
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A @teslia_ parece mais próxima da Lisa Simpson: intelectualizada, muito autoconsciente e frequentemente deprimida ou sobrecarregada, mas ainda assim apaixonada por arte, cinema e livros. Ela faz comentários profundos e politizados sobre cultura e poder, como em “que opiniões são essas meu deus…a porra dos clinton, bill gates e os caralho…o mais tenebroso do caso do epstein é que ultrapassa direta X esquerda” e em “repitam comigo arte não tem objetivo arte não tem utilidade prática arte não tem função utilitária”, algo bem Lisa defendendo arte e ética contra a visão utilitarista do mundo. Ao mesmo tempo, ela expõe e analisa o próprio sofrimento psíquico com uma lucidez dolorosa, como em “não sei se estou piorando da depressao ou estou esgotada do trabalho ou estou em restrição severa de carboidratos ou tudo junto” e “ontem cheguei bem perto de uma crise de toc e tô há uns dois dias super ansiosa aí fui ver e percebi que estou tomando só o venvanse e não o antidepre e antiansiedade”. A relação complexa com a família e o papel de 'segurar as pontas', como em “apesar de eu ter criado minha irmã e ser mãe de todo mundo na casa dos meus pais cada dia mais eu percebo que eu sou inapta pra ter filho” e na leitura de A vida invisível em que se identifica com a irmã que media conflitos “a mediadora, a que segura as pontas, a que tenta melhorar a situação e que no final leva cacetada”, também ecoa muito a função emocional da Lisa na família Simpson. Além disso, o amor por livros e cinema de arte, como em “sem brincadeira eu tô assim relendo o final de a amiga genial pra começar o segundo livro” e as discussões detalhadas sobre prêmios e diretores de cinema, reforçam o paralelo com a Lisa nerd, cinéfila e leitora voraz que tenta encontrar sentido num mundo que constantemente a frustra.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente introvertidos (I): falam mais de experiências internas, crises emocionais e terapia do que de grandes rolês sociais, por exemplo quando comentam sobre sair de um episódio depressivo e fazer faxina (“saindo de um episódio depressivo janeiro não foi fácil pra mim consegui fazer faxina e agora indo tomar banho”) e quando descrevem a própria vida como ‘mágica e sincronizada’ (“impossível ser ateu quando minha vida é tão mágica e sincronizada”), o que mostra foco em mundo interior. A preferência por intuição (N) aparece na tendência a abstrações sobre arte, política e sentido da vida, como em (“repitam comigo arte não tem objetivo arte não tem utilidade prática arte não tem função utilitária”) e nas leituras/filmes que os afetam existencialmente (“na metade de a vida invisível eu só comecei a chorar porque lembrei que realmente não há esperança para nós mulheres”). O eixo sentimento (F) é forte: julgam situações com base em valores e empatia, criticando insensibilidade alheia (“vocês são burros e insensíveis and it shows”) e reagindo de forma intensa à dor de personagens (“a dor da agnes me corta tanto... a mediadora, a que segura as pontas, a que tenta melhorar a situação e que no final leva cacetada”). Ao mesmo tempo, a forma de falar é emocional e pouco calculada, com desabafos sobre suicídio e exaustão com trabalho corporativo (“eu aguento no máximo mais 4 anos de trabalho corporativo antes de considerar seriamente o suicidio”), privilegiando autenticidade em vez de diplomacia. Por fim, parecem mais perceptivos (P) do que julgadores: alternam entre desejos de mudança (faculdade de design, filhos, saúde financeira) e uma rotina pouco estruturada, com impulsos, esquecimentos de medicação (“ontem cheguei bem perto de uma crise de toc... percebi que estou tomando só o venvanse e não o antidepre e antiansiedade”) e fantasias de ‘sumir’ via internação só para descansar (“queria ter uma doença normal sem risco de vida mas que me fizesse passar uma semana internada no hospital só pra eu descansar um pouco”). Esse conjunto — mundo interno intenso, idealismo artístico e político, reatividade emocional forte e pouca rigidez com planos — encaixa bem com um perfil INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis

Sua nova bio do Twitter
analista em horário comercial, cinéfila e mãe de irmã em tempo integral. uma vez pedi folga, o universo respondeu com mais um filme do PTA.– @teslia_

