
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ele mistura reclamação constante da vida adulta com humor escatológico e zero filtro, bem estilo Homer. Coisas como querer ir ao banheiro mas ter que fingir que está trabalhando, tipo em “quero dar uma cagada mas a chefe tá fazendo ronda pela clínica e pode encontrar minha sala vazia”, são muito "Homer no trabalho na Usina". Ele ama coisas simples e repetitivas, como em “amo feijão com arroz porque literalmente dá pra comer isso pelo resto da vida”, o que lembra o jeito acomodado e básico do Homer. Ao mesmo tempo, tem surtos de paixão irracional por futebol e Vasco, com emoção descontrolada em vários posts de jogo, como “NAO TEM COMO TRABALHAR HOJE. AMANHÃ VSF”, igual o Homer quando o assunto é esporte. Ele se acha meio doido e impulsivo, vide “as vezes o pessoal esquece que eu sou doido” e fantasias de destruição como “as vezes tenho vontade de construir a máquina mammon e destruir o mundo”, o que combina com o caos infantil do Homer mais do que com a racionalidade de Lisa ou Marge. Apesar disso, ele claramente gosta de filmes e livros e tenta ser mais culto, como em “Noite de cinema com minha namorada o filme escolhido foi A Cor da Romã… recomendo muito!”, lembrando o lado inesperadamente sensível e afetivo que o Homer também mostra de vez em quando.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam muito de leituras, filmes e pensamentos internos, como em "meu sonho era poder explicar um Kindle para um monge copista medieval", e do prazer solitário de piratear livros em "fodasi que o livro tá de graça na loja do Kindle eu vou baixar em Epub no telegram só pelo prazer em piratear", em vez de descrever grandes rolês sociais. A preferência por intuição (N) aparece na fascinação por conceitos, história e política, como ao falar de programa nuclear em "maldito Fernando Collor de Melo desgraçado que destruiu nosso programa nuclear" e em reflexões sobre carreira acadêmica em "essa profissão no Brasil está sucateada e com poucas oportunidades enquanto a academia fica numa bolha de briguinhas pra quem tem o pau maior". O lado thinking (T) surge na forma analítica e direta com que critica situações, por exemplo ao comentar tecnologia em "a tecnologia que deveria facilitar nossas vidas hoje em dia só atrapalha tu queres resolver uma coisa de 5 minutos e aí tem que criar conta baixar aplicativo fazer validação pqp" e ao questionar a correção da redação em "ou eu desaprendi a escrever, ou algo está errado na correção". A preferência por perceiving (P) é clara no tom improvisado e pouco planejado da vida: fala de estar sempre enrolado em leituras como em "eu já percebi que nunca vou terminar o vampiro lestat leio leio leio e ainda tô em 45%" e da ansiedade espontânea com jogos e trabalho em "estou no trabalho e já me caguei 3 vezes por causa do jogo de hoje". Apesar de fortes opiniões políticas e morais, o estilo é mais de comentar, ironizar e teorizar do que de organizar e estruturar a vida rigidamente, o que combina melhor com um perfil INTP do que com tipos mais planejadores como INTJ ou INFJ.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Fisio em Santarém | leitor emperrado em As Duas Torres | vascaíno praticante | uma vez quase expliquei o Kindle pra minha avó e deu treta– @Some_p2

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e caótico, igual ao torcedor vascaíno que twitta "VASCO DA GAMA" enquanto se caga de nervoso no trabalho em dia de jogo, como em "estou no trabalho e já me caguei 3 vezes por causa do jogo de hoje". A cachaça em amburana representa o Brasilzão político e revoltado, de quem lembra do Collor e do programa nuclear em "maldito Fernando Collor de Melo desgraçado que destruiu nosso programa nuclear" e solta um FAZ O L em "FAZ O L CARALHO VALEU A PENA ESPERAR". O cupuaçu é o Norte quente e abafado de Óbidos/Santarém, onde ele sofre com a seca em "por que não chove nessa cidade maldita?". O limão bem ácido entra como a acidez das tiradas, tipo quando ele destrói a carreira acadêmica em "perceber que essa profissão no Brasil está sucateada e com poucas oportunidades" ou zoa a vida CLT em "a tecnologia que deveria facilitar nossas vidas hoje em dia só atrapalha". A redução de café com cacau é o lado intelectual pirata que lê Tolkien e Lovecraft, mas baixa tudo em epub, como em "fodasi que o livro tá de graça na loja do Kindle eu vou baixar em Epub no telegram só pelo prazer em piratear" e compara livro e filme em "assisti metade de as duas torres e o livro é infinitamente superior". Por fim, a espuma leve de gengibre simboliza a ironia picante, mas carinhosa, do namorado cinéfilo que leva a Nina para ver cinema cabeça em "Noite de cinema com minha namorada o filme escolhido foi A Cor da Romã" e ri com ela até passar mal em "Nina acha que eu vou morrer de tanto rir".

