
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de emo/bandom, consciência política e autocrítica lembra muito a Lisa. Ela é nerd, sensível e vive revoltada com as injustiças, tal como o usuário reclamando de política e direitos em tweets como “o cara me tira cota de universidade (lei federal) e banheiro unissex de instituição de ensino. esse estado é um circo.” e “eu preciso de mais pessoas lgbtq+ no meu ciclo de convivência pprt porque se eu tiver que explicar mais uma vez pra alguém que ninguém 'desvira' trans ou gay de um dia pro outro meu cérebro entra em curto”. A vibe de "tô sempre reclamando porque o mundo é absurdo" também é bem Lisa, como em “eu devo ser chato pra caralho mas eu não consigo não reclamar de coisas que eu acho um absurdo” e “ah mas eu vou reclamar mesmo se eu passar um dia sem reclamar me internem que não sou mais eu”. Ao mesmo tempo, tem uma sensibilidade artística/musical e um certo drama existencial, visíveis em “meu passatempo favorito é me escaralhar escutando música de término sem nunca nem ter namorado” e na paixão intensa por bandas e personagens. E, como a Lisa, essa pessoa vive no meio de gente meio tapada se sentindo deslocada, mas ainda assim tenta ser gentil e pedir mais empatia, como em “voces precisam aprender a ser mais gentis e tolerantes rapaziada ta ficando feio ja”.

Seu tipo de personalidade MBTI
A primeira letra tende a I de introvertido: falam de dificuldades sociais e sensação de não ser compreendido, como em “poxa mas sera que eu tenho uma expressão default tao feia assim pra tantas pessoas deixarem de falar comigo...” e “se eu nao consigo formar amizades verdadeiras a culpa é da minha mãe...”, o que sugere foco em mundo interno e inseguranças, mais do que em vida social intensa. A preferência por N (Intuição) aparece no jeito imaginativo e simbólico de ver o mundo: viagens emocionais com banda, fanfic e sonhos, como em “ja sonhei que tinha ido num show do mychem... e a gente conversou em espanhol” e “as vezes um gerard way x reader é janta”. No eixo F (Sentimento), quase tudo gira em torno de emoções, empatia e valores: reclamam de falta de gentileza em “voces precisam aprender a ser mais gentis e tolerantes rapaziada ta ficando feio ja” e se emocionam com música em “sempre me acabo de chorar ouvindo i dont love you como pode ser tao manso”. Já o P (Perceiving) aparece na espontaneidade caótica e pouco planejada: zoam de estar desocupado na bio, comemoram nota sem estudar em “EU CONSEGUI A NOTA QUE EU PRECISAVA... SEM ESTUDAR” e os tweets são reativos, impulsivos e cheios de improviso em vez de organização. No conjunto, a combinação de intensidade emocional, imaginação, autoanálise e jeito meio bagunçado e espontâneo de viver e se expressar casa muito bem com um perfil INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
17, nb, engenheirx em formação no interior de SC. Emo por escolha musical, reclamando por princípio. Uma borboleta preta já me reconheceu como emo.– @trypanocruz

