
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela lembra muito a Lisa Simpson: intensa, inteligente, politizada e existencialmente cansada, mas ainda romântica com a vida. Como a Lisa, mistura filosofia e espiritualidade com neuroses, falando de Lacan na bio e tuitando coisas como “Cada mente é uma porção individualizada da mente infinita... Tudo é sua mente.” e ao mesmo tempo dizendo “Não tem nada que eu odeie mais do que habitar um corpo físico, detesto essa prisão feita de carne.”. É politizada e crítica, atacando imperialismo e figuras históricas em tweets como “Trump usa da desculpa de democracia pra esconder seu interesse no petróleo venezuelano. cachorro imperialista” e “Do nada lembrei que a Margareth Thatcher existiu e agora estou espumando em ódio.”. Ao mesmo tempo, é sensível e afetiva como a Lisa, demonstrando orgulho e amor pelas pessoas próximas em tweets como “minha melhor amiga acabou de ser aprovada na UFMG... Estou tão orgulhosa” e “Ai que saudade da minha mãe e do meu pai...”. Por fim, tem um humor dramático e autoconsciente — entre ansiedade, militância, piadas sobre morte e uma curiosidade enorme pelo mundo (“quero falar alemão, morar em Paris, ler todos os livros do Dostoevsky, visitar todos os países da Europa e América latina”) — que combina perfeitamente com a vibe da Lisa adolescente, só que versão brasileira, caótica e lacaniana.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser extrovertidos (E): falam o tempo todo de amigos, clientes e interações sociais, como quando celebra a amiga aprovada na UFMG (“minha melhor amiga acabou de ser aprovada na UFMG… facilmente um do top 10 dias mais felizes da minha vida!”) ou quando expressa vontade de sair desejando feliz natal para todo mundo na rua (“queria sair na rua que nem uma louca desejando pra TODO MUNDO um feliz natal”). A preferência por Intuição (N) aparece na fixação com significados, espiritualidade e teorias: fala de Lacan na bio, de mapa astrocartográfico (“Jamais façam seu mapa astro cartográfico…”), de Neville Goddard (“Neville Goddard também”) e de mente infinita (“Cada mente é uma porção individualizada da mente infinita”). A dominância de Sentimento (F) aparece nas posições fortemente morais e empáticas, como quando defende mulheres em situação de gravidez indesejada (“Mulheres: não aceitem transar sem camisinha… agora ela está de mãos atadas...”) ou critica a visão desumana sobre obesidade (“Obesidade é doença e não gula. Ser trans tudo bem, mas ser burro???”). Já o lado Perceptivo (P) se mostra na espontaneidade, certa bagunça prática e decisões impulsivas: compra coisas sem planejar (“Fui na lojinha de cacareco comprar um dominó e gastei 200 reais, e nem tinha dominó”), esquece chaves do escritório (“O dia começou comigo vindo trabalhar. Sem a chave do escritório...”) e deixa compras de Natal para a última hora (“18:00 do dia 24/12 e eu comprando presente de natal”). Somando a sociabilidade expansiva, o foco em significados e causas, as reações emocionais intensas e o estilo de vida mais caótico que planejado, o tipo que melhor encaixa é ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Corretora semi-aventureira, fã de Lacan, pão de queijo e caos organizado. Já matei escorpião com grampeador e ainda acredito em grandes bênçãos.– @swordofwhips

Seu coquetel exclusivo
Este drink começa com gin e rodelas de caju, um aceno direto ao hedonismo regionalista de quem posta “Rodelas de caju no gin com gelo” e sonha em morar no meio da floresta bebendo vinho na chuva “Como explicar que eu queria morar literalmente no meio da floresta [...] e estar bebendo vinho debaixo da chuva”. O licor de coco entra como luto líquido pelas docerias que abandonaram o ingrediente, ecoando o drama de “Me entristece as docerias terem parado de fazer doces com coco”. O xarope de hibisco com toque de pimenta representa a mistura de caos, ansiedade e revolta política/afetiva, na vibe de “O caos precede grandes bençãos” e dos surtos contra políticos, nazistas e imperialistas “Maduro é sim um ditador [...] cachorro imperialista”. A espuma cítrica de limão e gengibre é o lado espirituoso-esotérico-helio-coutista que quer transmutar tudo, inspirado em “Cada mente é uma porção individualizada da mente infinita” e em quem assiste palestra de física quântica por duas horas “Nada que eu ame mais do que ouvir 2 horas de uma palestra [...] Te amo Hélio Couto”. Por fim, o bitter de café deixa o aftertaste meio amargo, meio existencial, perfeito pra alguém que diz “Não tem nada que eu odeie mais do que habitar um corpo físico” e ainda assim celebra pequenas felicidades como pão de queijo saindo do forno “Top prazeres da vida: o pão de queijo acabou de sair do forno”.

