
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A usuária se parece muito mais com a Lisa Simpson: intelectual, leitora voraz e sempre fazendo conexões críticas entre cultura pop, teoria e política. Ela vive recomendando livros teóricos e literários, como quando indica estudos feministas e de deficiência em tweets como “eu acho que a esquerda em geral pensa muito pouco e muito mal a questão da deficiência. ela quase sempre é jogada pra escanteio...” e várias listas de leitura acadêmica. Assim como a Lisa, tem uma sensibilidade artística forte: fala de poesia, cita autores como Manuel Bandeira, Pessoa e Kaváfis, e se empolga com cinema e animação, por exemplo em “essa abertura de ace o nerae final stage é tão linda...” e “uma das minhas memórias boas da pandemia é ficar vendo esses curtas antigos de animação”. Também compartilha o traço de ser politizada e impaciente com machismo e conservadorismo, como em “engraçadíssimo o caso dos homens de esquerda... que leem marx [...] mas parecem ter alergia a [...] teoria feminista e queer, estudos trans...”. Por fim, há um toque de ironia e certa sensação de deslocamento típico da Lisa, perceptível em comentários como “5,5k de likes em tweet falando mal de homens de esquerda [...] mas quando eu posto os poemas que estou lendo ninguém interage💔”, que misturam humor, frustração e autoconsciência.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles demonstram forte tendência à introversão (I): falam muito de leituras, estudos e tempo sozinhe com poesia e cinema, e mostram incômodo com exposição excessiva ou conflitos, como quando reclamam de quotes privados e brigas constantes: “de graça' meu irmão em cristo, tem alguns motivos pra eu bloquear alguém. muitas vezes eu dou block pq a pessoa… fica o dia todo brigando na rede”. A dominância de intuição (N) aparece na preferência por debates teóricos e abstrações (raça, gênero, teoria queer, estudos de deficiência, crítica ao uso de 'pós-modernismo', etc.), por exemplo quando comentam rótulos identitários como promessa/utopia: “entendo esses rótulos de 'agênero', 'NB' menos como a afirmação de um fato e mais como uma promessa, uma posição ou uma utopia”. A orientação é claramente Feeling (F), mas articulada de forma analítica: defendem pessoas trans, movimento negro, PCDs e mulheres com forte carga valorativa e empática, criticando a negligência da esquerda com esses temas: “eu acho que a esquerda em geral pensa muito pouco e muito mal a questão da deficiência… quase sempre é jogada pra escanteio em relação a raça e gênero”. Ao mesmo tempo, essa sensibilidade é organizada por um senso de estrutura e princípio típico de Judging (J): fazem listas de leituras, indicam bibliografias, explicam métodos de estudo e criticam leituras rasas, como ao recomendar sistematicamente textos de teoria literária e feminista: “vai depender muito do que você quer estudar com mais profundidade… tem a coleção pensamento feminista… e sei que a ubu lançou um livro recentemente da elsa dorlin” e “como leitura introdutória recomendo terry eagleton… e jonathan culler… 'a very short introduction'”. Essa combinação de engajamento político-moral profundo, foco em teoria e linguagem, organização intelectual e crítica contundente mas movida por valores aponta mais para INFJ do que para tipos mais bruscos (como INTJ) ou mais espontâneos (como INFP).

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
travesti beletrista na FFLCH-USP, TEA, obcecada por poesia, animangá e teoria crítica. já toquei duduk pior que Budweiser desce 🍺📚– @travamarela

