
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de ironia, zoeira constante e um certo caos controlado lembra muito o espírito do Bart Simpson. Ele vive tirando sarro de tudo e de todos, como quando fala de política e religião em tom de deboche em “Fui chamado de comunista pela minha vó pq zombei do Nikolas ferreira e seus walking dead” e “Crente de qualquer religião tho.”. Ao mesmo tempo, tem aquele lado de moleque metido a culto, fissurado em cultura pop, música e séries, escrevendo coisas como “Sem meu gosto musical eu não sou nada...” e defendendo jazz e Bill Evans em “o cabra vai descobrir Bill Evans no momento mais duro da vida e será eternamente grato.”. Também é impulsivo e gosta de aventura, indo sozinho pra trilha e praia em “Hj eu andei 8km Sozinho em trilhas e rochas [...] Eu faria isso todo dia se pudesse.” e saindo no susto pra show em “estou saindo sozinho de maluco, só se vive ima vez.”. No fundo, por trás da postura de jester e do humor ácido, aparece um cara sensível e meio sentimental, escondido em coisas como “Às vezes é só vc e um filme neonoir de um cara solitário, contra o mundo.” e “Não tankei o calor, tô no terraço escutando uns álbuns pendentes e olhando as estrelas. As vezes vale a pena estar vivo.”, o que combina com o lado mais vulnerável do Bart que aparece de vez em quando na série.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais introvertidos (I) do que extrovertidos: valorizam programas solos como cinema (“90% das vezes que eu fui ao cinema na vida foi sozinho. sessão de 14h 16h é o sweet spot do Kino.”) e trilhas/praias sozinho (“Hj eu andei 8km Sozinho em trilhas e rochas…”), e se colocam como o “cool unc que aparece 1x no ano” em encontros familiares (“Estou fadado a ser o cool unc que aparece 1x no ano.”). A preferência por intuição (N) aparece na forma como ele generaliza padrões culturais e de mídia, como quando critica o gosto médio do público (“Pelo menos umas 5 não merecem estar aí, mas o público só viu 10 séries na vida.”) ou elogia o jazz pelo modo criterioso de escolher músicos (“Uma das paradas que eu mais gosto no jazz é que a galera é meio Mustaine, escolhem os membros da banda a dedo…”), sempre indo além do concreto para falar de sistemas e critérios. Ele é nitidamente thinking (T): faz julgamentos diretos, às vezes duros, como em “Milho na praia é o maior scam da história kkkkkk tem q ser muito otário.” e “Acredita em signo não ironicamente KKKKKKKKKKKKKKK”, e organiza argumentos racionais sobre música, séries ou cinema, frequentemente criticando incoerências do mainstream. A postura é muito perceiving (P): vida meio caótica, escolhas espontâneas e pouca rigidez de planejamento, como sair sozinho para um show na hora (“Cheguei em casa, vi que tava tendo um show de hardcore aqui perto de casa, estou saindo sozinho de maluco, só se vive ima vez.”), procrastinar compra de tênis enquanto investe impulsivamente em outras coisas (“Todo mês eu fico dividido entre comprar um tênis novo… Conclusão, tô usando o msm tênis já há 1 ano…”) e encarar o dia a dia com muita improvisação. Somando o lado analítico, crítico e irônico (T), o foco em padrões e ideias (N), o estilo de vida flexível (P) e a preferência por atividades solitárias/reflexivas (I), o tipo que melhor encaixa é INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Economista em formação, cinéfilo e jazz enjoyer. Já reconheci sample de Yes em jogo de Nintendinho e considero isso meu maior feito científico.– @sirArthur_TM

Seu coquetel exclusivo
A cachaça envelhecida forte representa o lado raiz, carioca e maloqueiro culto que vai em show de hardcore sozinho e anda 8km em trilha porque “só se vive uma vez”, como em “Cheguei em casa, vi que tava tendo um show de hardcore aqui perto de casa, estou saindo sozinho de maluco, só se vive ima vez.” e “Hj eu andei 8km Sozinho em trilhas e rochas... Eu faria isso todo dia se pudesse.”. O licor de café é o cinéfilo/sériemaníaco que vê sessão de 14h, fala de Veep, The Leftovers e neon-noir de madrugada, como em “90% das vezes que eu fui ao cinema na vida foi sozinho. sessão de 14h 16h é o sweet spot do Kino.” e “Às vezes é só vc e um filme neonoir de um cara solitário, contra o mundo.”