
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A mistura de pose de durão com coração mole lembra muito o Homer. Ele fala de beber e zoa a própria vida de peão, tipo em “Saindo pra encher o cu de cachaça depois de 3 semanas sóbrio” e em “cargo adm de baixo escalão em fábrica geralmente significa que você é um peão que pode usar o computador”, o que é bem a energia do Homer na Usina Nuclear. Ao mesmo tempo, ele é todo sentimental, se chama de “bunda mole” em “meu velho me disse que eu tenho cara de marrento, mas que é só eu abrir a boca que a pessoa vê que eu sou um bunda mole sentimental” e solta coisas como “O amor é maior que todas as coisas”. Há um lado filosófico/intelectual que lembra um Homer tentando ser profundo do jeito torto dele, como em “A ideia de associar 'dívida' e 'culpa' [...] é uma sacada um tanto genial de Genealogia da Moral” e nas leituras de Nietzsche e Espinosa. Por fim, o humor meio autodepreciativo, meio niilista, aparece em “Domingo é uma merda” e “Acho o conceito de 'vencer na vida' algo tão patético e apequenador”, algo que combina com o Homer quando ele percebe o absurdo da própria rotina, mas encara tudo na piada e na cachaça.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais extrovertidos (E) do que introvertidos: falam muito de rolê, bar, amigos e socialização, como em “Saindo pra encher o cu de cachaça depois de 3 semanas sóbrio” e “Experiência média de beber com amigos de longa data”, além de usar o Twitter de forma bem performática e aberta. Mostram forte intuição (N), com gosto por ideias abstratas e filosofia, como nos comentários sobre Nietzsche e Genealogia da Moral em “A ideia de associar 'dívida' e 'culpa', é muito simples, mas mesmo assim uma sacada um tanto genial de Genealogia da Moral” e na reflexão crítica sobre filantropia em “a própria filantropia é um ato político que visa a imposição dos seus interesses+”. A dimensão F (Feeling) aparece no foco em sentimentos, empatia e valores, como em “O amor é maior que todas as coisas”, na sensibilidade com sonhos e pesadelos em “A cada dia eu me sinto mais vivo e consigo voltar a me interessar por aquilo que um dia me apaixonei” e na indignação com machismo em “Misógino médio é tipo: 'como assim eu não posso ser um porco imundo...'”. Por fim, o estilo é claramente perceptivo (P): ele se assume improvisado, hedonista e pouco planejado, indo beber mesmo depois de treinar em “Eu ja ia beber de qualquer jeito, mas pelo menos eu me exercitei”, falando de vontade espontânea de ser pai em “Puta merda que vontade de ser pai” e aceitando ler no próprio ritmo em “o importante é me divertir”. A combinação de sociabilidade, humor caótico, sensibilidade afetiva e interesse por ideias abstratas se encaixa melhor em ENFP do que em outros tipos.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Leio Nietzsche no ônibus, discuto política no bar e asso pão pra amigos de ressaca. Auditor de dia, filósofo de boteco à noite.– @SkolECamel

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte, meio amargo e meio doce, igual a alguém que sai para "encher o cu de cachaça depois de 3 semanas sóbrio" mas também curte "cigarro de cravo+brahma duplo malte+amendoinzinho+leitura". A Brahma representa o rolê de boteco, chão de fábrica e a vida longe de glamour, em plena "Cu de Judas". A cachaça envelhecida é a parte intensa e confessional de quem admite que "covardia ainda vai fazer eu perder muita coisa boa na vida" e mesmo assim continua indo pra cima. O licor de café amargo traz o peso existencial de quem assiste "Deer Hunter e agora to mal das pernas" e encara Nietzsche, Espinosa e companhia no bar. O xarope de rapadura adoça com aquele sonho de futuro de quem solta um "puta merda que vontade de ser pai" e ainda consegue dizer que "o mundo é um lugar maravilhoso". O twist de laranja queimada é a ironia ácida do cara que chama Kant de "fresco verborrágico do caralho" mas lê Genealogia da Moral com brilho no olho.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil mostra alguém claramente obcecado por leitura, teoria e reflexão, o que aponta fortemente para Corvinal. Ele fala com entusiasmo sobre filosofia e teoria, comentando Nietzsche, dívida e culpa, filosofia política e estrutura de livros, como em “A ideia de associar 'dívida' e 'culpa', é muito simples, mas mesmo assim uma sacada um tanto genial de Genealogia da Moral”, “Nietzsche Walter Benjamin Espinosa” e “Quando o livro é estruturado em aforismos, gosto de ler em média uns 5 por dia pra ser uma experiência mais gostosinha e casual”. Há um gosto claro por analisar mídia e forma, como em “Racho o bico como japonês preza por um certo 'puritanismo' na obra, como se mangá e anime não fossem mídias completamente diferentes. A partir do momento em que você tenta seguir a risca as características de uma mídia diferente da que você atua, perde se as qualidades da sua.”, que mostra atenção às especificidades de cada linguagem. Ele também demonstra autocrítica e reflexão sobre o próprio ritmo de leitura e sua relação com o prazer intelectual em “Comecei a achar que tava enrolando mto lendo Ilíada [...] e o importante é me divertir”. Embora tenha humor ácido e um certo cinismo, seu foco recorrente em ideias, livros, filmes e conceitos abstratos se alinha bem mais com o amor ao conhecimento e à análise da Corvinal do que com a ambição típica da Sonserina ou a bravura impulsiva da Grifinória.

Seu filme

Sua música
A melhor música para o @SkolECamel é Geração Coca-Cola, porque mistura niilismo juvenil, raiva política e um certo romantismo meio torto, tudo muito presente nos tweets dele. Ele vive entre o desencanto e a vontade de viver intensamente, como quando diz “Domingo é uma merda” e ao mesmo tempo solta um “O mundo é um lugar maravilhoso”. A crítica a moralidade e a ordem estabelecida aparece em coisas como “A combinação mais perigosamente imbecil que existe é: gente sem repertório cultural + bolha de reafirmação + twitter” e quando chama Kant de “um fresco verborrágico do caralho”, o que combina com o espírito contestador da música. Ao mesmo tempo, ele tem um lado afetivo e sonhador, visível em “Desde sexta eu estou tendo pesadelos... A cada dia eu me sinto mais vivo e consigo voltar a me interessar por aquilo que um dia me apaixonei” e na vontade de ser pai em “Puta merda que vontade de ser pai”, que ecoa aquele desejo de encontrar sentido em meio ao caos. O gosto por filosofia, política e cultura pop – de Nietzsche e Espinosa a Dragon Ball e Sátántangó – reforça esse perfil de alguém que cresceu engolindo o mundo e agora cospe tudo em forma de ironia e reflexão, exatamente como a letra descreve a geração que cansou de aceitar tudo calada.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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SkolECamel
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