
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O usuário parece ser uma mistura de ironia, hiperconsciência intelectual e sensibilidade moral — muito típico da Lisa Simpson. Ele vive cercado de livros e referências filosóficas, como em “se tem um livro que você PRECISA ler esse livro é a critica da razão pura” e “Frege cita uma passagem de Matheus em Die Verneinung”, o que combina com a veia nerd e acadêmica da Lisa. Ao mesmo tempo, há uma preocupação ética e religiosa explícita em ser católico e refletir sobre perdão e misericórdia, como em “Engraçado que pro evangélico médio não existe perdão [...] mas não existe misericórdia”. A sensibilidade um pouco melancólica e introspectiva aparece em tweets como “pensando na solidão do cowboy pqp vou chorar” e “dia frio bom lugar pra ler um livro pensamento la em você...rsrs”, bem na linha da Lisa que sente o peso do mundo. Por fim, ele é autoconsciente, se acha meio deslocado e ri da própria intelectualidade e dos outros, algo que ecoa o papel da Lisa como a ‘estranha inteligente’ da família, tentando conciliar cultura alta, fé, amor e vida cotidiana caótica.

Seu tipo de personalidade MBTI
Pelas postagens, ele parece mais introvertido (I) do que extrovertido: fala muito de observações internas, hiperfocos e vida mental (“meus hiperfocos ٩(´▽)۶”), reclama de ônibus, engarrafamento e estudo, e frequentemente comenta o mundo de fora como um observador irônico, em vez de alguém buscando centro das atenções. A preferência por intuição (N) é evidente no foco em ideias abstratas, filosofia e metáforas, como quando fala de Kant e Frege (“se tem um livro que você PRECISA ler esse livro é a critica da razão pura”; “Frege cita uma passagem de Matheus em Die Verneinung, coisa mais aleatória do mundo. E ainda associa (indiretamente) Deus e o logicismo.”) e quando transforma o cowboy e o cavalo em símbolos existenciais (“pensando na solidão do cowboy pqp vou chorar”; “o cavalo um animal que não é apenas um meio de transporte como também um amigo e companheiro um signo de beleza esplendor fortaleza e resiliência…”). Ele tende a pensar (T) de forma analítica, cética e até meio ácido, fazendo críticas lógicas e conceituais a política, religiosidade evangélica e costumes (“Engraçado que pro evangélico médio não existe perdão… mas não existe misericórdia”; “Sim mano o comunismo é o based e o redpill pq autoritário e os burgueses degenersdos etc etc isso ai mesmo bom jeito de interagir com politica”), preferindo argumentos e ironia a apelos emocionais. A dicotomia J/P pesa claramente para Perceiving (P): ele é disperso, reclama de prazos, de perder arquivos e ter dificuldade com organização (“Caralho pqp o tanto de coisa que ja perdi pq sou burro e o meu computador insiste nesse one drive…”; “Fui avisar meu orientador da IC q nn ia conseguir entregar o texto hj pq meu computador nn tinha salvo…”), além de demonstrar um estilo de vida improvisado, cheio de interesses paralelos (academia, cinema, filosofia, anime, skate, música). O padrão geral é de alguém altamente intelectualizado, curioso, irônico e teórico, que prefere explorar ideias a impor estruturas rígidas — combinação típica de INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Católico de Botafogo, leitor de Kant e cowboy de metrô. Já perdi trabalho pro OneDrive e ainda acho que o noticiário é mais confuso que Frege.– @temoretremor