. O suco de maracujá azedo-doce é o equilíbrio entre a acidez dos rants (“Milho na praia é o maior scam da história kkkkkk” e “Nunca vai entrar na minha cabeça que o cabra tem dinheiro suficiente pra ir para orlando, e escolhe ir para Orlando...”) e o lado afetivo que contempla estrelas no terraço, como em “Não tankei o calor, tô no terraço escutando uns álbuns pendentes e olhando as estrelas. As vezes vale a pena estar vivo.”. O bitter de laranja simboliza o gosto sofisticado e um pouco arrogante de quem defende jazz, Bill Evans, Koji Kondo, Robert Fripp e séries boas, reclamando do blockbuster e das listas populares, vide “Uma das paradas que eu mais gosto no jazz é que a galera é meio Mustaine...” e “Pelo menos umas 5 não merecem estar aí, mas o público só viu 10 séries na vida.”. A espuma de gengibre por cima é o tempero caótico e espirituoso, o jestermaxxing e as frases absurdas tipo “Rest in piece my granny she got hit by a bazooka 🎶” e “Acordei de madrugada e vi um reel dizendo que qualquer homem que se preza faz pelo menos 20 flexões de uma vez. FIZ 33 SEU OTÁRIO!”. No conjunto, o Megazord Etílico™ é um drink forte, irônico e surpreendentemente equilibrado, igual ao cara que se descreve como “Megazord étnico.” e diz “Sem meu gosto musical eu não sou nada...”.

Sua Casa de Hogwarts
Ele demonstra um prazer quase nerd em reconhecer padrões e em aprender coisas obscuras, como quando se gaba de reconhecer um sample de um YES de 73 em trilha de Nintendinho, dizendo que isso é o ápice do cérebro humano ("Reconheci um sample de um trecho de uma música de 24 min do YES..."). O gosto por séries e filmes mais sofisticados, chamando The Leftovers de a série mais subestimada da HBO e listando uma penca de títulos prestigiados ("Veep Six feet under Barry big litte lies band of brothers e a GOAT... The leftovers."), revela alguém que curte analisar mídia e fuçar coisa fora do óbvio. Ele também tem um lado bastante analítico e crítico de cultura pop, reclamando de blockbusters e do público que só viu dez séries na vida ("A gente tá fodido se depender do block buster...", "Pelo menos umas 5 não merecem estar aí, mas o público só viu 10 séries na vida."). A forma como fala de jazz, escolhendo músicos "a dedo" e citando Miles & Coltrane com naturalidade ("Uma das paradas que eu mais gosto no jazz é que a galera é meio Mustaine... Miles quickou o Coltrane..."), e a reverência a compositores e músicos como Koji Kondo, Robert Fripp, Ed Motta e Bill Evans ("Koji kondo é gênio.", "In this house, Robert Fripp is a hero.", "Água é molhada. Assim como Ed Motta é melhor que o tio.", "o cabra vai descobrir Bill Evans no momento mais duro da vida...") reforçam um respeito profundo por sofisticação artística. Até na rotina ele busca organização racional e prazer solitário em experiências contemplativas, tipo ir ao cinema sozinho em horários estratégicos ("sessão de 14h 16h é o sweet spot do Kino.") ou subir pra ouvir álbuns e olhar as estrelas ("tô no terraço escutando uns álbuns pendentes e olhando as estrelas."), o que combina muito com a introspecção curiosa típica da Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música Mr. Rager combina bem com o jeito meio existencial, meio zoeiro e muito observador dele. Ele vive entre momentos de contemplação e solidão boa, tipo quando comenta que “90% das vezes que eu fui ao cinema na vida foi sozinho. sessão de 14h 16h é o sweet spot do Kino.” e quando fala que “Às vezes é só vc e um filme neonoir de um cara solitário, contra o mundo.”. Ao mesmo tempo, ele tem essa vibe de andarilho urbano/caótico, indo em show hardcore sozinho porque “só se vive ima vez” e fazendo trilha de 8km solo dizendo que “Eu faria isso todo dia se pudesse.”. A autoimagem meio irônica, mas confiante, também combina com o personagem do Cudi, como quando diz “I'm kinda goated myself...” e que sem o gosto musical ele “não é nada” em “Sem meu gosto musical eu não sou nada...”. No geral, ele parece aquele tipo de cara que vive entre o humor autodepreciativo, a paixão por arte/música e um certo sentimento de estar à margem, exatamente o território emocional de Mr. Rager.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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