
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela mistura um lado extremamente opinativo, inteligente e crítico com vulnerabilidade emocional, o que lembra muito a Lisa Simpson. Ela faz comentários políticos e sociais, tipo quando fala de internet e capital: “a época grátis da internet acabou gente, agora é a hora que as empresas fazem o que sempre fizeram” ou critica visão materialista de afeto: “imagina ver coisas materiais como sinal de afeto que visão de mundo triste”, bem no estilo da Lisa questionando o status quo. Ao mesmo tempo, mostra sensibilidade e sensação de não-pertencimento na escola, como em “terminei a escola sem amigo nem nada, bglh foi literalmente só estresse e raiva desnecessária” e “não tem uma alma da minha escola q eu não queira mandar a merda”, ecoando a solidão da Lisa na sala de aula. Ela também é muito ligada a arte/música alternativa e nichada — Daft Punk, harsh noise, emo, etc. — semelhante ao gosto musical e cultural mais “cult” da Lisa, como quando comenta: “i think harsh noise made me prone to listen to everything”. Por fim, a combinação de militância, consciência de ser minoria e frustração com o mundo, mas ainda assim mantendo um núcleo sensível e empático, é bem Lisa, como aparece em “eu amo ver essas imagens pq elas me deixam bem positiva depois eu lembro dos horrores de ser trans”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I): falam muito de se sentir excluída e da dificuldade em conexões sociais, como em “terminei a escola sem amigo nem nada, bglh foi literalmente só estresse e raiva desnecessária” e “não tem uma alma da minha escola q eu não queira mandar a merda”, e valorizam muito alguns poucos vínculos intensos, como no “eu quero berrar aos ventos que eu amo esse guri mas eu não posso”. A preferência por intuição (N) aparece na forma de refletir sobre sentimentos, narrativas e temas abstratos em vez de só fatos concretos, por exemplo quando fala de se identificar com personagens e arcos de história em “ele não se coloca numa situação pra expressar algo na vida dele, no final, a única forma q ele se expressa é através de pequenos gestos…” e quando diz “i like stories that talk about breaking a prophecy or something cuz ive been feeling trapped for years”. O lado feeling (F) é muito forte: reage a situações pela ótica de empatia, dor e injustiça pessoal/social – vide “imagina ver coisas materiais como sinal de afeto que visão de mundo triste” e “arte é arte independente se é moralmente certa ou errada o problema do pixo é que o que causa ele são as mesmas pessoas q tao pintando esse muro”. Já o perceiving (P) aparece na espontaneidade, impulsividade e falta de planejamento rígido, como em “aquele momento que tu se coloca numa situação que tu não queria e não sabe mais como dizer que não quer pq a merda vai ser grande” e na vibe de ir experimentando coisas e interesses (“lsd com daft punk”, animes, jogos, música) como em “a brisa de lsd com daft punk me fez evoluir espiritualmente” e “this shit sold me im going to play this game today after school”. A combinação de introspecção emocional intensa, idealismo, interesse por narrativas simbólicas e estilo de vida mais caótico e sensível encaixa muito bem com INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Menina trans de Floripa, ex-boxeadora quase campeã, emo de carteirinha e crítica de música/séries nas horas vagas. Já evoluí com LSD + Daft Punk.– @Tvvistlovesyou

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte porque você literalmente parou de beber por excesso de caos, mas ainda vive no limite entre o amor, o drama e a bad, tipo quando disse “i literally stopped drinking cuz no ammounts of weed and no ammounts of mushroom ever gave me so many problems than alcohol”. A cachaça envelhecida representa o Brasil raiz, a vida no corre e o país fotogravel que você ama mostrar, como no tweet “incrível como nosso país é extremamente fotogravel irmao olha isso pqppp”. O licor de açaí doce-azedo é a mistura de carinho e rancor, igual quando você fala da escola e dos amigos que não foram amigos, tipo em “terminei a escola sem amigo nem nada, bglh foi literalmente só estresse e raiva desnecessária”. A redução de cerveja defumada e o bitter de café com laranja trazem aquele gosto amargo e intenso de quem já viu merda demais, dramas de internet e gente escrota, ecoando coisas como “nao existe fandom q eu mais odeie e que eu infelizmente mais tenha contato do que essa pqp”. A espuma de gengibre com glitter é o lado vtuber/otaku/emo caótico, psicodélico e espiritualmente evoluído de LSD com música, lembrando “a brisa de lsd com daft punk me fez evoluir espiritualmente” e o fato de você ser apaixonada por estatísticas improváveis em “apaixonada em estatísticas improváveis”. No fim, é um coquetel experimental, doce e amargo, meio destrutivo, meio consolador, perfeito pra alguém que quer berrar que ama o guri, mas também quer que a bolha de IA estoure logo, como em “eu quero berrar aos ventos que eu amo esse guri mas eu não posso” e “quero q essa bolha de IA estoure logo”.

Sua Casa de Hogwarts
Ela demonstra um traço bem forte de coragem emocional e de peitar conflito, mesmo quando isso deixa a vida mais difícil – por exemplo, quando encara a própria escola e diz que “não tem uma alma da minha escola q eu não queira mandar a merda” e descreve ter terminado os estudos como pura raiva e estresse em “terminei a escola sem amigo nem nada, bglh foi literalmente só estresse e raiva desnecessária”. Ela também encara brigas e tretas online de forma bem direta, como quando comenta o clima de farpa no Twitter em “pqp tá tendo até farpa no twitter estamos em 2017 de novo💔💔💔” ou quando chama as pessoas de burras sem rodeios em “gente voces sao burros”, o que combina com a impulsividade típica de Gryffindor. Além disso, há um histórico de enfrentar desafios físicos e de competição em “eu lutei boxe por cerca de 2 anos e quase ganhei um campeonato estadual”, outra marca clássica dessa casa. Mesmo quando fala de uso de drogas, traumas ou de quase se matar, ela não se coloca num papel de vítima passiva; em vez disso, encara tudo com um misto de sinceridade brutal e disposição de seguir em frente, o que é muito mais Gryffindor do que qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A melhor música pra definir a Tvvist é Nostalgia do BK', porque ela vive entre lembranças pesadas e um presente em que, apesar de tudo, sente que conquistou alguma coisa. Ela fala muito de escola como um período de estresse, exclusão e raiva, como em “terminei a escola sem amigo nem nada, bglh foi literalmente só estresse e raiva desnecessária” e “bizarro agr q eu to pensando nessas parada de escola [...] no final meu terceiro ano não valeu de porra nenhuma”, que ecoa o tom melancólico e reflexivo da música. Ao mesmo tempo, ela mostra que transformou parte disso em força, tipo quando solta “NOSTALGIA NÃO VAI ME MATAR PORQUE EU ALCANCEI O QUE EU QUERIA”, muito na vibe da letra sobre superar o passado e seguir em frente. A forma como ela se vê como sobrevivente dos próprios rolês, mesmo se sentindo presa a certas dores – por exemplo, ao dizer “i like stories that talk about breaking a prophecy or something cuz ive been feeling trapped for years” – combina com o jeito que Nostalgia trata memórias difíceis sem romantizá-las. É uma faixa que mistura saudade, peso de vivência e um certo orgulho de ainda estar aqui, exatamente como transparece na linha dela entre trauma, humor e resistência.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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