Seu coquetel exclusivo
A base de cachaça envelhecida é forte e brasileira, igual a timeline meio filósofo, meio trambiqueiro carioca, que vai da crítica da razão pura à reclamação do engarrafamento, tipo em “2 horas p chegar em casa sendo que 30 minutos foram esperando o ônibus e 20 em engarrafamento kkkkkkkkk”. O licor de café entra como o lado acadêmico/notívago, o cara que lê Frege, Kant e Carnap e depois solta coisas como “Desculpa, mas a linguagem não é nada mais que a figuração divina do afastamento ontologico entre Deus e Homem”. O xarope de cenoura com mel representa a ternura católica-amorosa, o cara que fala do cavalo como criatura sublime em “o cavalo um animal que não é apenas um meio de transporte…” e que ama a namorada em caps lock de afeto na bio. O bitter de lúpulo traz o amarguinho irônico contra breguice, brainrot e exagero de perfume, como em “Queria ser psicólogo pra fazer uma incursão na psiche da galera que passsa 80 borrifadas de perfume”. Por cima, a espuma de água tônica e limão é o ar leve de meme, weeb, academia e skate, o "soon to be criminoso core" que posta “me preparando p ir na academia” e, mesmo dramático, ainda faz piada dizendo “Vem logo, eschaton”.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais constante dele é a curiosidade intelectual meio caótica, típica de Ravenclaw. Ele recomenda leitura pesada com entusiasmo irônico, como em “se tem um livro que você PRECISA ler esse livro é a critica da razão pura ou particulas elementares ddo Houellebecq, fica a teu critério” e comenta cinema e literatura com um olhar conceitual, como em “O que me pegou em O Velho e o Mar é que o Santiago é literalmente todos os homens do mundo”. Há um gosto evidente por filosofia da linguagem e lógica em tweets como “Frege cita uma passagem de Matheus em Die Verneinung, coisa mais aleatória do mundo. E ainda associa (indiretamente) Deus e o logicismo.” e “We all did our Carnap classes, kiddo”, o que mostra prazer em teoria e abstração. Ele também faz piadas metalinguísticas e análises sobre linguagem, por exemplo em “Tenho vergonha de usar mesóclise...” e “Desculpa, mas a linguagem não é nada mais que a figuração divina do afastamento ontologico entre Deus e Homem”, reforçando o perfil contemplativo. Mesmo quando fala de religião e política, tende a problematizar conceitos e estruturas (como em “Engraçado que pro evangélico médio não existe perdão [...] mas não existe misericórdia” e “Sim mano o comunismo é o based e o redpill [...] bom jeito de interagir com politica”), o que é mais típico de um Ravenclaw irônico do que de um militante de outra casa. Há humor, autodepreciação e hiperfocos (“meus hiperfocos ٩(´▽)۶”), mas o fio condutor é o amor por ideias, conceitos e referências intelectuais e artísticas, em vez de ambição (Slytherin), bravura (Gryffindor) ou foco em trabalho/acolhimento (Hufflepuff).

Seu filme

Sua música
A música Jesus, Etc. combina o tom meio melancólico, irônico e ao mesmo tempo afetuoso que aparece nos tweets, juntando um existencialismo cotidiano com afeto, religião e caos urbano. Ele é abertamente católico e afetivo com a namorada (bio: “Católico. Amo minha namorada.”), o que ecoa a mistura de espiritualidade e amor terreno da música, além de frases como “Desculpa, mas a linguagem não é nada mais que a figuração divina do afastamento ontologico entre Deus e Homem”. Ao mesmo tempo, ele está sempre cansado do mundo e do corre diário, como em “2 horas p chegar em casa sendo que 30 minutos foram esperando o ônibus e 20 em engarrafamento kkkkkkkkk” e “que vida pqp”, o que conversa com o clima de cidade grande meio quebrada da canção. O lado intelectual e meio ansioso aparece em coisas como “se tem um livro que você PRECISA ler esse livro é a critica da razão pura” e “tenho sol em Ansiedade e Vênus em TDAH”, refletindo o eu-lírico que observa tudo com certa fragilidade e autoironia. Por fim, a delicadeza com os bichos e com a solidão – como em “ele quer ver anime comigo” e “pensando na solidão do cowboy pqp vou chorar” – casa bem com o tom doce-triste da música, que parece olhar para o mundo com ternura mesmo quando tudo está desabando.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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