
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O Alex lembra muito o Homer Simpson: passional, exagerado e sempre reagindo no 220V às coisas que ama ou odeia. Ele é totalmente torcedor raiz, surtando com futebol e ídolos, do mesmo jeito que o Homer surta com o time dele — tipo quando manda “TEM QUE MATAR MARCOS FELIPE E LUCHO NESSA PORRA 2 BOSTA LIXO COCO” e depois exalta o GOAT em “Entreguem as taças para o GOAT”. Ao mesmo tempo, ele tem um lado extremamente afetivo e família, se preocupando com a avó em “Fui deitar, fechei o olho e senti uma aflição da porra [...] Com idoso n se brinca ☠️” e sendo nostálgico em “Saudade do Nobel, terça e quinta era de lei dps da aula ir no taco shake…”. O humor dele é meio caótico e autodepreciativo, xingando front-end em “QUEM INVENTOU FRONT END MERECE A MORTE NA DESGRAÇA RAPAZ PORRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA” e rindo em caps lock com vários “KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK”, bem na linha do Homer fazendo drama por qualquer coisa. E, como o Homer com cerveja e donuts, ele tem paixões muito específicas e intensas, tipo MPB e vinil, como em “Comprar um toca disco foi definitivamente a melhor escolha que fiz até hj” e na meta de LPs em “meta lps 2026 : cuban soul cassiano [...] clube da esquina (quase impossivel)”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais extrovertidos (E) do que introvertidos: vivem comentando jogo em tempo real, xingando jogador e vibrando com time, como em “TEM QUE MATAR MARCOS FELIPE E LUCHO NESSA PORRA 2 BOSTA LIXO COCO” e “GOL DE LUCHO MARCO PINTAGUEIRA COMEBACK PQP”, além de falar da própria vida no transporte público em “Não aguento mais me apaixonar todo dia no transporte público puta que pariu”, o que mostra energia voltada pra fora e interação constante. A preferência por intuição (N) aparece no gosto por ideias, artes e simbolismos — vinis, filmes, literatura e MPB — como na meta conceitual de LPs em “meta lps 2026 : cuban soul [...] clube da esquina (quase impossivel)” e no humor meio conspiratório em “eu quando sei que essa forçação de barra do NADA do futebol americano vindo pro Brasil é uma estrategia para os EUA nos dominar mas eu não posso provar nada”. Nas decisões, pesa bem mais o sentimento (F) do que a lógica: ele fala com afeto da avó em “Fui deitar, fechei o olho e senti uma aflição da porra [...] Com idoso n se brinca ☠️” e “sempre será minha avó”, sofre com goleiro ruim e time em “caralho que odio desse goleiro mano vsf cara” e se deixa afetar por música em “she stuck on rewind in my mind vtnc joji desgraça porra filho da putaaaaaaaaaaaaaaa”. Já o jeito desorganizado, caótico e espontâneo indica percepção (P): ele reclama da vida conforme as coisas acontecem, como em “Desgraça n quero viajar”, sofre com front-end em “QUEM INVENTOU FRONT END MERECE A MORTE NA DESGRAÇA RAPAZ PORRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA” e faz metas de LPs com um tom de sonho meio improvisado em vez de plano rígido em “meta lps 2026 [...] clube da esquina (quase impossivel)”. O conjunto — intensidade emocional, humor, paixão por música/arte, comentários políticos bem afetivos como “dia bom da porra, bolsonaro preso e a queda das torres gemeas” e interação constante com o mundo externo — combina bem com um perfil ENFP: expansivo, idealista, guiado por sentimento e pouco preso a estruturas rígidas.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Dev que xinga o front-end, torcedor do Bahia, colecionador de vinil e neto coruja. Uma vez quase virei meme gritando gol no busão.– @tetecowaterbox