Seu coquetel exclusivo
A vodca com infusão de café é o motor da bebida: forte, ansioso e desvelado, tipo quem reclama por esporte e ao mesmo tempo tá exausto do mundo, como em “ah mas eu vou reclamar mesmo se eu passar um dia sem reclamar me internem que não sou mais eu”. O licor de frutas vermelhas é o lado romântico carente, que quer beijo, fanfic e x reader pra jantar, como em “por favor eu quero beija na boca” e “as vezes um gerard way x reader é janta”. O suco de maracujá entra doce-azedo, meio dramático e meio de boa, representando o emo que sofre ouvindo My Chem e Duck Butter mas ainda faz piada de tudo, como em “sempre me acabo de chorar ouvindo i dont love you como pode ser tao manso” e “duck butter me deixou nervoso, duas estrelas de cinco no letterboxd”. A espuma de gengibre é o chute ácido, a língua afiada que não passa pano pra nada, refletindo coisas como “eu devo ser chato pra caralho mas eu não consigo não reclamar de coisas que eu acho um absurdo” e o ranço educado com gente desinformada em “eu preciso de mais pessoas lgbtq+ no meu ciclo de convivência pprt porque se eu tiver que explicar mais uma vez pra alguém que ninguém 'desvira' trans ou gay de um dia pro outro meu cérebro entra em curto”. O glitter comestível preto por cima é o selo bandomtwt: dramático, fanfiqueiro, twink/emo-core, igual aos surtos sobre Frank Iero, Pete Wentz e afins, tipo “me surpreende que ainda nao tenha vazado uma foto da pica dele, mas ai eu lembro que é o frank iero e que ele teria postado no feed mesmo” e “o tanto que eles sexualizam o pete nos clipes é quase reparação histórica”.

Sua Casa de Hogwarts
Yuri demonstra uma preocupação forte com gentileza, convivência e justiça cotidiana, o que é muito característico de Hufflepuff. Eles chamam a atenção para a necessidade de empatia e tolerância em posts como “voces precisam aprender a ser mais gentis e tolerantes rapaziada ta ficando feio ja”, mostrando um senso de justiça básico nas relações entre pessoas. Há um incômodo claro com desigualdade e retrocessos sociais em “o cara me tira cota de universidade (lei federal) e banheiro unissex de instituição de ensino. esse estado é um circo.” e na vontade de ter mais pessoas LGBTQ+ por perto para não precisar ficar educando gente preconceituosa em “eu preciso de mais pessoas lgbtq+ no meu ciclo de convivência pprt porque se eu tiver que explicar mais uma vez pra alguém que ninguém 'desvira' trans ou gay de um dia pro outro meu cérebro entra em curto”, o que reforça um senso de equidade. Mesmo quando reclama muito, isso vem de um lugar de achar as coisas “absurdo” e injustas, como em “eu devo ser chato pra caralho mas eu não consigo não reclamar de coisas que eu acho um absurdo”, típico de quem se importa com o que é certo. Além disso, há um tom muito humano e vulnerável ao falar de amizades e afetos, por exemplo em “se eu nao consigo formar amizades verdadeiras a culpa é da minha mãe que sempre disse que todo mundo sempre vai me abandonar”, que combina com a lealdade e a valorização de laços pessoais próprias de Hufflepuff, mais do que com a ambição de Slytherin ou o heroísmo de Gryffindor.

Seu filme

Sua música
O humor autodepreciativo, meio dramático e muito emo do yuri combina perfeitamente com I'm Not Okay (I Promise). Eles vivem entre o rir e o sofrer, tipo quando dizem que se escaralham ouvindo música de término sem nunca ter namorado “meu passatempo favorito é me escaralhar escutando música de término sem nunca nem ter namorado” e que se sentem tristes porque as pessoas acham que eles odeiam todo mundo pela expressão do rosto “sera que eu tenho uma expressão default tao feia assim [...] as vezes eu fico triste”. A letra de I'm Not Okay é sobre ser sensível, esquisito e incompreendido, o que bate com eles sendo emo e reclamando do mundo, mas ainda assim cheios de carinho, como quando falam que queriam mais pessoas LGBTQ+ por perto para não ter que explicar sua existência o tempo todo “eu preciso de mais pessoas lgbtq+ no meu ciclo de convivência”. Além disso, o apego emocional à cena emo e a bandas como My Chemical Romance aparece direto nas timelines e sonhos deles “ja sonhei que tinha ido num show do mychem”, o que torna essa música quase um hino pessoal. No fim, yuri é literalmente o narrador de I'm Not Okay: dramaticamente sincero, um pouco caótico, intensamente emo e tentando sobreviver rindo do próprio desastre.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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trypanocruz
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