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais constante dele é a curiosidade intelectual misturada com humor e referências cultas, o que aponta forte para Corvinal. Ele fala em ver com a namorada A Cor da Romã, descrevendo-o como “um clássico do cinema experimental armênio soviético” e recomendando o filme (“Noite de cinema com minha namorada o filme escolhido foi A Cor da Romã…”), algo bem típico de quem gosta de conhecimento e cultura mais “de nicho”. Há várias menções à leitura e a metas literárias: está lendo As Duas Torres e compara criticamente livro e filme (“assisti metade de as duas torres e o livro é infinitamente superior”; “queria ver logo senhor dos anéis mas empaquei na metade de as duas torres (livro)”; “tenho até o dia 22 para ler senhor dos anéis”), reclama que nunca termina O Vampiro Lestat (“eu já percebi que nunca vou terminar o vampiro lestat leio leio leio e ainda tô em 45%”) e até brinca com pirataria de ebooks justamente porque lê muito (“fodasi que o livro tá de graça na loja do Kindle eu vou baixar em Epub no telegram só pelo prazer em piratear”). Ele mesmo comenta o quanto um pouco de repertório cultural diferencia uma pessoa, conectando isso a ler livros, ver filmes e ouvir coisas diferentes (“basta ver uns filmes, ler uns livros e escutar algo um pouco diferente que você já tem mais repertório que 80% dos homens”), o que mostra que ele valoriza fortemente conhecimento e erudição. Além disso, há um humor meio metalinguístico sobre escrita acadêmica (“gente de humanas quando o assunto é escrever 100 páginas que absolutamente ninguém vai ler (nem o orientador)”) e frustração com a carreira acadêmica sucateada (“queria seguir carreira acadêmica até entrar na graduação e perceber que essa profissão no Brasil está sucateada”), o que reforça o perfil de alguém que gosta de estudar, pensar e discutir ideias, mesmo cinicamente. Embora ele tenha um lado Slytherin (piratear livros, piadas com destruição do mundo, etc.), o núcleo da identidade dele gira em torno de leitura, cinema, política e reflexão irônica — o que encaixa muito mais em Corvinal do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A melhor escolha é "Todo Homem", do Zeca Veloso, porque mistura sensibilidade, ironia e referência direta ao universo do Caetano, que ele claramente idolatra com humor em posts como “você sabia que o Caetano Veloso ganhou seu primeiro Gramy com apenas 13 anos?? tem dúvidas? pode pesquisar 'Caetano Veloso 13 anos'”. Ele vive entre o deboche e o afeto, falando da namorada com carinho em “Noite de cinema com minha namorada o filme escolhido foi A Cor da Romã...” e “fomos ver o senhor dos anéis versão estendida...”, algo muito presente na letra, que trata de amor de forma íntima e meio desajeitada. A canção fala de um homem comum, cheio de contradições e intensidade, o que combina com alguém que se descreve como “egocêntrico”, faz piada com pirataria em “fodasi que o livro tá de graça na loja do Kindle eu vou baixar em Epub no telegram só pelo prazer em piratear” e vive surtando por Vasco em vários tweets como “Vasco da Gama”. Ao mesmo tempo, ele tem um lado politizado e emotivo, como em “meu avô pescador ribeirinho de 87 anos odiando o bolsonaro e sendo 100% lula”, que dialoga com a melancolia afetuosa e meio confessional de Todo Homem. A música equilibra vulnerabilidade, amor e uma certa dramaticidade cotidiana, que casa bem com alguém que diz coisas como “as vezes o pessoal esquece que eu sou doido” enquanto reclama da vida, do trabalho e ri da própria desgraça.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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