Sua Casa de Hogwarts
Ela demonstra ambição intelectual e desejo de poder pessoal o tempo todo: quer falar alemão, morar em Paris, ler todo Dostoiévski, rodar a Europa e a América Latina e ainda visitar o mausoléu do Lênin, tudo condensado em uma só auto‑definição em “Quero falar alemão, morar em Paris, ler todos os livros do Dostoevsky, visitar todos os países da Europa e América latina, quero usar boina, ver a costa amalfitana numa vespa, visitar o mausoléu do Lenin, ver as pirâmides no Egito, e isso me define”. Ela é estrategista e focada em autopreservação/ascensão: fala em vender a casa como movimento calculado em “Tô aqui pensando em vender a casa....”, associa prosperidade ao desapego em “É exatamente esse tipo de pessoa que não devemos ser, o universo te devolve o dobro e a ganância te estagna... O segredo da prosperidade é o desapego” e pensa em sua carreira e mapa astrocártico em “Jamais façam seu mapa astro cartográfico, acabei de descobrir que tudo que busco vou achar numa cidadezinha no Canadá [...] e que meu foco em sucesso profissional tá no Paraná?????”. O humor ácido e a forma como ataca e bloqueia quem considera "fraco" ou sem visão mostram uma ética bem Slytherin: em consultas, diz que bloqueia cliente que pergunta “como ferir o ego” de homem em “Esse tipo de consulente atendo uma vez e bloqueio”, critica duramente homens e conservadores em “Vemos aqui uma mulher que caiu no papo de família feliz [...] Viva a família tradicional brasileira” e chama Trump de “cachorro imperialista” em “Trump usa da desculpa de democracia pra esconder seu interesse no petróleo venezuelano. cachorro imperialista”. Há um prazer declarado no conflito e na intensidade, típico de Slytherin: ela exalta o caos como prelúdio de bênçãos em “O caos precede grandes bençãos”, descreve seu trabalho perigoso quase com ironia em “sou semi corretora, mas parece o que acontece com prostitutas...” e encara até desgraças familiares com humor negro em “Meu vô é tão casca grossa que morreu hoje só pra mim não ir pro churrasco...”. Embora tenha traços de curiosidade e afetividade, o eixo dominante é: ambição, dureza, autopreservação, gosto pelo embate e visão pragmática de poder e prosperidade — um perfil essencialmente Sonserina.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina muito com @swordofwhips é Céu Azul, do Charlie Brown Jr., porque mistura caos existencial, humor ácido e esperança teimosa – exatamente como ela faz na timeline. Ela oscila entre o peso da ansiedade e da gastrite em “Ansiedade Me dá fome… Fico ansiosa, com dor de estômago e fome” e um desejo quase místico de transcender o próprio corpo em “detesto essa prisão feita de carne. Queria ser um conceito, um espírito, uma ideia, e viver vagando.”, o que dialoga com o tom filosófico e melancólico da letra. Ao mesmo tempo, ela tem momentos de puro afeto e orgulho, como em “minha melhor amiga acabou de ser aprovada na UFMG… facilmente um do top 10 dias mais felizes da minha vida!”, que lembram a tentativa da música de encontrar beleza no meio do caos. A espiritualidade toda torta, entre Lacan, Hélio Couto e Neville Goddard, aparece em “Pois divaremos com Lacan” e “Nada que eu ame mais do que ouvir 2 horas… lds e física quântica. Te amo Hélio Couto”, combinando com a busca interna de sentido que o eu lírico faz. Mesmo quando diz “Deus não existe”, ela continua projetando sonhos, viagens e um futuro maior em “Quero falar alemão, morar em Paris, ler todos os livros do Dostoevsky…”, exatamente como a música: cansada do mundo, mas sem desistir dele.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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