
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de engajamento político, senso crítico e gosto nerd/intelectual lembra muito a Lisa Simpson. Ela comenta geopolítica e história com naturalidade, como em “vietnã fica na costa leste da península da indochina (ou seja, entre a índia e a china) é muito fácil de reconhecer pq eles tem um formato de fronteira bem característico”, além de criticar conceitos defasados como em “'primeiro mundo' 'terceiro mundo' meu amigo estamos em 2025 essa definição já é obsoleta há uns 30 anos”. Assim como a Lisa, mistura cultura pop e alta cultura, falando de anime e mangá com análise de gênero em “uma coisa que me incomoda nas discussões que ja li sobre utena é como uma perspectiva verdadeiramente feminista analisando as coisas faz falta o anime debate papel de genero incansavelmente de um jeito bem simbolico, bonito e maduro” e de música com profundidade em “O QUE tocar instrumento, ter formação musical ou compor tem a ver com CRÍTICA musical?”. Também demonstra forte consciência social, indignando-se com injustiças, como em “a mulher foi queimada viva e o pessoal respondendo com meme vai se fudeeeeeeeeer” e “é simplesmente nojento comparar um fascistoide racista com um ativista negro”. Ao mesmo tempo, expõe fragilidades e um certo pessimismo existencial em tweets como “mundo horrível 0 vontade de continuar vivendo não existe mais respeito não existe mais compaixão não existe mais empatia” e “sem faculdade sem estágio pqp não sobrou mais nada”, o que lembra o lado melancólico e deslocado da Lisa quando sente que não se encaixa no mundo ao redor.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais voltados para o mundo interno do que para exposição social: falam de ficar em casa, jogar, ver anime, tocar com poucos amigos e de sentir-se sem rumo, como em “sem faculdade sem estágio pqp não sobrou mais nada” e “lembrando da época que eu era obrigado a desinstalar mount and blade do computador quando chegava semana de prova se nao eu ficava o dia todo jogando e faltava nas aulas”, o que aponta para introversão (I). O foco constante em análise de mídia, política e conceitos (gênero, demografia de mangá, geopolítica, cultura) em vez de detalhes concretos do dia a dia, como em “uma coisa que me incomoda nas discussões que ja li sobre utena é como uma perspectiva verdadeiramente feminista analisando as coisas faz falta o anime debate papel de genero incansavelmente” e “'primeiro mundo' 'terceiro mundo' meu amigo estamos em 2025 essa definição já é obsoleta há uns 30 anos”, sugere intuição (N). Na maior parte das discussões, o tom é argumentativo e focado em coerência e crítica, mesmo quando indignado, como em “O QUE tocar instrumento, ter formação musical ou compor tem a ver com CRÍTICA musical?... o repertório nao tem nada a ver com o conhecimento puramente técnico que sozinho nao ajuda a interpretar ou criticar a arte em si” e “eu realmente não entendi esse argumento do pessoal da direita... a morte tirou o extremismo dele?”, o que indica pensamento (T) acima de conciliação emocional. A desorganização de estudos e vida prática, o tom improvisado e reativo, e a autoironia caótica – por exemplo em “gastei mais de 100 reais com the sims” e “rapaziada tive uma epifania hollow knight é bom pq é espiritualmente soulslike é o que salvou o jogo” – combinados com mudanças de interesse (banda, faculdade, jogos, animes) sugerem um estilo mais perceiving (P) do que estruturado. Somando introversão, análise conceitual, argumentação lógica e vida pouco estruturada, o tipo que mais se encaixa é INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
História, anime e jazz na mesma mesa de bar. Já fui atropelado por não olhar pros dois lados — agora analiso cultura pop com bem mais atenção.– @trilobitea_

