
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil do Kígyó lembra muito a Lisa Simpson: alguém emotivo, extremamente opinativo e que mistura humor com reflexão séria. Ele faz comentários críticos e analíticos sobre mídia e personagens, como em "Honestamente, se o único motivo de tu reconhecer um personagem literário é pela aparência, não o nome e personalidade acho que o problema tá contigo sabe?" e "Acho que quando se faz personagens mais 'conceituais' do que humanizados fica muito mais fácil deles ficarem mais foda", algo bem na linha da Lisa intelectual e nerd de histórias. Ele também fala abertamente de saúde mental e identidade de gênero, como em "o cara usando bipolaridade como desculpa sendo que eu tenho o mesmo tipo e nunca me chamei de nazista..." e "antes ele parecia eu no início da transição aceitando que me chamassem por uma versão masculina do meu nome morto", o que lembra a sensibilidade e consciência social da Lisa. Ao mesmo tempo, mantém um senso de humor caótico e de fandom bem específico – por exemplo, em "Já vi gente nesse fandom disposto a meter em um ZUMBI DE SANGUE CARA" e "Nem precisava morrer, era só meter a pica que tava bom" – como se fosse uma Lisa crescida, mais solta e interneteira. Por fim, o carinho pelas pessoas próximas e pelos personagens que ama, visível em "O mundo é um lugar tão ruim, né? Que bom que a Luiza existe" e em vários "VOLTA PRA MIM VIDA" para personagens, combina com o lado afetivo e leal da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: apesar de serem bem ativos no Twitter, a maior parte dos tweets são comentários de observação, fandom e vida interna, e não relatos de sair/rolê ou busca explícita de atenção, como em “Acho muito bom a série de PJO estar lançando agr pq faz muito tempo que eu não leio os livros então pra mim tá bem fiel”, que mostra um consumo mais solitário de mídia. O eixo N (Intuição) aparece forte nas reflexões mais conceituais e abstratas, por exemplo em “Acho que quando se faz personagens mais 'conceituais' do que humanizados fica muito mais fácil deles ficarem mais foda” e em “O que traz a questão né, o quão humano são aqueles que escolheram se tornarem monstruosos, aqueles que a esse ponto já são mais parte paranormal do que não?”, onde eles viajam em ideias e temas, não só em fatos. A preferência por F (Feeling) aparece na forma como priorizam impacto emocional e empatia – tanto nas vivências pessoais (“Acho engraçado isso pq pra mim foi bem o oposto, eu não conseguia me ver como mulher passando dos vinte sem me jogar de um penhasco”) quanto nas cenas que mais os marcam nas histórias (“Tópico sensível até hj pra mim foi quando o Arthur acalmou o Kaiser de uma crise de pânico 😭”). Eles também fazem críticas usando juízos de valor mais morais/emocionais do que lógicos, como em “Honestamente, se o único motivo de tu reconhecer um personagem literário é pela aparência [...] acho que o problema tá contigo sabe?”. Por fim, o jeito caótico, reativo e pouco focado em planejamento sugere P (Perceiving): há muita espontaneidade, impulsos e piadas de momento, como em “Infelizmente estarei tendo que tatuar o número 4 em homenagem ao trisal fodido” e “Eu quando me dizem que posso ter mais de uma profissão porém me empolgo”. Combinando introversão, foco em ideias e significados, forte carga emocional/empática e espontaneidade, o tipo que melhor encaixa é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
RPG, Cellbit & narração dramática. Trans masc que coleciona viúvos² em mesa. Já quis trocar pôster de fandom como se fosse figurinha rara.– @SnakeInYaBoot

Seu coquetel exclusivo
