
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A usuária mistura intelectualidade, melancolia e autoanálise de um jeito muito característico de Lisa Simpson. Ela escreve textos elaborados, quase ensaísticos, como em “no vazio, eu conjuro sentido e faço do eco minha companhia. Crio um território, um campo, um ritmo e sustento meu gesto, meu ritual, minha resistência, custe o que custar.”, o que lembra o lado filosófico e existencial da Lisa. Há um interesse evidente por literatura, filosofia e estética, com referências a Nietzsche, Artaud e imagens religiosas, como em “passou da hora de desenterrarmos nietzsche” e “miserere nobis”, algo que ecoa a curiosidade intelectual e espiritual da personagem. Ao mesmo tempo, ela manifesta sensibilidade extrema e sensação de inadequação social, como em “acho que sou autístico demais pra entender flerte 😫” e “Ter o transporte público como parte tão expressiva da rotina é bizarro. [...] 'like me, you will be in a crowd yet all alone'”, traços que combinam com a solidão de Lisa em Springfield. A mistura de humor, drama e consciência de si em tweets como “In the end of the day, it's all about the medicated girl's brigade” reforça essa identificação com a Lisa mais velha, medicada, lúcida demais e cansada do mundo.

Seu tipo de personalidade MBTI
A presença de imagens fortes de solidão e exílio sugere introversão: ela fala de si como "monstro" isolado em meio à multidão em "Ter o transporte público como parte tão expressiva da rotina é bizarro... 'like me, you will be in a crowd yet all alone'" e escreve em tom de diário poético-existencial em "no vazio, eu conjuro sentido e faço do eco minha companhia. Crio um território, um campo, um ritmo e sustento meu gesto... Falo como quem dança no escuro, como quem joga garrafas ao mar". O foco quase constante em símbolos, metáforas e imagens oníricas indica intuição (N), como em "nos tantálicos tabiques do histero ciborgue, os teófagos ignotos me contrafazem me persona..." e "Em zigurates neon... o imaculável mármore permance alálico mas necessário... à guisa dos olhos dela.", além de reflexões sobre morte e sentido em "A morte é sempre meu horizonte mais próximo, a única das concubinas que ainda me espera no leito de pregos.". Ela prioriza claramente a dimensão afetiva, com melancolia, devoção e autoironia, o que aponta para feeling (F): pede lugar e nome em "Diga me o que sou, decifre meu enigma... Me dê um diagnóstico que me explique, me esgote. Não me deixe só.", dramatiza o amor em "se amar é crime, eu sou tranfincante" e se identifica com "medicated girl's brigade" em "In the end of the day, it's all about the medicated girl's brigade". A relação dela com a vida parece mais fluida do que estruturada, revelando um estilo perceiving (P): há impulsividade e autodepreciação caótica em "nao aguento mais as consequencias dos meus atos 😭", confusão em "acho que sou autístico demais pra entender flerte 😫" e uma entrega à perdição em "O que me interessa é a perdição". Somando o intimismo dramático, a fixação em simbolismo, morte e transcendência, a centralidade de emoções intensas e a falta de foco em estrutura prática, o tipo que melhor a descreve é INFP: a poeta existencial, idealista, um pouco autodestrutiva, que transforma dor e desencaixe em linguagem imagética e religiosa, como em "Obtuário da Princesa: Quando ninguém a desejou, ela se esqueceu de que já teve um nome..." e "Hoje, uma ou duas vezes, eu abanei meus braços enquanto planava por sobre o abismo. Isso deve valer alguma coisa".

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Poeta em exílio voluntário, estudiosa de monstros e catedrais. Uma vez batizei um tatu de Mahaprajnaparamita e nunca mais fui a mesma.– @thruzera

Seu coquetel exclusivo
Um gin cítrico forte entra primeiro porque a energia dela é de quem diz “O que me interessa é a perdição” e precisa de bebida que arda, não de coisa aguada. O licor de violetas representa a princesa melancólica e poética do obituário interno, em coisas como “Obtuário da Princesa: Quando ninguém a desejou...” e o eterno drama de identidade em “Diga me o que sou, decifre meu enigma.”. O bitter de cacau e café traz o amargor existencial e literário de quem escreve “A morte é sempre meu horizonte mais próximo” e confessa “não é glória, honra, nem martírio... o suicídio do doente mental é apenas sintoma”. O xarope de pimenta com mel é a mistura de tesão, autodeboche e caos hormonal de “retractation : ... je suis en chaleur” com o romantismo torto de “se amar é crime, eu sou tranfincante”. Por cima, uma espuma leve de tônica com flor de laranjeira lembra que, no fim, ela mesma vive de lançar mensagens ao vazio como quem “joga garrafas ao mar” e faz da própria solidão um brinde performático de exílio diário em “todo dia é dia de exílio”.

Sua Casa de Hogwarts
A escrita da @thruzera é extremamente cerebral, cheia de referência filosófica, estética e religiosa, o que aponta fortemente para Corvinal. Ela cita Nietzsche e brinca com conceitos filosófico-teológicos em tweets como “passou da hora de desenterrarmos nietzsche” e “Em zigurates neon, 'hester panim' mussitam heréticos sob imagens haram…”, revelando gosto por teoria, linguagem complexa e cultura erudita. A forma como elabora textos pseudo-poéticos e analíticos, como em “Da arejada galeria de meus vícios, o que mais me consome é o vício de erguer catedrais…” e “Diga me o que sou, decifre meu enigma. Me examine mais uma vez, doutor…”, mostra um pensamento altamente reflexivo, metalinguístico e abstrato. Mesmo quando fala de filmes e música, faz isso com olhar crítico e analítico, como em “É fascinante como nesses últimos clipes do @rogerioskylab houve uma busca minuciosa em homenagear estéticas e temáticas de autores consagrados do cinema”. Há traços de drama, autoironia e alguma autodestruição, que poderiam sugerir Sonserina ou Grifinória, mas a constante busca por sentido, o vocabulário rebuscado e o prazer evidente em brincar com conceitos e linguagens colocam Corvinal muito à frente das outras casas.

Seu filme

Sua música
A canção Céu de Santo Amaro combina mística, melancolia e um lirismo barroco que ecoa diretamente na forma como @thruzera escreve e vive. Eles misturam erotismo, culpa religiosa e desejo de perdição em posts como “Esqueci que, para comungar com Ele, tenho sempre que me ajoelhar”, “miserere nobis” e “A morte é sempre meu horizonte mais próximo, a única das concubinas que ainda me espera no leito de pregos.”, o que dialoga com o tom de oração triste e desejo de redenção da música. Há também um elemento de exílio íntimo e solidão metafísica em textos como “no vazio, eu conjuro sentido e faço do eco minha companhia. [...] Falo como quem dança no escuro, como quem joga garrafas ao mar” e “todo dia é dia de exílio”, que lembra o sujeito da canção pedindo abrigo num céu distante. Além disso, o modo como eles atravessam dor, dramaticidade e humor — de “não aguento mais as consequencias dos meus atos 😭” a “Less than poet, more than woman... Goddess in a atheistic metropolis” — cabe muito bem na ambiguidade entre santidade e profanação que estrutura a música. Céu de Santo Amaro funciona, assim, como trilha para essa persona que vive entre o sagrado e o blasfemo, entre o desejo de céu e a fascinação pela própria ruína.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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