
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A mistura de caos, humor autodepreciativo, vícios e momentos sinceros de sensibilidade lembra muito o Homer Simpson. Ele vive reclamando de trabalho e cliente, como em “não seja o cliente filho da puta que chega na loja no horário de fechamento, funcionário não dorme na loja” e “Agora sim eu posso dizer que o trabalho tá literalmente me destruindo”, o que é bem a cara do Homer esgotado da Usina Nuclear. O exagero dramático e cômico também é bem homeriano, tipo “Caralho será que dá pra morrer de rinite?” e “dias de tranquilidade e paz nesse ano contados nos dedos, hoje não é um deles”. Tem o lado autodestrutivo e desleixado, seja no álcool em “Acabou o ballantines finest e tive que ir comprar um passport orem por mim família” ou no remédio em “tomando clonazepam com café pq equilíbrio é tudo”, mas sempre com piada em cima. Ao mesmo tempo, mostra paixão intensa por coisas que ama – futebol, jogos, bandas – como em “Caralho Supercombo me seguiu não creio” e “vou zerar spec ops ainda hj puta jogo bom”, tal qual o Homer quando surta por seus hobbies. Essa combinação de preguiça, raiva do sistema, vícios, coração mole e entusiasmo infantil encaixa melhor no Homer do que em qualquer outro personagem principal.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam muito de cansaço social e necessidade de distância, como em “ser humano é cansativo” e “leave me alone”, além de preferir momentos tranquilos de cigarro, jogo ou música a grandes interações sociais. A preferência por intuição (N) aparece em reflexões mais abstratas e existenciais, como “cemitério é praça linda que ninguém quer visitar” e “Isso não pode ser tudo que há”, além de comentários sobre narrativas complexas em jogos como Spec Ops e Drakengard “three soldiers walk into dubai, one of them is a delusional schizo”. Apesar do jeito ríspido, a base parece mais sentimental (F) que lógica: ele se indigna com injustiças sociais e empatia com trabalhadores em “não seja o cliente filho da puta que chega na loja no horário de fechamento, funcionário não dorme na loja” e se afeta com política e saúde mental em “Esse mês entra pro top 10 piores da minha vida inteira”. O modo como ele vive e se expressa soa pouco estruturado, bem perceptivo (P): fala de esquecer o que foi comprar no mercado em “lembrete pra sempre fazer lista pq [...] só chegando em casa que eu lembro da porra do ketchup”, mistura clonazepam com café “tomando clonazepam com café pq equilíbrio é tudo” e decide coisas de modo impulsivo, como “Tomei um termogênico vamo ver qual é a desse negócio”. A combinação de introspecção, foco em significado, intensidade emocional e vida meio caótica aponta mais para INFP do que para tipos mais lógicos (INTP/INTJ) ou organizados (INFJ/ISFJ).

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
23, he/him, bi. Atendo entre um turno exaustivo, um save em Spec Ops e um misoshiro. Uma vez tomei banho com sabão Ypê e sobrevivi pra contar.– @v0ntade

Seu coquetel exclusivo
Esse drink começa com uma dose generosa de uísque barato, porque a alma do coquetel é aquela energia de “Acabou o ballantines finest e tive que ir comprar um passport orem por mim família”: é o que tem pra hoje, mas com raiva e humor. O licor de café representa as madrugadas gamer/nerdola, do cara que zera coisa tipo “vou zerar spec ops ainda hj puta jogo bom” e defende Megaman X8 em pleno século XXI em “Megaman X8 tem os melhores designs e a melhor armadura change my mind”. O xarope de pimenta com limão é o sangue latino e o ódio político/futebolístico, aquele sabor agridoce de quem tuita “Se essa palhaçada no Nordeste der vitória pro Bolsonaro a única solução é o levante” e xinga juiz em “e vai se fuder esse juiz do caralho”. O toque de camomila é o falso equilíbrio químico de “tomando clonazepam com café pq equilíbrio é tudo”, tentando acalmar a cabeça enquanto tudo pega fogo. Finaliza com água tônica em spray, seca e levemente amarga, lembrando que entre rinite, trabalho e cansaço existencial de “Esse mês entra pro top 10 piores da minha vida inteira”, o clima geral é sempre: forte, caótico, mas de pé.

Sua Casa de Hogwarts
O jeito que ele se posiciona em política e justiça social é bem impulsivo e combativo, típico de Grifinória: em vez de resignação, ele fala em confronto direto quando enxerga injustiça, como em “Se essa palhaçada no Nordeste der vitória pro Bolsonaro a única solução é o levante” e no desabafo violento contra o juiz do jogo do Brasil em “e vai se fuder esse juiz do caralho”. Há um senso forte de defender “os seus” e bater de frente com figuras de autoridade, como quando xinga o técnico e jogadores da seleção em “na moral o que o tite, o marquinhos e o alisson tem que apanhar quando esses filho da puta chegar no Brasil não tá escrito”. Ele também demonstra coragem em expor vulnerabilidades e sofrimento de forma crua, sem verniz, em tweets como “I need a way out” e “Esse mês entra pro top 10 piores da minha vida inteira”, o que é um tipo de bravura emocional. Apesar de ter humor ácido e certa desesperança, ele ainda torce apaixonadamente, se engaja e se indigna, como em “BOA ARGENTINAAAA” e “não se torce pra europeu, bora hermanos”, mostrando um coração intenso e impulsivo. Essa combinação de explosividade, coragem de peitar o que acha errado e disposição de “ir pra briga” encaixa melhor em Grifinória do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A combinação de autodepreciação, exaustão com a vida e humor ácido do perfil lembra muito o clima de Creep. Eles vivem falando de estar esgotado e querendo escapar, como em “I need a way out” e “Isso não pode ser tudo que há”, o que bate com a sensação de não pertencimento da música. A relação com remédios e ansiedade em “tomando clonazepam com café pq equilíbrio é tudo” e “Odeio ter que tomar clonazepam” reforça esse lado mais vulnerável e quebrado. Ao mesmo tempo, eles disfarçam tudo com sarcasmo e cultura pop, como em “ser humano é cansativo” e “Agora sim eu posso dizer que o trabalho tá literalmente me destruindo”, lembrando a forma como a música mistura apatia, dor e ironia. A persona de nerdola, gamer e meio deslocado, mostrada em “vou voltar às minhas raízes de nerdola” e no amor por jogos e cultura geek, também conversa com o arquétipo do protagonista de Creep: alguém estranho, fora do padrão, mas intensamente consciente disso.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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v0ntade
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