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte, mas bem brasileiro, porque esse homem respira Bahia, de futebol a MPB, como em “flamengo perdeu e bahia ganhando” e o manifesto pró-toca-discos em “Comprar um toca disco foi definitivamente a melhor escolha que fiz até hj”. Cachaça envelhecida representa o lado raiz, apaixonado por vinil e clássicos, ecoando a meta de LPS em “meta lps 2026 : cuban soul cassiano...”. O licor de laranja bahiano traz o toque vibrante, fanático por Bahia e por chamar GOAT pra tudo, como em “Entreguem as taças para o GOAT” e “faker é o goat do esports, n da”. O xarope de café torrado é o amargor das rageadas de futebol e programação, tipo “QUEM INVENTOU FRONT END MERECE A MORTE NA DESGRAÇA RAPAZ” e “Maldito seja o criador do javascript”. A espuma leve de coco e o gelo de água de coco representam o lado sensível e cuidadoso com a avó e com as paixões no busão, presente em “Fui deitar, fechei o olho e senti uma aflição da porra...” e “Não aguento mais me apaixonar todo dia no transporte público puta que pariu”. É um coquetel que começa doce e perfumado, mas à medida que derrete o gelo, libera o amargor do ragebait – perfeito pra alguém que ri em caps lock como em “KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK” enquanto xinga meio mundo e ainda arruma tempo pra ouvir Emilio Santigoat em “emilio santiago é uma das melhores vozes que ja ouvi pqp”.

Sua Casa de Hogwarts
Alex tem um jeito muito impulsivo e passional de se expressar, típico de Gryffindor. Nas reações ao Bahia e a jogadores, ele escreve coisas como “TEM QUE MATAR MARCOS FELIPE E LUCHO NESSA PORRA 2 BOSTA LIXO COCO” e “Tem que matar ronaldo”; embora obviamente hiperbólicas, essas explosões mostram intensidade emocional e pouca filtragem, um traço bem grifinório. Ele também demonstra coragem afetiva e vulnerabilidade ao falar da avó, como em “Fui deitar, fechei o olho e senti uma aflição da porra [...] Com idoso n se brinca ☠️”, e em “sempre será minha avó”, onde a proteção à família aparece forte. Além disso, ele se posiciona politicamente sem medo de perder seguidor, como em “dia bom da porra, bolsonaro preso e a queda das torres gemeas” e nas provocações do tipo “CARALHO CARA COMO PODE OS CARA DA DIREITA SER TAO BABA OVO DE OUTROS PAISES”, o que revela coragem para bater de frente com quem discorda. Há também um certo espírito de “herói dramático” em frases como “quando meu toca disco chegar serei o homem mais performático de salvador bahia”, mostrando uma autoimagem exagerada e teatral, bem dentro do arquétipo Gryffindor. Apesar de ter algum humor ácido e raivoso que poderia lembrar Slytherin, falta cálculo e frieza estratégica: o que domina é o ímpeto, a paixão e a vontade de se jogar nas coisas – marca registrada da Grifinória.

Seu filme

Sua música
A música Eu Quero É Botar Meu Bloco na Rua combina com o jeito intenso, reclamão e bem-humorado do Alex, que vive despejando suas frustrações na timeline, mas sempre com ironia. Ele transforma raiva em performance, como quando xinga front-end em “QUEM INVENTOU FRONT END MERECE A MORTE NA DESGRAÇA RAPAZ PORRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA” ou fala de futebol em “TEM QUE MATAR MARCOS FELIPE E LUCHO NESSA PORRA 2 BOSTA LIXO COCO”. Ao mesmo tempo, tem um lado sensível, vintage e musical, apaixonado por vinil e MPB, como em “Comprar um toca disco foi definitivamente a melhor escolha que fiz até hj” e na meta de LPS em “meta lps 2026 : cuban soul… clube da esquina (quase impossivel)”. A letra da música fala de quem sofre, se irrita, vê as injustiças do mundo, mas não se cala e "bota o bloco na rua" – o que casa com tweets políticos e revoltados como “dia bom da porra, bolsonaro preso e a queda das torres gemeas” e “Brasil é o 1 país de 10° mundo”. No fim, ele é o cara que reclama de tudo, ama música brasileira e vive entre raiva, humor e afeto – exatamente o espírito da canção.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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