
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A @thatarkive lembra mais a Lisa Simpson: inteligente, crítica e cheia de crise existencial, misturando humor com sensação de inadequação e peso do mundo. Ela vive se analisando e se culpando, como quando diz “como será que é a mente de alguém que não se tortura pensando nos próprios mínimos erros e vergonhas 24/7” e “devo estar em uma crise depressiva tudo está tão engraçado…”, bem no estilo da Lisa sobrecarregada demais pra idade que tem. A postura política e crítica também aparece no bio com “comunismo” e em coisas como “#laele”, ecoando a consciência social da Lisa. Ao mesmo tempo, ela é emotiva, se sente estranha e deslocada, como em “essa sala cheia de normie namoral vou falecer” e “ninguém sentou do meu ladoKKKKKKKKK”, o que combina com o lado solitário e meio misfit da personagem. A mistura de ironia, amor por cultura pop (BTS, k-pop, anime, games) e autocobrança intensa faz dela uma Lisa versão 2020s, gamer, bis, ouvindo música no fone a todo momento.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para dentro, falando muito de vergonha, autoconsciência e culpa, o que aponta para I em vez de E, como em “morrendo de vergonha acho que se olharem pra mim verão todos ps meus pecados” e “mds viado sou horrível como tenho coragem de sair na rua”. Há muita imaginação, idealização e leitura de sentido nas coisas (crise existencial, política, religião, identidade), o que sugere N mais do que foco só em fatos concretos, como em “como será que é a mente de alguém que não se tortura pensando nos próprios mínimos erros e vergonhas 24/7” e “devo estar em uma crise depressiva tudo está tão engraçado…”. A forma de reagir ao mundo é muito emocional, cheia de desabafos e empatia/sofrimento, priorizando sentimento sobre lógica fria, o que encaixa em F, por exemplo em “o mundo é um lugar horrível e realmente ninguém ganha nada sendo bom” e na culpa em “não consigo ficar tranquila nem pra comer sem sentir culpa quebosta”. O estilo de vida aparenta ser mais caótico e reativo que planejado, sempre lidando com ônibus perdido, chegar no horário “pela primeira vez em 2 anos” e se sentir atropelada pelos acontecimentos, o que aponta para P, como em “se algo tinha que dar errado DEU, JÁ DEU PODE PARAR” e “chegando no horário pela primeira vez em 2 anos”. Somando introversão emocional intensa, idealismo político/identitário (comunismo, #laele, culpa por gostar de mulher) e vida meio bagunçada e sensível, o encaixe mais provável é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
17, gamer de Valorant que perde spot mas nunca a piada. Entre BTS, Corinthians e gatos pretos no telhado, vou tentando não surtar em público.– @thatarkive

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e caótico, igual a sensação de sair na rua depois de pensar “mds viado sou horrível como tenho coragem de sair na rua” (“mds viado sou horrível como tenho coragem de sair na rua”), então leva gin cítrico bem forte pra representar essa auto-crítica com humor. O Campari com pimenta é o ranço e a revolta com tudo, tipo quando você xinga a Copel em caps (“vai tomar no cu COPEL fechem este QUIOSQUE que se diz companhia de energia”) ou reclama do calor infernal (“mds que calor infernal gente horrível volta frio”). O vermute doce é a parte romântica/bissexual sofrida, desejando namorada e crush inalcançável (“meu jesus amado essa menina nunca vai ser minha namorada cara que tristeza estou miserável”) e acordando “100% bissexual” depois de sonhar com gente bonita (“sonhei com homem e mulher bonita acordei 100% bissexual”). O xarope de café frio é o cansaço existencial, crises às madrugadas e vontade de encerrar o CPF (“crise existencial essas hora é pra acabar co caboco”; “aí acho que vou estar encerrando meu cpf”). Por cima, a espuma de maracujá azedinho é a estética fofinha caótica, a Belle belinha japonesa gamer (“uma querida a belle belinha japonesa”) que joga Valorant, erra o choque e ainda tem que rir da própria desgraça (“olhando pros meus teammates depois de perder o spot, errar o choque no setup do cypher e ultar sem querer”).

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais consistente da tata é a sensibilidade com culpa, justiça e um certo senso de responsabilidade, bem Hufflepuff. Ela se cobra até em situações pequenas, como em “não consigo ficar tranquila nem pra comer sem sentir culpa quebosta” e “meu Deus que sensação incrível não vão poder me culpar por uma cagada que eu não fiz”, mostrando um foco grande em ser correta e não prejudicar ninguém. Ela também é muito leal nas paixões e afetos: fala de BTS com devoção em “se o bts cantar só as do 2 cool 4 skool até wings eu pago os três dias de show” e do Corinthians na bio, além de invejar carinhosamente relações em “quero oq eles tem ngl💔💔”, o que sugere que valoriza vínculos estáveis. Apesar do humor autodepreciativo em vários posts como “mds viado sou horrível como tenho coragem de sair na rua”, ela demonstra empatia e senso de coletividade ao criticar injustiças, como em “o mundo é um lugar horrível e realmente ninguém ganha nada sendo bom” e ao reclamar do favoritismo da mãe em “odeio o modo Mãe de Menino da minha mãe”, o que é bem ligado à noção de igualdade dos Lufa-Lufa. Há impulsividade e drama cômico, mas não chega a ser a coragem teatral de Grifinória nem a ambição calculada de Sonserina; é mais um jeito sofrido, trabalhador e leal de atravessar o dia a dia. Por isso, o encaixe mais coerente é Hufflepuff, com uma pitada de humor ácido que poderia enganar como Sonserina à primeira vista.

Seu filme

Sua música
A personalidade dela mistura ironia, caos cotidiano e crise existencial com um toque de raiva e vulnerabilidade, o que combina muito com Misery Business. Ela vive falando de se odiar e se sentir horrível, tipo em “mds viado sou horrível como tenho coragem de sair na rua” e “como será que é a mente de alguém que não se tortura pensando nos próprios mínimos erros e vergonhas 24/7”, o que ecoa a energia intensa e autocentrada da música. Ao mesmo tempo, tem um lado debochado e dramático em situações pequenas, como em “não acredito que corri pra pegar esse onibus tinha que ter perdido mesmo sefodeee” e “se algo tinha que dar errado DEU, JÁ DEU PODE PARAR”, bem no mood adolescente revoltada da era Paramore. A forma como ela vive entre culpa, raiva do mundo e humor ácido — vide “o mundo é um lugar horrível e realmente ninguém ganha nada sendo bom” — encaixa com a pegada de desabafo intenso e caótico da música.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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thatarkive
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