
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela parece mais com a Lisa Simpson: intelectual, politizada, artística e emotiva. Ela fala de marxismo e comunismo com naturalidade, como em “estudar marxismo enquanto ouço Gracie Abrams é muito Ellie da minha parte” e “sinto cheirinho da união da foice e do martelo”, o que lembra o engajamento político e social da Lisa. Ao mesmo tempo, é profundamente conectada com arte e música, sonhando em ser rockstar em “e quando eu for uma grande rockstar com a minha voz de formiguinha...”, algo muito compatível com o lado criativo e sensível da personagem. Ela também demonstra forte senso crítico e feminista ao falar de representatividade e comunidade literária, como em “esses eventos que estão acontecendo na comunidade literária só mostram que frases como 'não precisa cobrar representatividade negra nos livros...' é só uma balela...”, o que ecoa a postura moral e militante da Lisa. Por fim, há uma mistura de vulnerabilidade emocional e autoironia, como em “meu pai arruinou minha vida e ta tranquilo fumando e assistindo futebol aos domingos”, que lembra a forma como Lisa lida com a própria família e com o mundo ao redor, sempre sentindo tudo intensamente.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para fora (E) do que reservados: vivem comentando premiações, fandoms, amigos e relacionamento, vibrando publicamente com tudo, como em “OLIVIAAAAAAAAA 🎉🎉🎉🎉🎉🎉” e “vamos ser mutuals de maratonas div@s!!”, o que mostra busca ativa de interação e conexões. A preferência por N (Intuição) aparece na forma como misturam arte, política e simbolismo em vez de ficar só no concreto, como em “estudar marxismo enquanto ouço Gracie Abrams é muito Ellie da minha parte” e em reflexões sobre representatividade literária em “esses eventos que estão acontecendo na comunidade literária só mostram que frases como 'não precisa cobrar representatividade negra nos livros...' é só uma balela...”. A dominância de F (Sentimento) é forte: ela reage a tudo por emoções intensas, afeto ou indignação, como em “n sei o q seria de mim sem essa pessoa pqp” e “acho q vcs n tem noção do quão possessa de ódio eu tô”, e frequentemente fala de relações, fandoms e injustiças com forte carga emocional. Por fim, o jeito caótico, performático e pouco estruturado aponta para P (Perceiving): há muita espontaneidade e mudanças de foco – um dia mini twists (“vou tentar fazer mini twists se der errado eu me m”), noutro banda cover (“procuro paulistanos que queiram fazer uma banda cover do venere vai vênus”), noutro ato político e TCC, sem sinal de planejamento rígido. A combinação de entusiasmo social, criatividade caótica, intensidade afetiva e engajamento político-artístico, presente em tweets como “e quando eu for uma grande rockstar com a minha voz de formiguinha... vcs vão fazer o que” e “colonizações Ellie que eu já fiz no wally [...] explicar o cristianismo como ferramenta de consolidação do capitalismo”, se encaixa bem em ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
musicista comunista na UFABC, taróloga performática e maior viúva do Hozier viva. uma vez usei o chatGPT até quase fritar o PC e funcionou.– @thecarlsengf

Seu coquetel exclusivo
Cachaça envelhecida entra pelo lado comunista–boêmio, porque quem twitta "Hozier, comunismo e girly craps 🪩" e fala de ato e cristianismo x capitalismo em threads como "explicar o cristianismo como ferramenta de consolidação do capitalismo" merece um drink forte, de bar brasileiro raiz. O licor de amarula com café é o abraço doce-amargo dos amores, dos daddy issues e do namoro estético, ecoando coisas como "relacionamento saudável amo" e também o desabafo em "meu pai arruinou minha vida e ta tranquilo fumando e assistindo futebol aos domingos". O xarope de hibisco e frutas vermelhas traz a energia girly e performática, das maratonas, da UFABC e das estéticas tipo "amo ser uma mulher performática" e "nós tarólogas performáticas". A espuma de queijo cremoso é homenagem direta ao tweet filosófico-gourmet "minha vida seria tao triste se queijo não existisse", deixando o drink tão estranho quanto memorável. E o bitter de cacau fecha com o lado ácido, irônico e levemente rancoroso que aparece em surtos como "explode também seu filho da puta" e nos comentários sobre Grammys e fandom, garantindo que o coquetel seja doce, mas nunca bobo.

Sua Casa de Hogwarts
Ela demonstra muita curiosidade intelectual e amor por aprender: comenta estudar marxismo enquanto ouve música em “estudar marxismo enquanto ouço Gracie Abrams é muito Ellie da minha parte” e faz análises sobre cristianismo e capitalismo em “explicar o cristianismo como ferramenta de consolidação do capitalismo”. Também se envolve profundamente em debates de comunidade literária e representatividade, como em “esses eventos que estão acontecendo na comunidade literária só mostram que frases como 'não precisa cobrar representatividade negra nos livros...' é só uma balela...” e em “tendo q falar disso de novo pq da última vez q eu critiquei uma autora por isso eu quase fui crucificada”, o que mostra pensamento crítico e analítico. Ela pensa em estruturas teóricas e citações mais abstratas, como em “'o desejo do homem objetifica a mulher e o desejo da mulher personifica o homem'”, o que é bem típico de Ravenclaw. Há criatividade performática em como ela se descreve e se põe no mundo, por exemplo em “amo ser uma mulher performática” e “nós tarólogas performáticas”, o que reforça um lado artístico e imaginativo. Apesar de ter momentos de coragem e militância (toque de Grifinória) e ambição artística em “e quando eu for uma grande rockstar com a minha voz de formiguinha...”, o fio condutor mais consistente é a mente analítica, crítica e curiosa, que encaixa melhor em Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
Ellie respira Hozier, então uma música dele que mistura paixão intensa, crítica a estruturas de poder e um toque meio místico combina muito com ela. Ela mesma se define por “Hozier, comunismo e girly craps” na bio, e vive tuitando sobre política, como em “sinto cheirinho da união da foice e do martelo” e em reflexões sobre representatividade e comunidade literária, o que conversa com o teor crítico de Take Me to Church. Ao mesmo tempo, ela é extremamente emocional e dramática no amor, como em “‘Entendo porque ele escolheu ela, eu só queria que ela tivesse me escolhido’” e “eu sou muito mulher pra ser sua mulher, e se eu fosse você eu também tinha medo”, o que se encaixa na intensidade romântica da música. A estética sombria, religiosa e apaixonada da canção também combina com o lado esotérico dela, que se assume entre tarô, guias e bruxaria, como em “nós tarólogas performáticas” e “dps de cruzar eu uso a guia até pra dormir pq a coisa que os meus guias mais precisam proteger de mim sou eu mesma”. No geral, Take Me to Church sintetiza o mix de intensidade afetiva, crítica social e estética dramática que aparece o tempo todo na timeline dela.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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thecarlsengf
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