoliberal + luto”. O shrub de limão com sal grosso simboliza a dor física e o hospital – ácido, necessário e meio violento – lembrando “depois de 10 anos tive mais uma colica renal hoje na madrugada, dito isso minha vida nunca esteve tão boa” e “na madrugada de hoje eu desmaiei de dor no hospital, vomitava de dor e mesmo assim demorei a ser atendido”. Por fim, a espuma de água com gás é a camada sensível e vulnerável que cobre tudo, como o choro por um detalhe mínimo em “minha vulnerabilidade emocional está no nível de eu chorei pq tinha água com gás na geladeira” e o amor pela presença viva em “não cabe reflexão, nao cabe grandes pensadores ou metabolizar ideias, é, e ao ser, só existe quando estamos, a presença de amar me parece viva demais para ocupar o teorico”. Este drink é forte, meio amargo, mas com um doce estranho de quem vive entre o fim das coisas e a esperança comunista – perfeito pra alguém que diz “acho que eu estou fadado a estar no limiar do fim das coisas”.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais dominante é uma curiosidade intelectual quase obsessiva: ele fala de querer entender tudo em “tem uma pensamento que assombra todo silêncio que eu fico, todo dia eu penso 'quero entender' e esse pensamento sempre é seguido da pergunta 'quero entender o que?' e a resposta é sempre a mesma 'TUDO'”, e planeja férias para estudar ao ponto de 'virar o monstro do lago ness' em “eu estou organizando os materiais pra estudar nessas férias, puta que pariu, eu vou virar a porra do monstro do lago ness”. A vida dele gira fortemente em torno de teoria, filosofia e psicanálise: ele fala em ler Lacan e Zizek sem parar em “é tão torturante a rotina do 'desevento', se tenho estudado lacan o dia inteiro e em anos vou ainda relembrar esse saber, o computador apagando toda vez q vou no banheiro ou eu sentindo frio mas me recusando a me agasalhar por não querer parar de ler zizek”, e planeja um TCC conceitual em “meu tcc vai ser critica ao sujeito cartesiano + palhaçaria + individualismo neoliberal + luto”. Ele demonstra um prazer claro em análise abstrata, misturando conceitos complexos com humor, como em “ai se ta me beijando e eu paro pra te explicar a dialética do senhor e do escravo” e em “conceituar ela da teoria lacaniana de retroação e ao devir hegeliano”. Embora haja coragem política e afeto, o núcleo da identidade dele é o pensamento: ele se entretém "olhando pro teto e pensando" em “a única coisa que eu faço da minha vida é olhar pro teto e pensar, eu consumo os pensamentos da minha cabeça e me entretenho com a minha imaginação”, e até seus planos de carreira passam por instituições acadêmicas em “gosto muito de criar planos pra abrir caminhos, construindo detalhadamente formas concretas de sair da residência direto pro cicely saunders institute”. Essa combinação de amor pelo estudo, análise conceitual constante e criatividade intelectual é muito mais típica da Corvinal do que de qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A canção Velha Roupa Colorida do Belchior se encaixa muito bem na mistura de luto, política, memória e afeto que atravessa a timeline dele, inclusive citada diretamente quando descreve um momento de tristeza coletiva intensa: “todo mundo, ao mesmo tempo, dançava e chorava ao som de velha roupa colorida, foi uma tristeza animada”. A música fala de mudanças históricas, desencanto com o mundo e necessidade de transformação, o que combina com o ódio declarado ao neoliberalismo, ao imperialismo e ao norte global, como em “o invidivualismo neoliberal estaduinidense... causou uma erosão da solidariedade” e “todo meu desprezo ao norte global”. Ao mesmo tempo, Belchior trabalha a memória e o tempo de forma melancólica, algo muito próximo dos tweets sobre o avô e o luto, como em “todo fenômeno crítico que eu vivo eu penso em como seria bom conversar sobre isso com meu avô”. A música também dialoga com o tom de alguém que se sente vivendo "períodos críticos" e grandes mudanças, como ele mesmo diz em “eu não consigo deixar de ter a sensação de estou vivendo na construção de algo muito muito grande”. No conjunto, é uma faixa que junta engajamento político, melancolia histórica e uma tristeza animada — exatamente o clima que ele parece habitar.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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