
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela parece mais com a Lisa Simpson: idealista, leitora do mundo, meio dramática, mas muito consciente e apaixonada por princípios (como já diz na bio, “apaixonada por princípio”). O jeito de professora-pedagoga que observa e analisa as crianças, como em “Minha turma exatamente assim (e cabe investigar que frequência entorpecente botaram em pula pula pipoquinha, parece droga pra bebê)” e “Como profissional da educação confirmo que geralmente é isso aí”, lembra a Lisa nerdona, crítica e envolvida com educação. Ela também tem um humor autodepreciativo e melodramático, tipo em “Maybe i am suicidal again” e “Suicídio agendado”, algo que a Lisa vive em forma de crises existenciais. Ao mesmo tempo, demonstra carinho intenso pelas pessoas e pelos bichos, como em “Minha aluninha dando tchau pro gambá filhote que apareceu na escola. Esse é o tweet” e na obsessão fofa pelo namorado em “Aquele momento eventual em que eu fico completamente obcecada pelo meu namorado e começo a temer pela minha sanidade”, que tem tudo a ver com o coração gigante da Lisa. Por fim, o jeitinho intelectual que se diverte com língua portuguesa em “CARAMBA QUE CONJUGAÇÃO FODA EU AMO A LÍNGUA PORTUGUESA” é muito a energia nerd entusiasmada da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais extrovertidos (E) do que introvertidos: usam o Twitter como diário público, comentam alto sobre tudo e todos e expõem até pensamentos muito íntimos, como em “Aquele momento eventual em que eu fico completamente obcecada pelo meu namorado e começo a temer pela minha sanidade” e “Nossa eu queria dormir mas minha tl tá muito premium hoje, amém xuíter”, demonstrando que a interação com a timeline energiza. O eixo N (Intuição) aparece na forma como ela viaja em ideias, faz associações criativas e comenta conceitos ao invés de só fatos concretos, como em “CARAMBA QUE CONJUGAÇÃO FODA EU AMO A LÍNGUA PORTUGUESA” e nas metáforas engraçadas tipo “O cachorro da raça Testemunha de Jeová”. A preferência por F (Sentimento) surge na empatia com crianças e animais e nas respostas carregadas de valor moral, por exemplo quando fala da mãe que prioriza o gato sobre o filho em “Infelizmente estarei do lado da ex dona... priorizar um gato [...] em vez da saúde do seu filho” e quando se define como “apaixonada por princípio” na bio. A vibe é claramente P (Perceiving): muita espontaneidade, humor caótico e decisões por impulso, como em “Tô com muita vontade de cozinhar mas não to com vontade de comer e to com medo de comer por impulso só pq quero cozinhar” e “Vontade de botar a língua lra fora sacudir a cabeça e fazer aglaualaudlsuala em voz alta no meio da faculdade”. Ao juntar sociabilidade expressiva, associações criativas, forte carga emocional e estilo de vida solto/impulsivo, o perfil que melhor encaixa é ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Pedagoga, futura jurista e sobrevivente da vida em sala de aula. Faço paçoca de whey, maratono desenho infantil e reclamo com boa gramática.– @StarsDustGirl

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte mas brincalhão, igual a energia de quem passa seis dias maratonando desenho infantil e avisa: “Não me procurem, estarei no meu quarto maratonando zoboomafoo pelos próximos 6 dias”. A cachaça envelhecida com casca de laranja representa a língua afiada e apaixonada por princípio da pedagoga, que vibra com gramática em “CARAMBA QUE CONJUGAÇÃO FODA EU AMO A LÍNGUA PORTUGUESA”. O licor de chocolate meio amargo é o amor doce, mas ligeiramente dramático, do tweet “Aquele momento eventual em que eu fico completamente obcecada pelo meu namorado e começo a temer pela minha sanidade”. O xarope de paçoca com whey entra direto da piada doméstica em “Ele: '😄VOCÊ TÁ FAZENDO PAÇOCA???' Eu: '😄 SIM!!!' Ele '🤨 É de whey?' Eu: '😔 sim...'”, porque até a doçura vem com uma ironia fitness. O maracujá azedinho e a espuma de gengibre trazem o misto de caos e humor em “Maybe i am suicidal again” e na vontade de surtar publicamente em “Vontade de botar a língua lra fora sacudir a cabeça e fazer aglaualaudlsuala em voz alta no meio da faculdade”, deixando o coquetel intenso, mas ainda leve o bastante pra rir da própria descompensação.

Sua Casa de Hogwarts
A Tia mostra um carinho muito grande com crianças e uma postura de educadora extremamente cuidadosa, o que é bem característico de Hufflepuff. Ela fala como profissional da educação com consciência e senso de justiça em “Como profissional da educação confirmo que geralmente é isso aí” e demonstra afeto e atenção pelas crianças quando comenta sobre sua turma em “Minha turma exatamente assim (e cabe investigar que frequência entorpecente botaram em pula pula pipoquinha, parece droga pra bebê)” e sobre a aluna se despedindo do gambá em “Minha aluninha dando tchau pro gambá filhote que apareceu na escola. Esse é o tweet”. Ela tem também um senso de cuidado e responsabilidade com o bem-estar dos outros, como quando critica a priorização do gato em vez da saúde do filho em “priorizar um gato que pode ter outro lar seguro e saudável em vez da saúde do seu filho”. Há ainda um lado de lealdade e amor constante às pessoas próximas, como quando fala do namorado em “Aquele momento eventual em que eu fico completamente obcecada pelo meu namorado e começo a temer pela minha sanidade” e da irmã em “Eu com a minha irmã por uns 3 anos até ela voltar a ser gente (sim Bia, foi difícil aguentar calada)”. Embora ela seja espirituosa e crítica (traços que poderiam lembrar Ravenclaw ou Slytherin), o que mais transparece é a combinação de trabalho árduo como professora, paciência com crianças, senso de justiça cotidiana e lealdade às relações — o núcleo perfeito de uma Hufflepuff.

Seu filme

Sua música
A música bad idea right? combina com o jeito caótico, irônico e autoconsciente dela, inclusive ela mesma já entrou nesse mood em “Bad idea, right?”. Ela vive entre impulsos e autocrítica, como em “Tô com muita vontade de cozinhar mas não to com vontade de comer e to com medo de comer por impulso só pq quero cozinhar” e no humor sombrio de “Maybe i am suicidal again”, o que dialoga com a letra sobre tomar decisões questionáveis sabendo que vão dar ruim. A vibe dela é dramática e engraçada ao mesmo tempo, tipo quando fala de “suicídio agendado” em tom de piada em “Suicídio agendado” e quando transforma a própria vida em diário caótico no Twitter, como comenta em “Amei ela usando o Twitter de diário como se fazia no velho testamento”. Além disso, ela é intensamente afetiva e obcecada de um jeito fofo e meio exagerado, vide “Aquele momento eventual em que eu fico completamente obcecada pelo meu namorado e começo a temer pela minha sanidade”, o que casa perfeitamente com a energia de relacionamento confuso e decisões ruins da música. No conjunto, o humor autodepreciativo, o drama amoroso e o tom de "eu sei que é uma péssima ideia mas vou assim mesmo" fazem de bad idea right? a trilha sonora ideal pra ela.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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