O Kíguirô Hexatômico é forte e dramático como alguém que fala de viúvo² em RPG e ainda quer tatuar o número 4 por causa do trisal, tipo em “Infelizmente estarei tendo que tatuar o número 4 em homenagem ao trisal fodido” e “Como pode o Remi ser o primeiro personagem a ficar viúvo² #HEXATOMBE”. A base de cachaça envelhecida representa a brasilidade debochada e dramática de quem lembra de comercial antigo e surto coletivo de dança, como em “Mds desbloquearam memórias jurássicas minhas agora com essa” e “Aquele surto coletivo que matou um monte de gente que não conseguia mais parar de dançar”. O licor de jabuticaba homenageia o carinho com detalhes e estética, ecoando “Chamam olhos de jabuticaba de olhos de boba...”. O xarope de café com especiarias traz a intensidade de quem pensa alto sobre morte, monstros e humanidade em RPG, como em “O que traz a questão né, o quão humano são aqueles que escolheram se tornarem monstruosos, aqueles que a esse ponto já são mais parte paranormal do que não?” e “Eu gosto de ver malucos por RPG pq sempre falam dos personagens como se durante as sessões fossem possuídos (eu entendo d+)”. O limão siciliano adiciona acidez irônica pra combinar com tiradas como “Quem diz que sonha em trabalhar tá mentindo” e “Sendo bem honesto, quem que não fica meio depressivo com o nariz coçando incansavelmente?”. Por fim, o topo de espumante brut simboliza o carinho pela Luiza e pelos personagens favoritos, porque apesar do caos o tom é sempre de amor e saudade, como em “O mundo é um lugar tão ruim, né? Que bom que a Luiza existe” e “VOLTA PRA MIM VIDA”.

Sua Casa de Hogwarts
Ele demonstra um olhar analítico e interesse em dissecar mídia e personagens, o que é bem típico de Ravenclaw. Ao comentar personagens e construção narrativa, ele mostra atenção a conceitos abstratos, como quando fala de personagens mais conceituais do que humanizados: “Acho que quando se faz personagens mais 'conceituais' do que humanizados fica muito mais fácil deles ficarem mais foda” e quando analisa estrutura temporal numa HQ: “na HQ inteira eles ficam indo e voltando no tempo, como se estivessem mexendo com o elemento de morte msm”. Ele também se incomoda com leituras rasas de literatura, enfatizando nome e personalidade em vez de aparência: “se o único motivo de tu reconhecer um personagem literário é pela aparência [...] o problema tá contigo”, o que aponta para valorização de compreensão profunda. Há ainda uma curiosidade “nerd” por história e fenômenos estranhos, como ao lembrar do “surto coletivo” de pessoas que não paravam de dançar: “Aquele surto coletivo que matou um monte de gente que não conseguia mais parar de dançar”. Embora ele tenha traços de lealdade e humor ácido que poderiam combinar com outras casas, o padrão dominante é de análise, reflexão e interesse conceitual, alinhando melhor com Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina muito com o Kígyó é Primadonna, da MARINA, pela mistura de drama, humor e autoironia que aparece o tempo todo nos tweets. Ele é intensamente emocional com fandom e personagens, tipo quando sofre por personagem viúvo em “Como pode o Remi ser o primeiro personagem a ficar viúvo² #HEXATOMBE” e clama em caps em “VOLTA PRA MIM VIDA” e “VOLTA VIDA EU IMPLORO”, bem vibe dramática de protagonista. Ao mesmo tempo, ele brinca com o próprio exagero, como em “Infelizmente estarei tendo que tatuar o número 4 em homenagem ao trisal fodido” e “Eu e os outros no hospício pensamos assim”, o que lembra a persona meio teatral da música. O carinho com as pessoas e personagens, como em “O mundo é um lugar tão ruim, né? Que bom que a Luiza existe” e “Titio ama titio cuida”, também combina com a letra que fala de querer ser muito amada e colocada no centro. No geral, Primadonna encaixa com o jeito dele de viver tudo no volume máximo: drama, humor, afeto e uma certa grandiosidade de sentimentos.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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SnakeInYaBoot
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