Seu coquetel exclusivo
Um drink longo, refrescante e levemente ácido, como uma conversa dela sobre teoria e esquerda, com álcool suficiente pra aguentar semana de treta em animangá e homem hétero de esquerda enchendo o saco (“essa semana no meio animangá rendeu, hein? foi cada discussão e gente que apareceu kkkk”, “engraçadíssimo o caso dos homens de esquerda... mas parecem ter alergia a tocar em uma página sequer de teoria feminista e queer”). O shochu/saquê seco é a base nipo-brasileira dela, assumida com orgulho (“sim! por parte de mãe (sansei) e de pai (nisei)”), mas sem virar exotização de “japonês místico”, algo que ela mesma critica (“já comentei brevemente esse fascínio da (extrema) direita com o japão enquanto utopia conservadora”). O licor de yuzu entra como o toque cítrico das línguas, leituras e recomendações infinitas de teoria, cinema e poesia (“português, inglês. espanhol e japonês eu era bem boa... e tenho um francês mequetrefe”). O hibisco dá a cor rosa-avermelhada travesti, meio doce meio amarga, lembrando que ser Sapatrava e TEA na USP é babado, bonito e cansativo ao mesmo tempo (“tive dificuldade sim, tanto na questão da socialização quanto da minha sensibilidade auditiva. a usp não liga pra tea”). O espumante seco e a água com gás remetem ao chopp de vinho “ruinzinho” que ela reclama (“chopp de vinho é tão ruinzinho...”), mas aqui consertado, transformando mau gosto em estética – como quando ela pega o caos da timeline e vira comentário afiado. É um coquetel pra ouvir city pop e Suga Shikao no repeat (“quando cantam aoi sangoshou em love letter (1995)...”, “Recomendo muito outras músicas do Suga Shikao também”) enquanto ela twitta da “cidade do méxico” imaginária de seu local de trabalho (“local de trabalho: cidade do méxico”).

Sua Casa de Hogwarts
Ela demonstra um apego muito forte ao estudo, teoria e leitura cuidadosa, algo bem característico da Corvinal. Por exemplo, ao recomendar bibliografia de feminismo e teoria, ela escreve listas articuladas e contextualizadas, como em “vai depender muito do que você quer estudar com mais profundidade, mas tem a coleção pensamento feminista organizada pela heloisa buarque de hollanda...” e em “olha, vai depender muito do que você quer ler, se é romance, conto, poesia etc. mas como leitura introdutória recomendo terry eagleton...”. Há também um interesse explícito em crítica e teoria literária/cinematográfica, quando ela comenta cânone, currículos e métodos, como em “falando da minha universidade: 1. a infraestrutura é uma merda 2. as leituras literárias e críticas não saem muito de um certo cânone...” e na análise de adaptações em “sempre bato nessa tecla também. aliás, não vejo problema em cotejar com a obra de partida...”. O modo como discute conceitos (p.ex. "pós-modernismo" ou racialização amarela) é argumentativo e metódico, como em “outra coisa que eu acho que a esquerda em geral pensa muito pouco e muito mal: racialização amarela” e “eu acho esse termo um grande nada que é empregado nessa rede de forma tão rigorosa quanto 'cultura woke'...”. Mesmo quando fala de lazer, ela puxa para o lado intelectual, como em “tô rindo disso ainda, pior que esse print e a thumbnail do vídeo resumem bem as críticas ao canal de cortes do linck” e nos comentários sobre poesia e autores em “sou horrível com isso de elencar favoritos kkk mas se for pra escolher alguns [...] diria lorca, antonio machado, manuel bandeira...”. A combinação de erudição, curiosidade e prazer em partilhar referências teóricas e literárias, mais do que foco em bravura ou ambição pessoal, encaixa muito melhor o perfil em Corvinal do que nas outras casas.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina bem com a miyuki é Born This Way, da Lady Gaga, porque celebra identidade de gênero, orgulho e autoaceitação de forma direta e política, algo muito presente no jeito como ela se coloca como travesti e pessoa trans em debates sobre feminismo, teoria queer e transfobia, por exemplo em tweets como “'meu feminismo não é trans excludente, apenas as mulheres trans têm que ter um movimento próprio'” e “realmente, pra homem hétero deve ser muito mais interessante e confortável [...] tudo menos sentar a bunda pra estudar feminismo, teoria queer e 'conteúdos identitários'”. A música fala em se orgulhar de quem se é, ressignificando diferenças como fonte de força, o que ecoa o modo como ela se assume travesti beletrista e crítica, como em “vocês não querem ver uma travesti beletrista no topo!!!”. Além disso, o engajamento dela com raça, deficiência e gênero mostra uma visão interseccional, que conversa bem com a ideia da canção de abraçar múltiplas identidades marginalizadas, como quando ela comenta “eu acho que a esquerda em geral pensa muito pouco e muito mal a questão da deficiência” e discute racialização amarela em “outra coisa que eu acho que a esquerda em geral pensa muito pouco e muito mal: racialização amarela”. Por fim, o tom firme, irônico e ao mesmo tempo afetuoso com moots e amigas combina com o espírito de empowerment pop da música, em que a afirmação da própria existência vira também gesto de solidariedade coletiva.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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