
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil lembra muito a Lisa Simpson: intelectual, perfeccionista, engajada e com interesses que vão de matemática e filosofia a arte e política. Assim como a Lisa, ele está imerso em estudo sério e avançado – vide o bio com múltiplas graduações e pós em matemática e física, além de se entusiasmar com resultados profundos de álgebra, como quando diz que o Teorema da Formalidade "figura [...] entre os mais belos e robustos resultados da álgebra" “Posso estar sendo levado pela emoção do momento, mas não me parece exagero afirmar que o Teorema da Formalidade — formerly known as Conjectura da Formalidade — figura não somente entre os mais belos e robustos resultados da álgebra, mas de toda a matemática.”. Ele também demonstra sensibilidade artística e teórica, comentando cinema clássico japonês e estética filosófica, por exemplo em Ozu e Adorno, o que ecoa a veia cultural da Lisa “『修羅』は松本俊夫による真の傑作である。” e “'Embora as obras de arte não sejam conceptuais nem formulem juízos, são lógicas. Nada nelas seria enigmático, se a sua logicidade imanente não confluísse no pensamento discursivo [...]'”. A postura crítica em relação ao senso comum e à "palpitagem" nas redes, como quando reclama da arrogância de iniciantes e da opinião vazia em massa “Eu não aguento mais tanta palpitagem nas redes sociais. Não entendo essa ânsia (das pessoas) em opinar com soberba sobre tudo, sobretudo sobre o que claramente não se entende sequer o básico.”, lembra diretamente o modo como Lisa frequentemente se frustra com a mediocridade ao seu redor. Além disso, há um engajamento político e ético explícito (como o FreePalestine no bio), muito alinhado à consciência social da Lisa. Apesar de algumas tiradas sarcásticas e memes mais ácidos, o núcleo do perfil é de um nerd hiperespecializado, autocrítico, ativista e apaixonado por conhecimento – exatamente o arquétipo de Lisa Simpson adulta.

Seu tipo de personalidade MBTI
A oposição Introvertido (I) vs Extrovertido (E) pende fortemente para I: ele descreve férias como ficar em casa longe de gente, discutindo no X em vez de sair, como em “além de estar de férias, estou sem vontade de consumir mídias™, de praticar piano ou de sair de casa, então vou discutir no 𝕏.”, e brinca com o isolamento estudando Kant, matemática e videogames, sem exibir vida social intensa. Em Sensação (S) vs Intuição (N), o destaque é claramente N: seus posts são densos em abstração teórica, como quando comenta a síntese da apreensão em Kant em termos de conjunto Ω e funções do tipo ω(tᵢ) em “a síntese da apreensão percorre o diverso das representações de um objeto ω [...] como um conjunto Ω = {ω(t₁), …}”, ou quando descreve a ontologia dos videogames com referências a Aarseth e definições fenomenológicas em “categorias de gênero são processos socioculturais dinâmicos [...] ver, e.g., os trabalhos do Arsenault”. Na dimensão Pensamento (T) vs Sentimento (F), ele privilegia argumentação lógica, rigor conceitual e crítica intelectual, por exemplo ao desmontar visões simplistas de fenomenologia em “é francamente inacreditável ver alguém reduzir prontamente a fenomenologia a um suposto ‘senso comum’ [...]” e ao contextualizar tecnicamente teoremas em álgebra e quantização como em “o teorema, então, afirma que a dgLA dos campos polivetoriais [...] são L∞ quase isomorfos”; o tom é mais crítico e racional do que conciliador. Quanto a Julgador (J) vs Perceptivo (P), ele mostra forte organização interna, metas intelectuais claras e gosto por estruturas sistemáticas: fala de planos de leitura (releitura das três Críticas de Kant e obras de 松本零士) em “eu até tenho uma lista de Obras Que Pretendo Consumir™ em 2026, mas meu único compromisso real será com minha releitura das três críticas kantianas [...]”, gere um blog com séries de textos planejados em “em um segundo texto, complementar a este, pretendo avançar para a discussão de conceitos mais sofisticados”, e expressa irritação com a desorganização intelectual alheia em “não aguento mais tanta palpitagem [...] opinar com soberba sobre tudo, sobretudo sobre o que claramente não se entende sequer o básico”. A combinação de introversão, foco em teoria e estruturas abstratas, argumentação lógico-analítica e orientação a projetos intelectuais de longo prazo é altamente consistente com o perfil INTJ.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Pianista, matemático e filósofo em SP. Pesquisa quantização, joga CRPG velho, maratona Ozu e briga por cohomologia e Palestina no tempo livre.– @StrawHatGustav

