
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A Arual parece mais próxima da Lisa Simpson: sensível, introspectiva, cheia de opiniões fortes e um senso de injustiça bem aguçado. Ela é muito emocional e existencial, algo que aparece em tweets como “sinto constantemente que preciso manter a pose de alguém muito forte e que não posso desabafar, mas acordo todo dia me sentindo um caranguejo...” e “tristeza profunda eterna”, o que lembra o lado melancólico e hiperconsciente da Lisa. Ao mesmo tempo, tem gosto artístico/cinéfilo e crítico, como em “some people don't see cinema as art and think that everything they watch is about endossing their beliefs” e “Filmes lgbt meu novo gênero favorito de filme”, algo que casa com o jeitinho cult e engajado da Lisa. Ela é muito autocrítica e ansiosa com o futuro, vide “Acho que eu ser evasiva pode me custar coisas no futuro Mas não consigo ser diferente”, o que lembra a forma como Lisa vive pensando em consequências e em quem está se tornando. E, por fim, mesmo machucada por experiências pesadas, como em “td dia eu lembro q já tive uma epoca aos meus 15 anos q morei fora de casa pq minha mãe me expulsou...”, ela segue buscando arte, estudo e vínculos – exatamente o tipo de resiliência sensível que define a Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para dentro do que para fora: falam de ficar negando convite pra sair em “amo meus amigos mas negando tds os convites pra sair esses dias 🙂”, se sentem sufocados com gente que força a barra em “gnt q forca a barra eh a pior coisa do mnd” e desabafam bastante sobre o mundo interno, o que indica I. A forma como viajam em filmes/séries e música, fazendo associações mais subjetivas, aponta para N: gostam de cinema como arte em “some people don't see cinema as art and think that everything they watch is about endossing their beliefs” e criam uma thread existencialista em “thread musicas pra ser existencialista em uma madrugada”. Na dimensão F, o foco é muito mais em sentimentos do que em lógica: desabafam sobre o impacto da infância em “nunca vou passar um dia sem querer morrer por causa da minha infância” e sobre a pressão de parecer forte em “sinto constantemente que preciso manter a pose de alguém muito forte...”. Em vez de organização rígida, aparecem como mais espontâneos e caóticos, o que sugere P: reclamam de se forçar a almoçar em “almocei a pulso”, admitem inventar histórias por diversão em “inventando umas fics so pelo prazer de mentir pra gnt q eu n conheco” e começam thread de música de madrugada em “siiiim mae to fazendo thread de musicas majoritariamente produzidas por ingleses .. amanha tenho que sair de casa umas 6:50 .. sim...”. O conjunto de introspecção intensa, sensibilidade emocional, paixão por arte/ficção e jeito um pouco desorganizado, mas muito idealista, encaixa melhor com o perfil INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Sobrevivente de Gossip Girl, fã de filmes LGBT e playlists existencialistas. Quase fui atropelada indo pro Uber, mas cheguei pra ver mais um episódio.– @slkrsmt

Seu coquetel exclusivo
Uma dose dupla de espresso gelado representa a tua fase Sabrina Carpenter, viciante e satisfatória, como em “espresso é tesao música satisfatória demais”. O licor de chocolate meio amargo é o peso das tuas memórias difíceis e da tristeza crônica, ecoando em “tristeza profunda eterna” e no desabafo de infância em “td dia eu lembro q já tive uma epoca aos meus 15 anos q morei fora de casa...”. A vodka de baunilha entra forte mas suave, como tua obsessão dramática e glamourosa por Chuck, Blair e o caos de Gossip Girl em “Acabei gossip girl pqp TO ORFA” e “Chuck eu te amo”. O xarope de frutas vermelhas traz um toque romântico, meio caótico e meio gay panic, lembrando teus surtos com filmes e personagens em “Filmes lgbt meu novo gênero favorito de filme” e “Blair e chuck me fodem de um jeito pqp n tanko eles choro sempre”. Por cima, a espuma de leite com cacau é a tentativa de parecer de boa, fofinha e engraçada, mesmo quando por dentro tá tudo um caos, como em “sinto constantemente que preciso manter a pose de alguém muito forte...”. O resultado é um drink forte, doce-amargo e um pouco dramático: perfeito pra ouvir playlist existencialista de madrugada, igual à tua “thread musicas pra ser existencialista em uma madrugada”.

Sua Casa de Hogwarts
A Arual demonstra um forte instinto de autopreservação e distância emocional, típico de Slytherin, em vários momentos, como quando diz que está "negando tds os convites pra sair" em “amo meus amigos mas negando tds os convites pra sair esses dias 🙂” e quando reclama de pessoas que a forçam ou invadem seu espaço em “gnt q forca a barra eh a pior coisa do mnd”. Ela também é extremamente crítica e ácida em relação a coisas que a incomodam, o que revela franqueza dura e pouca paciência com hipocrisia, como em “o funcionário pode se fuder e a filha claramente tá desconfortável com isso [...] e ainda tem gnt q acha isso bonito” e “some people don't see cinema as art and think that everything they watch is about endossing their beliefs”. Há um traço de ambição silenciosa e visão de futuro quando ela menciona contatos internacionais e projetos, como em “fiz um amigo dos eua no linkedin e ele disse q tinha uma proposta de projeto... atenta”, sugerindo que ela presta atenção a oportunidades e sabe enxergar vantagem. O humor meio cínico, o apego a personagens moralmente ambíguos (Hisoka, Chuck Bass) em “hisoka eh o melhor personagem de hxh quem discorda ta errado” e “Chuck eu te amo” também combina fortemente com a sensibilidade de Slytherin. Embora exista vulnerabilidade e sensibilidade em tweets como “sinto constantemente que preciso manter a pose de alguém muito forte [...]”, ela canaliza essa dor como casca dura e autoproteção, o que é bastante característico dessa casa.

Seu filme

Sua música
A faixa Vienna combina com o jeito sensível, cansado e existencialista dela. Ela fala de sentir um peso enorme desde cedo e de nunca conseguir descansar emocionalmente, como quando desabafa sobre o passado traumático e diz que “nunca vou passar um dia sem querer morrer por causa da minha infância” e quando comenta que acorda todo dia se sentindo um “caranguejo no pequenino cheio de sentimentos em mim presos dentro de uma conchinha super frágil”. Ao mesmo tempo, ela é cheia de vida, ama cinema, séries e música – de Gossip Girl a filmes LGBT, de Sabrina Carpenter (“espresso é tesao música satisfatória demais”) a Foster the People (“Revivi Foster the People”) – o que lembra o eu-lírico de Vienna, que é intenso, mas precisa aprender a não se cobrar tanto. O incômodo constante com o mundo adulto e com o “mercado” aparece quando reclama de ouvir sempre que “no mercado por aí ngm vai ligar pra como vc tá se sentindo”, ecoando o conflito entre crescer e preservar a própria sensibilidade que a música retrata. Vienna fala exatamente desse equilíbrio: você é sensível, acelerada, dramática e profunda, mas não precisa se destruir pra existir num mundo que não te entende totalmente.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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slkrsmt
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