
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A melhor correspondência é a Lisa Simpson, porque o usuário é claramente acadêmico, crítico e muito envolvido com a vida universitária, como se vê em comentários sobre FFLCH/USP e debates políticos e institucionais, por exemplo em “Acho fascinante a arrogância da Filosofia em se achar os arautos do Maria Antonia...” e em “Os CAs da Sanfran, FEA e Poli organizando manifestação... O Cahis enquanto isso:”. Ao mesmo tempo, ele é emocionado com o próprio desempenho acadêmico, lembrando muito o lado nerd e carente de reconhecimento da Lisa, como em “Fiquei todo bobinho com o elogio da professora sobre meu trabalho final do semestre passado 😭❤️” e em “Eh sobre receber um email da sua chefa... elogiando o seu trabalho depois de fazer uma super apresentação...”. O tom irônico, político e culturalmente referenciado também combina mais com Lisa do que com Bart ou Homer, vide “Gente, o neopentecostalismo invadiu até o futebol né?” e “Nunca vai entrar na minha cabeça q é certo PAGAR para usar um direito q já é meu”. Além disso, ele tem um lado sensível, dramático e autoconsciente (quase teatral) em posts como “EU QUERO SABER QUEM É O ROTEIRISTA DA MINHA VIDA...” e “Hoje entreguei vocais, interpretação e emoção que invejariam até a Meryl Streep...”, o que lembra a veia artística e exagerada que a Lisa revela quando se envolve com música, teatro e causas. Mesmo quando fala de academia, dates e metrô, ele mistura crítica social, humor inteligente e um leve drama existencial, que é exatamente a combinação típica da Lisa Simpson no meio do caos da própria família e da cidade de Springfield.

Seu tipo de personalidade MBTI
Ramos parece claramente mais extrovertido (E) do que introvertido: está sempre em festa, metrô lotado, BUSP, comentando academia e datas, e demonstra energia com gente e palco, como quando fala da apresentação elogiada pela chefa em público (“Eh sobre receber um email da sua chefa no meio da tarde elogiando o seu trabalho depois de fazer uma super apresentação ao público…”) ou do date no cinema (“eu tive um date bem confuso, tendi nada e ainda tô aqui na linha do metrô tentando entender oq rolou”). Quanto a S/N, ele é bem atento a detalhes concretos do cotidiano (linha de ônibus 8083, baldeação Consolação, água quente da torneira, reajuste de mensalidade), mas sempre tempera isso com interpretações e leituras simbólicas/dramáticas da vida e de política/cultura, o que puxa para uma combinação de senso prático com forte traço intuitivo; esse viés para significados aparece em posts como “EU QUERO SABER QUEM É O ROTEIRISTA DA MINHA VIDA, QUERO SABER PQ ELE GOSTA TANTO DE FARSA…”. Ele se encaixa mais em Feeling (F) do que em Thinking: enfatiza emoções, afeto e relações – elogia amigos que passaram na USP (“Mto orgulho do Diego e da Isa q passaram nos cursUSPs q queriam ❤️”), se diz "bobinho" com elogio de professora (“Fiquei todo bobinho com o elogio da professora sobre meu trabalho final…”) e fala de autoestima, desejo de namorar e carência com humor (“Queria namorar para a gnt ir para festas fantasiados…”). Em J/P, ele organiza a vida em torno de semestre, matrícula, estágio, academia e bibliotecas, reclamando quando as matérias não encaixam (“Mó desânimo fazer matrícula pq as matérias q eu quero já estão lotadas…”) e comemorando fechar o semestre (“Última nota lançada, VAI QUEIMAR NO MÁRMORE DO QUINTO DOS INFERNOS, 4° SEMESTRE…”), o que sugere preferência por estrutura e planejamento (J). O tom agregador, politizado e afetivo, com humor dramático, cuidado com amigos e satisfação em se apresentar para os outros, combina bem com o perfil ENFJ – o comunicador caloroso que vive intensamente as relações e o contexto social, mas com boa noção de organização acadêmica e de vida.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Taurino, USP/FFLCH. Entre baldeações na Sé, busp terapia e elogios de professora, tentando provar que a vida acadêmica também rende boa chanchada.– @Sr_Rasmos