Seu coquetel exclusivo
Um uísque japonês defumado representa tanto a devoção a Ozu — vide elogios como “また一つ、小津安二郎の傑作である。” — quanto a densidade teórica de posts sobre cohomologia e quantização geométrica, por exemplo em “E vamos de Álgebra Homológica, Algebróides de Lie e Geometria de Poisson.”. O licor de flor de laranjeira traz um lado lírico e sensível, ecoando momentos como “まだ涙が止まりません…”, em contraste com o humor ácido e as patadas irônicas contra a palpitagem em “Eu não aguento mais tanta palpitagem nas redes sociais.”, simbolizadas pelo vermute seco infundido com café, amargo e elegante. O xarope de chá verde com gengibre captura a energia meio crônica de quem passa as férias discutindo no 𝕏 — “estou sem vontade de consumir mídias™, de praticar piano ou de sair de casa, então vou discutir no 𝕏.” — mas ainda assim mantém um frescor concentrado e cerebral. Por fim, o twist de laranja flambada é o toque dramático e memeável que lembra a persona meio coquette, meio shitposter matemático, como em “Estimo que cerca de 35% da minha personalidade seja constituída por Kasane Teto.”. É um drink forte, levemente amargo, porém aromaticamente delicado: perfeito para ler Kant, falar mal de Final Fantasy XVI e celebrar que “o bem venceu” (“Uma vez mais, o bem venceu...”) às duas da manhã.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil do @StrawHatGustav transborda valorização de estudo rigoroso, reflexão teórica e curiosidade intelectual — traços centrais da Corvinal. Ele se descreve como pianista, artista plástico e pesquisador em matemática e física, além de manter um blog técnico sobre quantização por deformação, como se vê quando anuncia: “Sim, eu criei um blog” e detalha textos como “Post novo, ainda repleto de erros e inconsistências”, mostrando apreço pelo refinamento conceitual. Seu entusiasmo por cohomologia, Teorema da Formalidade e quantização geométrica — por exemplo, ao afirmar que o resultado “figura entre os mais belos da matemática” em “Posso estar sendo levado pela emoção do momento...” ou ao explicar coomologias de Hochschild em “Hochschild cohomology for dummies™” — revela um amor genuíno por ideias abstratas. Além da matemática e física, ele se dedica seriamente à filosofia (Kant, Adorno, fenomenologia) e à estética, como em “O capítulo sobre o uso regulativo da razão...” e em suas longas citações e comentários teóricos sobre arte em “A autonomização da obra de arte perante o artista...”. Mesmo quando fala de videogames, ele recorre a conceitos sofisticados de game studies e topologia, como em “Discussões sobre a ontologia dos 'videogames' oscilaram...” e “Escrever este texto — ‘Espaços Ergódicos em Videogames’...”, o que evidencia um modo analítico e criativo de pensar. O sarcasmo erudito em tweets como “Isso ai ta errado. John Bruch Wilhelm Ulrich provou...” reforça o espírito espirituoso e racional, típicos da Corvinal, mais do que a impulsividade da Grifinória, o foco em poder da Sonserina ou a ênfase em camaradagem da Lufa-Lufa.

Seu filme

Sua música
A combinação de erudição, ironia e certa misantropia leve do @StrawHatGustav lembra muito o clima de Paranoid Android. Ele oscila entre o rigor intelectual e a exasperação com a "era da palpitagem", como em "Eu não aguento mais tanta palpitagem nas redes sociais. Não entendo essa ânsia (das pessoas) em opinar com soberba sobre tudo…" e "É hilário que a era da informação seja também a era da palpitagem.", o que dialoga com o tom de saturação do mundo contemporâneo presente na música. Ao mesmo tempo, há um lado extremamente contemplativo e sofisticado – da álgebra, cohomologia e quantização geométrica em "Posso estar sendo levado pela emoção do momento, mas não me parece exagero afirmar que o Teorema da Formalidade [...] figura não somente entre os mais belos e robustos resultados da álgebra, mas de toda a matemática." – que se encaixa na densidade quase barroca da canção. As fases contrastantes de Paranoid Android espelham o feed dele: alternância entre piadas e gírias como "Iogurte, frutas e pica." e discussões técnicas sobre videogames, estética e filosofia, como em "Discussões sobre a ontologia dos 'videogames' oscilaram — e ainda oscilam — entre as mais diversas concepções e perspectivas…". No fim, é um espírito culto, meio cansado do mundo, mas ainda apaixonado por arte, matemática, cinema e jogos – exatamente o tipo de sensibilidade que a música captura.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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StrawHatGustav
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