
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A @stromberryblond lembra muito a Lisa Simpson porque é ácida, inteligente e vive irritada com a mediocridade geral, mas ainda assim se importa com ética e coerência. Ela demonstra consciência crítica sobre empatia e comportamento social, por exemplo em “reclamar da falta de empatia do chefe e nao ser empatico com o outro... kk” e em “imagina se pra twittar a pessoa precisasse incluir todo o contexto e situação que vive pq caso contrario os jumentos fingem que nao entendeu...”. Ao mesmo tempo, tem um lado muito cultural e artístico, comentando de cinema, séries e música, como em “Class of 2013 Mitski” e nas referências a Black Mirror em “Black Mirror S1 EP2”. A mistura de frustração com o mundo, senso de justiça social e interesse em arte e cultura combina mais com a vibração da Lisa do que com o caos irresponsável do Bart ou a passividade do Homer. Mesmo quando xinga, como em “so nessa rede social pra alguem achar que ta arrasando sendo um baita cuzao sem motivo algum mds vai tomar um ar”, é sempre com um pano de fundo de crítica ao comportamento das pessoas, algo bem típico da Lisa se ela tivesse uma conta no Twitter.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: não falam de grandes grupos de amigos ou vida social intensa, e várias vezes demonstram distância e crítica em relação às dinâmicas sociais do Twitter, como em “mds o twitter é coisa de maluco mesmo” e “ainda bem que o twitter vai morrer”, sugerindo preferência por observar e comentar de fora em vez de buscar atenção. A preferência por intuição (N) aparece na forma como fazem analogias, leituras de contexto e críticas a padrões de comportamento, indo além do fato concreto: por exemplo, em “o sonho do oprimido é ser o opressor” e “problemas que só existem no twitter”, eles abstraem situações em conceitos gerais. No eixo Thinking (T), o tom é direto, lógico e muitas vezes frio ou sarcástico, priorizando coerência acima de agradar, como em “imagina ser tao burro e nao ter vergonha de admitir” e “imagina se pra twittar a pessoa precisasse incluir todo o contexto... abram as escolas”. A postura Judging (J) se nota na forma estruturada e normativa com que julgam comportamentos, estabelecendo claramente o que faz ou não sentido, como em “reclamar da falta de empatia do chefe e nao ser empatico com o outro... kk” e “engraçado que pra esse tipinho de gente, colocar uma roupa e descer demora mas o motoboy subir é rapidinho... qual a lógica?”. No conjunto, essa combinação de observação crítica, abstração, sarcasmo racional e julgamentos firmes se alinha bem com um perfil INTJ.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Bia, crítica de sofá: filmes, Black Mirror e internet maluca. Já vendi Sylvanian Families pra pagar jogo e sigo indignada profissionalmente.– @stromberryblond

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte de vodka porque a Bia não tem medo de falar grosso e mandar a galera tomar ar, tipo em “so nessa rede social pra alguem achar que ta arrasando sendo um baita cuzao sem motivo algum mds vai tomar um ar”. O licor de framboesa representa o lado stromberry debochado, que ri da própria situação quando posta coisas como “noooooooooossa kkkkk que surpresa um monte de punheteiro me seguiu pq postei foto de calcinha”. O limão siciliano entra pela acidez e ironia, perfeita pra momentos tipo “puta que pariu imagina ser burro assim” e “pqp o povo do twitter ta muito distante da realidade”. A pimenta dá aquele ardido que lembra os textões indignados, como em “imagina ser tao burro e nao ter vergonha de admitir” e “a mina chama a outra de mal amada quando precisa vender o próprio corpo pra ter atenção de macho é foda”. Por cima, uma espuma de chamyto deixa o drink inesperadamente fofo e nostálgico, em homenagem ao lado carinhoso-esquisito de tweets como “eu quando não consigo trabalhar pq tem chamyto na lancheira (eu amo chamyto” e às referências de infância e fandoms em “meu sonho ter a Moranguinho amigurumi :(”.

Sua Casa de Hogwarts
Bia demonstra um senso forte de autopreservação e pouca paciência com burrice ou má-fé alheia, o que é bem característico de Slytherin. Em vários momentos ela reage com dureza e desprezo calculado, como quando comenta sobre gente que se acha superior nessa rede: “so nessa rede social pra alguem achar que ta arrasando sendo um baita cuzao sem motivo algum mds vai tomar um ar” e quando assume seu “traço tóxico” de mentalmente mandar se foder tudo que alguém que ela odeia posta: “quando eu odeio alguém absolutamente tudo oq a pessoa fala ou posta eu reajo mentalmente com um fodase emendado de xingamentos”. Ela também é muito incisiva ao apontar hipocrisia ou falta de noção, atacando sem rodeios quem considera desonesto ou performático, como em “caralho vsf não basta ser uma who pick me lascada ainda posta na internet essa bosta vergonhosa” e “a mina chama a outra de mal amada quando precisa vender o próprio corpo pra ter atenção de macho é foda”. Ao mesmo tempo, ela sabe usar ironia e deboche como arma, por exemplo ao criticar a desonestidade intelectual em debates de Twitter: “imagina se pra twittar a pessoa precisasse incluir todo o contexto [...] pq caso contrario os jumentos fingem que nao entendeu”. Esse conjunto de autoproteção, língua afiada, leitura rápida das intenções dos outros e disposição para confrontar, mesmo de forma agressiva, encaixa muito melhor em Slytherin do que em casas mais conciliadoras como Hufflepuff ou mais idealistas como Gryffindor.

Seu filme

Sua música
Acho que a melhor música pra representar a Bia é Your Best American Girl, da Mitski. Ela mesma mostra carinho pela Mitski em tweets como “Class of 2013 Mitski” e tem uma vibe muito de comentar o mundo com ironia, sensibilidade e raiva acumulada, que combina com a estética emocional da artista. A Bia vive apontando hipocrisia e falta de empatia nas pessoas, como em “reclamar da falta de empatia do chefe e nao ser empatico com o outro... kk” e “so nessa rede social pra alguem achar que ta arrasando sendo um baita cuzao sem motivo algum mds vai tomar um ar”, o que ecoa o conflito interno e externo da música. Ao mesmo tempo, ela tem um humor ácido e sabe que vive numa rede social de maluco, vide “ainda bem que o twitter vai morrer” e “pqp o povo do twitter ta muito distante da realidade”, o que combina com o sentimento de deslocamento e inadequação da letra. No fim, Your Best American Girl é intensa, dramática e meio caótica emocionalmente — exatamente como o jeito que a Bia se expressa quando fala de gente burra, fandom tóxico e internet, como em “puta que pariu imagina ser burro assim” e “mds o twitter é coisa de maluco mesmo”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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stromberryblond
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