Seu coquetel exclusivo
Um coquetel forte, meio amargo, mas cheio de brilho, feito pra alguém que consegue dizer que Hejira é “uma das coisas mais lindas ja gravadas por um ser humano” “hejira é uma das coisas mais lindas ja gravadas por um ser humano” e repetir sem culpa que “hejira da joni mitchell é um dos discos mais lindos já gravados” “hejira da joni mitchell é um dos discos mais lindos já gravados”. A cachaça envelhecida é o Brasil raiz de São Paulo, o cara que reclama de política, cultura de barraco e quer “revolução cultural pra ontem” “revolução cultural pra ontem”. O licor de yuzu é o lado otaku/japonês: quem toca Slint com os amigos, desenha Haruhi e joga Amagami numa noite perfeita “meus amigos vieram aqui em casa e tocamos slint + desenhamos a haruhi + jogamos amagami + jogamos poker pqp que dia foda”, defende Utena com leitura feminista “uma coisa que me incomoda nas discussões que ja li sobre utena é como uma perspectiva verdadeiramente feminista [...] faz falta” e lembra que K-ON tem a mesma demografia que Berserk “imagina esse pessoal descobrindo que K ON é da mesma demografia que berserk e vagabond”. O xarope de chá preto defumado é o peso existencial de quem solta um “mundo horrível 0 vontade de continuar vivendo” “mundo horrível 0 vontade de continuar vivendo não existe mais respeito não existe mais compaixão não existe mais empatia” e “sem faculdade sem estágio pqp não sobrou mais nada” “sem faculdade sem estágio pqp não sobrou mais nada”, mas ainda assim ri de vídeo ruim na internet. A espuma de gengibre e limão é o humor ácido, leve na superfície, de quem passa o dia escrevendo “QUE MITADA” “QUE MITADA” e “esse cara é o meu herói” “ESSE CARA É O MEU HERÓI” pra aguentar a timeline. O bitter de cacau entra no final como aquele amarguinho de quem manda um “vai se fuder porraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa” “vai se fuder porraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa” ao mesmo tempo que conta todo feliz que montou uma banda e só falta tocar por aí “consegui ter uma banda agora só falta ter músicas e gravar coisas e tocar em lugares”.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais constante na timeline é a valorização de análise, estudo e repertório, típico de Ravenclaw. Eles reclamam da falta de uma leitura realmente feminista e simbólica em Utena, mostrando gosto por interpretação profunda e teoria: “uma coisa que me incomoda nas discussões que ja li sobre utena é como uma perspectiva verdadeiramente feminista analisando as coisas faz falta o anime debate papel de genero incansavelmente de um jeito bem simbolico, bonito e maduro”. Em música, fazem distinção entre técnica, repertório e crítica, o que é bem analítico: “O QUE tocar instrumento, ter formação musical ou compor tem a ver com CRÍTICA musical?... o repertório nao tem nada a ver com o conhecimento puramente técnico que sozinho nao ajuda a interpretar ou criticar a arte em si”. Também demonstram curiosidade e amor por aprender ao falar da faculdade e de como estudaram muito: “esse ano foi foda: encontrei meu grupo de amigos estudei e aprendi coisa pra caramba ao mesmo tempo que fui obrigado a largar a faculdade”. Há ainda um interesse em corrigir erro conceitual e geográfico com didatismo, como quando explicam onde fica o Vietnã: “vietnã fica na costa leste da península da indochina (…) é muito fácil de reconhecer pq eles tem um formato de fronteira bem característico”. Tudo isso aponta mais para um perfil cerebral, argumentativo e amante de conhecimento do que para ambição de Slytherin, bravura impulsiva de Gryffindor ou foco em aconchego/pertencimento típico de Hufflepuff.

Seu filme

Sua música
A música Hejira combina bem com @trilobitea_ porque é um disco inteiro sobre transição, solidão e tentar se encontrar, algo que aparece muito quando ele fala de crise pessoal, como em “mundo horrível 0 vontade de continuar vivendo não existe mais respeito não existe mais compaixão não existe mais empatia” e “sem faculdade sem estágio pqp não sobrou mais nada”. Ele demonstra uma veneração especial por esse álbum, dizendo que “hejira é uma das coisas mais lindas ja gravadas por um ser humano” e repetindo depois que “hejira da joni mitchell é um dos discos mais lindos já gravados”, o que mostra uma identificação afetiva real com a obra. As letras de Hejira falam de viagens internas, de estar deslocado e ainda assim seguir em frente, o que ecoa com o jeito que ele vive altos e baixos, entre momentos de desespero (“vontade insana de meter a cara no forno agora pqp”, “goodbye cruel world”) e momentos de alegria intensa com amigos e arte, como em “meus amigos vieram aqui em casa e tocamos slint + desenhamos a haruhi + jogamos amagami + jogamos poker pqp que dia foda”. Além disso, o gosto dele por discussões profundas de arte, música e política encaixa com a sofisticação lírica e musical da Joni Mitchell, tornando Hejira uma espécie de trilha sonora ideal para a forma como ele enxerga o mundo.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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trilobitea_
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