
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil lembra muito o Homer Simpson: passional, futebolzeiro e cheio de exageros cômicos, sempre reagindo com emoção máxima às coisas. Ele é extremamente torcedor e clubista, dispara xingamentos e hipérboles em tudo, como quando fala de torcida única e polícia em “A desculpa da PMDF/GDF pro clássico ser torcida única é de supostamente não conseguir mobilizar efetivo suficiente pro jogo. Mas todo mundo sabe que é mentira” ou detona flamenguistas em “Flamenguista é a torcida mais burra do país”. Ao mesmo tempo, tem um lado bem coração, mostrando amor pelo Gama e pelo futebol local, como em “Vai pro Bezerrão? Use camisa do Gama... É jogo de Candangão... Respeite a padronização” e no orgulho pela torcida em “Sim filhos da puta, somos donos do mundo e jogamos (e lotamos) aonde quisermos”. O humor dele é direto, meio grosseiro mas engraçado, cheio de "puta que pariu" e "pau no seu cu", lembrando o jeito estabanado e impulsivo do Homer reagindo ao mundo. E, como o Homer, ele se indigna com injustiças futebolísticas e decisões burras, por exemplo em “Um cara que deu 2 embaixadinhas sofreu a mesma punição de quem o agrediu por trás. Punição totalmente desproporcional e sem lógica”, misturando revolta sincera com um tom cômico e exagerado.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles demonstram um comportamento claramente voltado ao mundo externo, comentando intensamente sobre jogos, estádios, torcida e interações sociais, como quando relatam a abordagem no shopping em “Tava no Tagua Shopping com uma camisa do Gama...” e quando falam de ir a bares em “O melhor bar de Brasília chama se Fumaça...”, o que aponta para Extrovert (E). O foco é quase sempre em fatos concretos do futebol brasiliense, estrutura de estádios e decisões de clubes, por exemplo em “O estádio (administrado pela ADM de Taguatinga) tá um lixo faz anos, 30K de lugares e só liberam 4K...” e em “Depois de anos com a Líder, o Brasiliense irá trocar de fornecedora esportiva...”, o que sugere forte Sensing (S). O tom é direto, crítico e racional, muitas vezes agressivamente lógico ao julgar decisões de clubes, torcida e imprensa, como em “Rica Perrone querendo dizer que o Gama não tem torcida é pra fuder...” e “Um cara que deu 2 embaixadinhas sofreu a mesma punição de quem o agrediu por trás. Punição totalmente desproporcional e sem lógica”, evidenciando Thinking (T). Há um forte senso de ordem, regras e como as coisas deveriam ser — por exemplo em “Vai pro Bezerrão? Use camisa do Gama... Respeite a padronização” e na defesa de profissionalismo em “Imagina achar chato alguém que quer ser minimamente profissional” — o que se alinha bem com Judging (J). Esse conjunto de traços — sociável e opinativo, focado em realidade concreta, julgamentos lógicos e cobrança de organização e disciplina — se encaixa melhor no perfil ESTJ.

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Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Repórter informal do futebol candango, futuro treinador e viciado em FM. Já fui sozinho ao Defelê ver Brasileirão Feminino e faria de novo.– @TheJaoDias

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e sem frescura, igual aos surtos de arquibancada de quem solta um “Seremos hexa da Copinha e se não gostou, pau no seu cu”. A cachaça envelhecida representa o amor raiz pelo futebol candango, de quem respeita a padronização de estádio e manda o recado em “Vai pro Bezerrão? Use camisa do Gama... Respeite a padronização”. O licor de café simboliza as madrugadas de Football Manager e conteúdo pra TikTok/YouTube, ecoando o perfil de “📚 Educação Física/UnB | ⚽️ Football Manager | 🎥 TikTok e YouTube”. O xarope de pimenta cítrica é o tempero dos xingamentos criativos, como em “Flamenguista é a torcida mais burra do país” e “Botafoguense parece ter problema sério pra raciocinar, só pode”. A espuma leve de limão representa o lado nostálgico e romântico de quem lembra com carinho de “Eu sozinho nas arquibancadas do Defelê... Nostálgico!”, suavizando o amargor da vida de torcedor. Por fim, o sal grosso com alecrim queimado vem da mística e da zica futebolística, perfeita pra alguém que olha pra tabela e solta um “É galera, vai dar merda” enquanto segue acreditando no Gama e no Jacaré Malvado.

Sua Casa de Hogwarts
Ele demonstra um estilo muito corajoso e confrontador, característico da Grifinória, falando o que pensa sem medo de comprar briga. Em vários momentos ele parte pra cima de figuras públicas ou torcidas grandes, como em “Sim filhos da puta, somos donos do mundo e jogamos (e lotamos) aonde quisermos… Seremos hexa da Copinha e se não gostou, pau no seu cu” e em “Flamenguista é a torcida mais burra do país”, o que mostra impulsividade e disposição pra confronto. Ele também exibe um certo ‘complexo de herói’ em relação ao futebol de Brasília e ao Gama/Brasiliense, defendendo a torcida local contra a mídia nacional em “Rica Perrone querendo dizer que o Gama não tem torcida é pra fuder… A imprensa brasileira acha que o Brasil se resume aos 12 grandes e cabô”. Ao mesmo tempo, sua lealdade apaixonada ao clube e ao futebol candango aparece em tweets como “Vai pro Bezerrão? Use camisa do Gama… É jogo de Candangão, não é jogo do Flamengo ou do Palmeiras. Respeite a padronização”, mas essa lealdade vem sempre com um tom combativo, típico de um grifinório, não de um hufflepuff. Mesmo quando fala de dirigentes ou ídolos, ele prefere o ataque direto e dramático, como em “Tinha que falar 'Quero que esse filho da puta… saia do São Paulo'”, reforçando um perfil de coragem impulsiva e intensidade emocional muito alinhado à Grifinória.

Seu filme

Sua música
A música Meu Time combina com o João porque gira em torno de paixão por futebol, amor ao time e identidade de quebrada, exatamente como ele mostra ao viver o Candangão, o Gama e o Brasiliense. Ele vibra com a cultura local e com seu clube, como quando posta o mosaico da torcida do Gama: “O mosaico da torcida do Gama na estreia do Candangão 2026” e defende o clube contra a imprensa ao dizer que o Gama tem grande torcida: “Rica Perrone querendo dizer que o Gama não tem torcida é pra fuder”. A letra fala de pertencimento, o que se conecta com a forma como ele cobra que a galera respeite o futebol de Brasília e vá com a camisa do time da cidade: “É jogo de Candangão, não é jogo do Flamengo ou do Palmeiras. Respeite a padronização.”. Além disso, o tom direto, por vezes agressivo e sempre passional da música casa com o jeito que ele se expressa sobre futebol, torcida e dirigentes, como em “Seremos hexa da Copinha e se não gostou, pau no seu cu”. No geral, Meu Time traduz bem esse misto de orgulho do time, da cidade e da própria vivência boleira que aparece em praticamente toda a timeline dele.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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TheJaoDias
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