
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A conta mistura impulso caótico com análise e referência cultural, mas no fundo é guiada por preocupação ética e intelectualidade, o que lembra muito a Lisa Simpson. Várias threads mostram leitura crítica de mídia e narrativa, como quando analisa personagem e protagonismo em anime/mangá em “ai tem q ser mt idiota pra achar q o 'protagonista' é só quem narra. A história claramente é sobre a yumeko...” e quando discute construção de personagem em “acho ele uma ferramenta narrativa mt boa...”, algo muito Lisa analisando livros e filmes. Há um incômodo ético e político com injustiça e discursos rasos, como em “porra, todo ativismo de estadunidense parace q ta 10 casa atrás...” e em “mas é mt simplista englobar uma obra q inteira cm sendo o reflexo de quem ele é agr...”, que ecoa a postura militante e às vezes pedante da Lisa. Ao mesmo tempo, existe vulnerabilidade afetiva e uma certa angústia existencial, como em “não sei se é o conforto do platô cotodiano ou se é um leve declive pra boca da besta, mas alguma coisa me angustia” e no desabafo sobre amor em “sempre q depositam a confiança em mim e se sentem confortaveis pra se abrir comigo, eu sou lembrado do prazer q é viver...”, que combinam com o lado sensível da Lisa. A verborragia agressiva, autoirônica e hiperculta dá a mesma impressão de criança prodígio num ambiente caótico: alguém muito inteligente, sensível e politizado, mas que responde ao mundo com sarcasmo e ranço — exatamente o tipo de tensão que define a Lisa em The Simpsons.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam de ressaca e rolês, mas o foco é na própria percepção interna, tipo “vida merda”, “não sei se é o conforto do platô cotidiano ou se é um leve declive pra boca da besta, mas alguma coisa me angustia” e “when only I remain in this world, não fará mais sentido viver”, o que mostra foco em mundo interno e emoção própria, não em chamar atenção social. Há forte traço intuitivo (N): ele vive interpretando obras e experiências em termos abstratos e simbólicos, como quando discute Persona e representatividade em “Yosuke fez a cena mais impactante... deixa pra homofóbico e defende os seus”, ou quando fala da narrativa de Kakegurui em “a história claramente é sobre a yumeko... perspectiva quase de segunda pessoa”. A preferência por Feeling (F) aparece na forma como ele julga tudo por valores e afeto, ainda que de modo agressivo: se importa com homofobia e representatividade, critica quem defende personagem homofóbico, e valoriza vínculos profundos em “sempre q depositam a confiança em mim... é só muito prazeroso viver com o outro”. O estilo é muito mais perceptivo (P) do que organizado: ele oscila de humor, fala de ressacas, drogas e decisões impulsivas (“lidando cm a ressaca de ter tomado +3 litrões”, “ele abuso do fato de psilocibina n pegar no teste”), reage no improviso a thread, anime, jogo, e não mostra nenhum gosto por estrutura, planejamento ou rotina. A combinação de introspecção emocional intensa, visão simbólica das obras que consome e reatividade caótica, mas guiada por valores, bate bastante com INFP – alguém idealista, muito afetivo, crítico, mas desorganizado e volátil.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
psicologia na UFES, fã de jojo, pokemon e dark souls. já mudei meu estilo numa tarde e ainda tô tentando entender meus sonhos e meus amigos– @tsuyuzakmahiru

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e meio agressivo de propósito, tipo a timeline dele: a base de cachaça representa o caos alcoólico e a ressaca assumida em “lidando cm a ressaca de ter tomado +3 litrões junto cm a minha parceira @juridico_bts”. O licor de frutas vermelhas entra pra lembrar que por baixo da acidez tem um lado afetivo, o mesmo que aparece quando ele diz que ser chamado de “bichinha” ainda é melhor que sunshine e quando fala do prazer de compartilhar amor em “sempre q depositam a confiança em mim…”. O limão siciliano traz a acidez do jeito que ele mete o pau em gosto alheio, como em “normie entrosadora… espero q morra num cilo de milho” e “péssimo gosto, pode apagar”. O xarope de gengibre é o picante irônico e intelectual, ecoando piadas tipo “uma dragqueen behaviorista radical chamada SkinnIER” e toda a verborragia sobre JoJo e Persona. Por cima, a espuma de água tônica é o amarguinho existencial que paira em frases como “vida bosta” e “não sei se é o conforto do platô cotidiano ou se é um leve declive pra boca da besta”, dando aquele final meio melancólico, meio engraçado, exatamente no tom dele.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil do @tsuyuzakmahiru mostra alguém extremamente analítico, que gosta de destrinchar mídia, narrativa e personagens – algo muito típico de Ravenclaw. Ele argumenta sobre protagonismo e estrutura narrativa em Kakegurui, por exemplo, ao dizer que a história "claramente é sobre a yumeko" e discutir o ponto de vista da narração em “ai tem q ser mt idiota pra achar q o 'protagonista' é só quem narra”, e aprofunda o papel de um personagem como "ferramenta narrativa" em “acho ele uma ferramenta narrativa mt boa [...] se tivesse muita personalidade ia ser sufocante”. Há um interesse consistente em psicologia, linguagem e teoria (ele faz piada com behaviorismo em “uma dragqueen behaviorista radical chamada SkinnIER” e fala de "conversão somática" em “dia da conversão somática maluca: lábio inferior dormente”), o que reforça o gosto por conceitos e abstrações. Ele também demonstra sagacidade e criatividade verbal, usando humor ácido e referências cult/otaku em sequência, como quando descreve um desenho específico fora do "chavescore" em “sei q sempre estou fora do chavescore, mas esse desenho eu adorava ver”. Apesar do tom agressivo em vários tweets, a base é mais de observador crítico e intelectualizado do que de ambição ou heroísmo, o que encaixa melhor em Ravenclaw do que em Slytherin ou Gryffindor.

Seu filme

Sua música
A música Boa Esperança combina ironia, raiva política e afeto, o que se encaixa muito no jeito que @tsuyuzakmahiru se expressa. Ele tem um olhar bem crítico e ácido pra política e para os EUA, como em “porra, todo ativismo de estadunidense parace q ta 10 casa atrás... esse bando de balbucio incoerente mesclado cm arrogancia é mt feio pqp.”, algo que conversa com o tom de denúncia social da música. Ao mesmo tempo, existe uma sensibilidade muito forte em como ele fala da relação com o outro, tipo em “sempre q depositam a confiança em mim e se sentem confortaveis pra se abrir comigo, eu sou lembrado do prazer q é viver... no dia q só restar eu nesse mundo, não fara mais sentido viver+”, que ecoa a mistura de dureza e humanidade presente na letra. A angústia existencial e o cansaço com a vida aparecem em posts como “não sei se é o conforto do platô cotodiano ou se é um leve declive pra boca da besta, mas alguma coisa me angustia”, o que combina com o clima de resistência cansada, mas ainda esperançosa, do som. E quando ele solta coisas como “A VIDA PODIA SER MT MELHOR”, é praticamente o espírito da música: consciência de tudo que tem de errado, sem abandonar totalmente o desejo de um mundo menos merda.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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tsuyuzakmahiru
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