
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A energia caótica, dramática e extremamente apaixonada da @suhopapito lembra muito o Homer Simpson quando ele é obcecado por algo. Ela vive tudo no máximo – seja amor de fã (“caraca eu amo muito o junmyeon meu deus acho que eu daria a minha vida pra ele se precisasse o cara é meu tudo tem como não”) ou ódio momentâneo (“vai tomar no meio do cu não aguento mais esse fandom chato do caralho”). Como o Homer, ela é exagerada, intensa e dramática, mas também muito carinhosa com família e amigos (“a minha família é muito especial não aguento”, “eu e a @CYongieCherry 🤍”). A mistura de reclamação da vida adulta/faculdade (“ninguém pediu essa porra morre faculdade 🖕🖕🖕🖕”) com um coração enorme pros ídolos e pras pequenas alegrias (“A VIDA É TÃO BOA”, “i ❤️ macarrão caseiro da minha vó”) é exatamente o tipo de caos emotivo e engraçado que define o Homer. Além disso, a forma como ela dramatiza qualquer interação com idols como se fosse algo destinado a ela (“FOI PRA MIM PORRA CARALHO FOI PRA MIM 😭😭😭😭😭😭😭”) lembra o jeito egocêntrico, porém adorável, do Homer de colocar seus sentimentos no centro de tudo.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles soam claramente extrovertidos (E): vivem comentando amigos, família, fandom e interações, como em “eu e o meu divo sehun jurídico indo pra primeira aula do semestre” e “quase 1h da manhã e eu e a minha melhor amiga analisando mamilos masculinos…”, mostrando energia voltada pra fora e gosto por gente. A forma como escrevem é muito intuitiva (N), cheia de metáforas, exageros e associações (“jaehyun e o luan santana da coreia”, em “não consigo elaborar mas eu preciso dizer que o jaehyun e o luan santana da coreia”), e menos focada em detalhes concretos. A dominância do Feeling (F) aparece na intensidade emocional e na defesa apaixonada das coisas que ama, como em “escolher um lado nunca será uma opção para mim. não existe escolher 6 ou 3 quando os 9 são o meu mundo” e nos surtos afetivos tipo “caraca eu amo muito o junmyeon meu deus acho que eu daria a minha vida pra ele”. Já o lado Perceiving (P) aparece na espontaneidade caótica e no humor impulsivo, por exemplo em “VAI TOMAR NO CU TODO MUNDO AGORAEU TENHO SPOTIFY ROSA AMO A VIDA PORRAAAAAAAA” e “mandem logo o mingyu pro exército pq eu não aguento mais esse canalha vsfd”, sem preocupação em ser organizado ou “certinho”. Em conjunto, essa mistura de sociabilidade barulhenta, imaginação, intensidade emocional e zero filtro planejado combina muito com o perfil ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Manaus, direito & k‑pop na veia. Entre um surto pelo EXO e um chilique com o Seventeen, ainda passo em Teoria da Empresa (juro).– @suhopapito

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e azul porque lembra a fase “fevereiro azul suhopapito” e a indecisão entre servir beleza ou cunt, como em “nova era de fevereiro azul suhopapito” e “não sei se esse mês quero servir beleza ou cunt”. A vodca de mirtilo é a base intensa do fanatismo por EXO e Seventeen, tatuada na pele em “o we are one que carrego na pele tatuado é a prova disso”. O licor de laranja com glitter representa o brilho dramático e exagerado dos surtos tipo “VAI TOMAR NO CU TODO MUNDO AGORAEU TENHO SPOTIFY ROSA AMO A VIDA PORRAAAAAAAA”. O maracujá traz o azedinho caótico das reclamações e ódio à faculdade em “ninguém pediu essa porra morre faculdade”, enquanto o espumante rosé deixa tudo romântico e emocionado, igual a “caraca eu amo muito o junmyeon meu deus acho que eu daria a minha vida pra ele”. A borda de sal doce com limão é o contraste entre a língua afiada e o carinho, visível em surtos tipo “vai todo mundo tomar no meio do cu não aguento mais esse fandom chato do caralho” e nos momentos fofos de família em “a minha família é muito especial não aguento”.

Sua Casa de Hogwarts
A forma como ela fala do EXO mostra um nível de lealdade bem típico de Hufflepuff: em vez de escolher “lado” na treta 6x3, ela enfatiza que ama os 9 igualmente e até tatuou isso na pele, como em “escolher um lado nunca será uma opção para mim. não existe escolher 6 ou 3 quando os 9 são o meu mundo. o we are one que carrego na pele tatuado é a prova disso...”. A mesma postura aparece quando defende o grupo e o fandom de forma emocional, mas sempre pelo sentimento de injustiça e de proteção ao que ama, como em “caralho não entendo pq vocês tem que escolher um lado... vai tomar no cu nao aguento mais”. Ela demonstra muita devoção e carinho pelas figuras importantes na vida dela (idols, família, amigos), por exemplo em “a minha família é muito especial não aguento” e em vários tweets chamando membros de “amor da minha vida” e “meu tudo”, como “caraca eu amo muito o junmyeon meu deus... o cara é meu tudo”. Apesar do jeito boca-suja e impulsivo, o que move os surtos dela é quase sempre esse senso de afeto, proteção e companheirismo – características centrais de Hufflepuff. Mesmo quando reclama de injustiças maiores (como xenofobia com o Norte em “galera vocês são muito xenofóbicos com o norte…”), o foco está em defender quem é desrespeitado e manter um senso de justiça básica, reforçando o perfil de alguém leal, protetora e de coração mole, bem Hufflepuff.

Seu filme

Sua música
A música Lucky One combina com eles porque resume bem a sensação de ter o EXO como centro da vida e ainda achar isso uma sorte absurda – algo que aparece quando dizem que os 9 são "o meu mundo" e que o "we are one" está até tatuado na pele: “o we are one que carrego na pele tatuado é a prova disso e sempre vou apoiar cada um deles, por que 9 são o meu tudo, o exo é tudo o que eu tenho”. O clima meio dramático e meio brincalhão da música combina com a forma intensa e apaixonada como falam do Suho, chamando ele de tudo e dizendo que dariam a vida por ele: “caraca eu amo muito o junmyeon meu deus acho que eu daria a minha vida pra ele se precisasse o cara é meu tudo tem como não”. Eles vivem esse amor de fã como se fosse destino mesmo, sofrendo mas rindo, tipo quando desabafam: “meu deus do céu eu não aguento mais pq eu inventei de amar o exo meu deus isso é muito sofrimento”. Ao mesmo tempo, o tom divertido, caótico e romântico da música casa com o jeito deles de transformar tudo em novela de amor com idols, como quando chamam um de "meu marido" e falam das "crianças": “meu marido tá voltando pra mim e as crianças”. No fim, Lucky One é sobre se sentir escolhido/amaldiçoado pela própria paixão – exatamente o tipo de intensidade que aparece o tempo todo na timeline deles.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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suhopapito
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