Seu coquetel exclusivo
Um coquetel forte, meio amargo e meio doce, porque quem fala “eu aguento no máximo mais 4 anos de trabalho corporativo antes de considerar seriamente o suicidio” não combina com drink levinho. O gin com casca de laranja queimadinha é o fogo interno de quem tá em “20 dias na dieta keto” e mesmo assim segue indo em show, festival e oscar race. O vermute com camomila representa a tentativa de autocuidado e terapia, tipo quando ela diz “saindo de um episódio depressivo [...] consegui fazer faxina e agora indo tomar banho”. O bitter de cacau 70% é o amor pela arte dolorida, chorando com “a vida invisível que filme desgraçado tô em prantos” e defendendo cenas de sexo porque “arte não tem utilidade prática”. O xarope keto de café frio é o corre farmacológico/energético de quem percebe que “estou tomando só o venvanse e não o antidepre e antiansiedade”, mas segue trabalhando e lendo tetralogia Ferrante. O twist de limão com sal na borda é a acidez irônica de quem manda um “homem chato enche minha paciência” e depois vai tuitar apaixonada sobre livros, filmes e bofes lindos, porque no fundo a misantropia dela é toda emocional e cinematográfica.

Sua Casa de Hogwarts
A @teslia_ demonstra uma curiosidade intelectual intensa e uma relação muito forte com arte, cinema e literatura – características centrais de Ravenclaw. Ela discute forma e teoria de cinema com vocabulário sofisticado, como ao criticar diálogos e defender cenas de sexo em termos estéticos e anti-utilitaristas em tweets como “toda cena de sexo é necessaria. visão utilitarista e neoliberal que cada parte da obra precisa ser recrutada pra atender um fim objetivo do plot vsf somos modernos somos contemporâneos não estamos presos às amarras do formalismo” e “o KMF arrasa na forma em alguns momentos, mas os diálogos são todos assim”. Há também um amor explícito por literatura e análise de personagens, por exemplo quando fala de A vida invisível e se identifica com a irmã mediadora – “a dor da agnes me corta tanto. apesar de eu ser a irmã mais velha eu me vi muito mais nela. a mediadora, a que segura as pontas, a que tenta melhorar a situação e que no final leva cacetada” – e quando está relendo Elena Ferrante: “sem brincadeira eu tô assim relendo o final de a amiga genial pra começar o segundo livro”. Ela demonstra pensamento abstrato e quase filosófico sobre arte em geral, como em “repitam comigo arte não tem objetivo arte não tem utilidade prática arte não tem função utilitária”, o que é muito alinhado com a valorização ravenclaw de ideias e teoria. Além disso, há um humor afiado e autorreflexivo – por exemplo em “ontem cheguei bem perto de uma crise de toc [...] percebi que estou tomando só o venvanse e não o antidepre e antiansiedade” – que sugere alto grau de autoanálise e sagacidade verbal, outra marca forte de Ravenclaw. Embora se note lealdade e afeto por amigos e família, o traço dominante é o intelecto crítico e a relação densa com cultura e pensamento, o que a coloca mais claramente na Corvinal do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A música da Lana Del Rey combina com o humor melancólico, irônico e profundamente feminino que aparece nos tweets. Eles oscilam entre exaustão e desejo de viver algo mais intenso, como em "eu aguento no máximo mais 4 anos de trabalho corporativo antes de considerar seriamente o suicidio" e "saindo de um episódio depressivo janeiro não foi fácil pra mim consegui fazer faxina e agora indo tomar banho". A letra fala de uma mulher cansada, autoirônica, cheia de referências culturais, o que ecoa em tweets como "repitam comigo arte não tem objetivo arte não tem utilidade prática arte não tem função utilitária" e nas discussões sobre cinema, literatura e arte. A tensão entre desespero e fé também aparece quando escrevem "impossível ser ateu quando minha vida é tão mágica e sincronizada" e "misericórdia deus eu sou tua filha", muito próxima do tom da música. Além disso, o amor explícito pela Lana em tweets como "a Lana nunca vai ter um grammy" reforça que essa faixa, especificamente sobre ser uma mulher quebrada mas ainda esperançosa, é um espelho perfeito da persona que aparece na timeline.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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teslia_
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