
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela parece mais com a Lisa Simpson: sensível, inteligente, politizada e muito autocrítica. Assim como a Lisa, ela sente o peso do mundo nas costas, seja com a sobrecarga de estudos e trabalhos (“É trabalho da faculdade É trabalho do laboratório É trabalho da IC…”) ou com a responsabilidade emocional em casa (“eu tenho que ser forte por ela, ela precisa de mim agora”). Ela é apaixonada por cultura pop, música e mídia, analisando tudo com intensidade emocional e intelectual, como em Stranger Things (“Foda se o plof, foda se a trama, foda se os furos Eu to chorando muito com a cena do Will se assumindo”) e em comentários sobre política e genocídio (“A POPULAÇÃO NÃO TEM CULPA A POPULAÇÃO NÃO É ODIOSA, O ESTADO SIM”). Também tem crises de autoimagem e sensação de inadequação, o que lembra muito a insegurança recorrente da Lisa (“quem fala que eu sou bonita ta mentindo demais… Quero chorar”). No meio de tudo isso, ela continua sendo extremamente amorosa, romântica e imaginativa, como quando inventa um universo alternativo com a namorada (“Amo ser uma bobona”), algo que combina demais com o coração grande e dramático da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam muito de sentir-se esgotados, sobrecarga e sofrimento interno, como em “Esse é o começo de ano mais infernal que eu tive até hoje… sinto que tenho essa maldição…” e “Incrível como tudo que eu toco vira MERDA vira BOSTA”, e focam mais em desabafos íntimos do que em socializar ou fazer networking. A preferência por intuição (N) aparece no modo como mergulham em significados, narrativas e possibilidades, criando universos alternativos com a namorada em “acabei de criar uma história de um universo alternativo onde eu e ela nos conhecemos desde criança…” e filosofando sobre matemática em “matemática é filosofia pura a mente deles explode na hora”, além de análises emocionais de séries como Stranger Things em “Foda se o plof, foda se a trama, foda se os furos Eu to chorando muito com a cena do Will se assumindo…”. A dimensão sentimento (F) é fortíssima: eles tomam posição a partir de empatia e ética pessoal, como em “A POPULAÇÃO NÃO TEM CULPA A POPULAÇÃO NÃO É ODIOSA, O ESTADO SIM”, mostram amor intenso por pessoas e ídolos em “MEU BIAS MEU ULTIMATE AAAAAAAAA eu amo tanto o namjoon” e “Eu amo tanto essa mulher Ela merece TUDO de bom…”, e valorizam o sofrimento alheio, como com a mãe em “Eu trocaria toda a dor que a minha mãe ta sentindo e colocaria tudo em triplo em mim…”. Quanto a percepção (P), embora estejam atolados em responsabilidades acadêmicas, o tom geral é de caos, cansaço e improviso, como em “Não aguento mais É trabalho da faculdade… É trabalho do Coro Universitário EU VOU MORRER.” e no jeito espontâneo, impulsivo e pouco estruturado de narrar emoções (“Vou me matar vou me matar vou me matar…” em este desabafo), o que se alinha mais ao estilo flexível e reativo de P do que à organização de J. No conjunto, a combinação de introspecção emocional profunda, imaginação forte, foco em valores pessoais e vida meio caótica aponta com mais força para INFP do que para outros tipos próximos como INFJ ou ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Psicóloga em formação, taróloga iniciante e gamer reclamona. Já fui confundida com atendente da Reversa duas vezes e assumi o look como CLT.– @teamopandyrony

Seu coquetel exclusivo
O Lesbotron5000 on the Rocks é forte e intenso, porque a vida dessa criatura é literalmente “Esse é o começo de ano mais infernal que eu tive até hoje” (“Esse é o começo de ano mais infernal que eu tive até hoje”) e o álcool precisa acompanhar o drama. A vodka com pimenta e gengibre é o lado boca-suja, raivoso e zero paciência de quem solta um (“Incrível como tudo que eu toco vira MERDA vira BOSTA”) mas continua em pé. O licor de amora traz a vibe sáfica e bissexual assumida em (“cheguei à conclusão que eu sou uma pessoa bissexual que prefere 99% mais mulheres...”), deixando tudo frutado, roxo e bem gay. O xarope de hibisco é o drama romântico fofinho de inventar universos alternativos com a namorada em (“Amo ser uma bobona”), porque por baixo da gritaria tem alguém extremamente sensível. A espuma de leite de coco com baunilha é o carinho com a mãe e a vontade de tirar a dor dela em (“Eu trocaria toda a dor que a minha mãe ta sentindo e colocaria tudo em triplo em mim”), um abraço doce por cima do caos. E o bitter de cacau é a camada final de nostalgia triste e peso existencial de (“A morte tem sido cada vez algo mais presente na minha vida”) misturado com choro de fã em (“Soluçando de chorar com o final de Stranger Things”), deixando o drink agridoce, complexo e absurdamente emocional.

Sua Casa de Hogwarts
Ela demonstra uma lealdade e um cuidado enormes com as pessoas que ama, algo muito característico de Hufflepuff. Isso aparece de forma gritante com a mãe, quando escreve que trocaria toda a dor dela pela própria: “Eu trocaria toda a dor que a minha mãe ta sentindo e colocaria tudo em triplo em mim se isso fosse fazer ela não sentir mais essa dor.” e também quando fala que precisa ser forte por ela: “Mas eu tenho que ser forte por ela, ela precisa de mim agora”. Há também muito afeto e dedicação à namorada, como quando inventa um universo alternativo para confortá-la: “Pra distrair meu amor eu acabei de criar uma história de um universo alternativo onde eu e ela nos conhecemos desde criança… Amo ser uma bobona”. Ela valoriza amizade, convivência e pequenas alegrias coletivas, como nas 12 horas de RPG com os amigos: “12 horas de jogatina de rpg com meus amores, amo demais todos eles”. Mesmo quando está exausta e sobrecarregada pelo trabalho e pela faculdade, continua cumprindo suas responsabilidades: “É trabalho da faculdade… É trabalho do Coro Universitário EU VOU MORRER.”, o que mostra uma ética de esforço típica de Hufflepuff. Somando lealdade intensa, afeto, senso de justiça humana (por exemplo, ao criticar quem quer punir populações por ações de um Estado: “A POPULAÇÃO NÃO TEM CULPA”) e muita perseverança apesar do sofrimento, ela se encaixa melhor em Hufflepuff do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A música Waiting for the End combina bem com a mistura de dor, cansaço e vontade de seguir em frente que aparece o tempo todo na timeline. Ela mesma comenta isso em “O mundo descobrindo que waiting for the end é a melhor musica do mundo….”, mostrando que não é só uma faixa que ela gosta, mas algo que já a representa. A letra fala de fim de ciclos, de sentir que tudo que você toca vira problema, o que ecoa em desabafos como “Incrível como tudo que eu toco vira MERDA vira BOSTA” e “Esse é o começo de ano mais infernal que eu tive até hoje”. Ao mesmo tempo, há amor intenso pela mãe e pela namorada, presente em “Eu trocaria toda a dor que a minha mãe ta sentindo e colocaria tudo em triplo em mim” e “A mel é assim também”, o que se conecta com o tom emocional e vulnerável da música. Como fã assumida de Linkin Park em “Meu deus é TÃO bom ser fã de lady gaga e linkin park”, escolher Waiting for the End junta perfeitamente o gosto musical dela com a narrativa de crise, luto e resistência que aparece nos tweets.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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