Seu coquetel exclusivo
A cachaça envelhecida entra forte, porque a vida do Ramos é pura correria em São Paulo, se perdendo na República e encarando baldeação Sé–Consolação, como em “Fiz algo q e agora tô repensando todas as minhas escolhas de vida (embarquei na estação da Sé ás 18h 💀)” e “N nego, tava com saudades de fazer a baldeação amarela verde correndo pela Consolação”. O licor de café simboliza as madrugadas de estudante da FFLCH/USP, sempre opinando sobre currículo, CAs e Filosofia se achando dona do Maria Antonia, como em “Acho fascinante a arrogância da Filosofia em se achar os arautos do Maria Antonia...”. O xarope de rapadura traz doçura nordestina/Interior + afeto, combinando com o lado dramático e carinhoso de quem fica todo bobinho com elogios de professora e chefa, como em “Fiquei todo bobinho com o elogio da professora sobre meu trabalho final do semestre passado 😭❤️” e “Eh sobre receber um email da sua chefa no meio da tarde elogiando o seu trabalho...”. O suco de limão-taiti garante a acidez irônica de quem desce o pau em meditação, app de biblioteca e hipocrisia social, como em “É por isso q eu n fecho com a galera da meditação...” e “App da biblioteca é terrível e bem inútil, jamais será o icônico Dedalus”. Por cima, uma espuma leve de gengibre representa o deboche performático, dramático e meio teatral de quem vive a vida como roteiro, gritando “EU QUERO SABER QUEM É O ROTEIRISTA DA MINHA VIDA...” e se declarando sem baixa autoestima quando está de terno, como em “NÃO HÁ BAIXA AUTOESTIMA QUANDO EU ESTOU USANDO UM TERNO!!!!!!”. É um drink forte, doce-ácido e um pouco caótico: exatamente uma chanchada entre BUSP, academia, dates confusos no escurinho do cinema e delírios imperialistas, como em “'No escurinho do cinema...' eu tive um date bem confuso...” e “Dia 1 das férias/recesso: delírios expansionistas imperialistas brasileiros”.

Sua Casa de Hogwarts
Ramos é claramente alguém que valoriza estudo e intelectualidade, algo bem característico da Corvinal. Ele demonstra orgulho acadêmico e curiosidade, falando com carinho de matérias específicas como quando comenta o fomo da “matéria dos viajantes” em “Tô com fomo da matéria dos viajantes, pq queria fazer dnv, agora com meus amgs 💔” e vibra por conseguir disciplinas de outro instituto em “TÔ TENDO UM ORGASMO AQUI PQ CONSEGUI UMA DAS MATÉRIAS DA ECA Q EU N TINHA CONSEGUIDO NA PRIMEIRA INTERAÇÃO”. Ele também mostra uma relação forte com universidade e conhecimento, discutindo história e política da USP em “Acho fascinante a arrogância da Filosofia em se achar os arautos do Maria Antonia...” e zoando a troca de sistemas de biblioteca em “App da biblioteca é terrível e bem inútil, jamais será o icônico Dedalus”. A lista de filmes favoritos e menções honrosas em “Os 6 melhores filmes que vi esse ano...” mostra alguém analítico e crítico com cultura, selecionando obras variadas com critérios próprios. Além disso, seu humor é bem afiado e irônico, como ao debochar de discursos espiritualizados em “É por isso q eu n fecho com a galera da meditação...”, o que reforça o lado inteligente e espirituoso típico da Corvinal. Há traços de lealdade e trabalho duro (que poderiam apontar para Lufa-Lufa), como em “Mto orgulho do Diego e da Isa q passaram nos cursUSPs q queriam ❤️”, mas o eixo central da personalidade dele gira em torno de estudo, cultura e sagacidade intelectual, o que o encaixa melhor em Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A música Vogue combina com o jeito dramático, performático e bem-humorado com que o Ramos narra a própria vida, sempre transformando rotina em espetáculo, como quando diz que sua vida termina em chanchada na bio e grita “NÃO HÁ BAIXA AUTOESTIMA QUANDO EU ESTOU USANDO UM TERNO!!!!!!”. Ele vive citando ícones pop e camp, de Meryl Streep em The Winner Takes It All no chuveiro (“Hoje entreguei vocais, interpretação e emoção que invejariam até a Meryl Streep cantando The Winner Takes It All no chuveiro”) a Gloria Perez e filmes como O Diabo Veste Prada, que ele comemora estreando no dia do aniversário ao som de Vogue (“O DIABO VESTE PRADA 2 NO DIA DO MEU ANIVERSÁRIO, estarei chegando no cinema ao som de vogue”). Além disso, o treino dele vira passarela quando começa a tocar a música (“Começou a tocar Vogue no meio do treino, me segurando para n começar a dançar”), o que é exatamente o espírito de Vogue: transformar qualquer lugar em palco. A mistura de autoestima, humor, cultura pop, vida urbana em SP e um pouco de novela mexicana faz de Vogue a trilha perfeita para o protagonista exagerado e divertido que ele interpreta na própria vida.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

Você gostou do seu Horóscopo?
Seu horóscopo tem 15 dias! Gere um melhor a partir dos seus tweets mais recentes, desbloqueie mais insights e use uma IA profissional mais inteligente!
Sr_Rasmos
verde: confiante, amarelo: palpite, vermelho: incerto
Seguidores inativos? Verifique os seus!
Seguidores falsos/bots? Verifique os seus!
patrocinado por Circleboom