
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A @valvellvette parece mais com a Lisa Simpson: super introspectiva, autoanalítica e artística. Ela fala de composição de músicas em alto nível mesmo sendo iniciante, como em “O foda é eu querendo escrever música nível Fiona Apple e Tori Amos sendo q eu tenho 3 meses de experiencia de composição e teoria musical”, o que lembra a ambição intelectual e criativa da Lisa. A forma como ela vive intensamente emoções e episódios depressivos, tipo “To começando a acreditar que é impossível pra mim ter um dia que to feliz” e “É sempre ‘estar triste é mt bom porque fico mais criativa’ até estar durando mais do que devia (eu sinto um episódio depressivo voltando 💋💋)”, se encaixa com a melancolia existencial da personagem. Além disso, o lado artístico e meio alternativo dela em coisas como “Nada como passar a madrugada rabiscando e ouvindo fiona apple com o ventilador na cara, mt poetico” e os desenhos e fanarts que posta reforçam a similaridade com a Lisa, que sempre canaliza suas crises em arte e reflexão. Até o incômodo com redes sociais e o jeito crítico, como em “Devia parar de abrir o tik tok, o instagram, o twitter, os olhos”, ecoa o lado mais lúcido e cansado do mundo que a Lisa muitas vezes mostra.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para o mundo interno do que para o externo: falam de se esconder para ver série (“Hiding myself in the darkest isolated corner of the room to watch hazbin hotel like i’m a criminal”), do incômodo com redes sociais e bots (“Vo privar minha conta pq esses bot de merda ficam me seguindo”), e de crises existenciais quando saem de casa (“24 48 horas de crise existencial e inércia [...] toda vez que saio do meu habitat natural (casa)”), o que aponta para I. A forma como falam de si é muito imaginativa, introspectiva e simbólica, com idealizações artísticas e fantasias intensas (“Eu fico tão imersa nas minhas fantasias as vezes que me deixa doente”, “Nada como passar a madrugada rabiscando e ouvindo fiona apple [...] mt poetico”), sugerindo foco em significados e possibilidades internas típico de N. Na tomada de perspectiva, a ênfase é claramente emocional e valorativa, não lógica: falam de crush em professora (“lutando pra conseguir uma aula [...] pq quem ensina e a professora que eu tenho crush”), de sofrimento, limerência e episódios depressivos (“É sempre ‘estar triste é mt bom porque fico mais criativa’ até [...] eu sinto um episódio depressivo voltando”), o que combina com F. Também mostram forte idealismo artístico (querer escrever no nível de Fiona Apple/Tori Amos com pouca experiência: “eu querendo escrever música nível Fiona Apple e Tori Amos sendo q eu tenho 3 meses de experiencia”) e personalidade mais caótica e pouco estruturada no dia a dia (correria, deixar pra depois, esquecer remédio, se jogar em limerências: “Achei que era capaz de me apaixonar mas opa era só limerência”), o que aponta para P. No conjunto, o padrão de introspecção intensa, criatividade, humor autodepreciativo, idealismo artístico e emoções muito profundas encaixa melhor em INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Cantora, ilustradora e futura Fiona Apple de condomínio. Faço piada pra não chorar e ainda erro a luz de palco olhando direto pra lâmpada.– @valvellvette

Seu coquetel exclusivo
Este drink é forte na base de cachaça envelhecida, porque você literalmente passa por crise existencial em ciclo infinito, tipo em “Nunca vou sair desse ciclo” e “Don’t talk to me no momento estou passando pelas 24 48 horas de crise existencial…”. O licor de café entra pra representar as madrugadas rabiscando e ouvindo Fiona Apple em “Nada como passar a madrugada rabiscando e ouvindo fiona apple…”, bem dark-acadêmico-depressiva. O xarope de frutas vermelhas é o lado gay e dramático, digno de “feeling so fucking gay right now” e das crushes impossíveis, tipo a professora em “lutando pra conseguir uma aula… pq quem ensina e a professora que eu tenho crush”. O suco de maracujá traz o caos ansioso com um ar tropical brasileiro, combinando com o surto político-cafeeinado em “esse rolê do trump ja me deixou ansiosa… esqueci de tomar o remédio e ainda tomei café”. Por cima, uma espuma leve de gengibre e limão representa o humor ácido, autoirônico e criativo de quem transforma sofrimento em piada, como em “Mas todo dia amiga ce ta mal, todo dia. Tem algum dia que você tá bem?” e “Devia parar de abrir o tik tok, o instagram, o twitter, os olhos”. Este coquetel é agridoce, intenso, meio cansado da vida, mas artisticamente impecável – igual você tentando fazer música nível Fiona Apple e Tori Amos em “O foda é eu querendo escrever música nível Fiona Apple e Tori Amos…”.

Sua Casa de Hogwarts
Val demonstra uma combinação muito forte de criatividade, brainrot intelectual e amor por aprender, o que é bem típico de Ravenclaw. Ela fala de composição musical com referências de alto nível, querendo escrever “música nível Fiona Apple e Tori Amos” mesmo tendo pouca experiência, o que mostra tanto ambição artística quanto foco em aprimorar conhecimento e técnica: “O foda é eu querendo escrever música nível Fiona Apple e Tori Amos sendo q eu tenho 3 meses de experiencia de composição e teoria musical”. A relação dela com a própria cabeça é hiperanalítica e autorreflexiva, como quando comenta os ciclos emocionais e episódios depressivos quase como quem observa um fenômeno: “É sempre ‘estar triste é mt bom porque fico mais criativa e torna a vida mais interessante’ até estar durando mais do que devia (eu sinto um episódio depressivo voltando 💋💋)” e “Mas todo dia amiga ce ta mal, todo dia. Tem algum dia que você tá bem?”. Ela transforma tudo em material criativo – desenha na sessão com a psicóloga e passa madrugadas rabiscando ouvindo Fiona Apple: “Desenho da verosika q fiz na sessão c a psicóloga 😝” e “Nada como passar a madrugada rabiscando e ouvindo fiona apple com o ventilador na cara, mt poetico”. Além disso, o humor autorreferencial e inteligente aparece em vários tweets, como quando fala do ensaio de The Crucible com ironia e metalinguagem: “My the crucible essay from 11th grade b like:” e quando tira sarro da própria limerência: “Achei que era capaz de me apaixonar mas opa era só limerência 🙃”. Somando a obsessão artística, o jeito introspectivo e o uso constante de referências culturais, Val se encaixa muito mais no arquétipo de uma Ravenclaw emo-caótica do que em qualquer outra Casa.

Seu filme

Sua música
A música Thursday Girl da Mitski combina com a val porque fala de melancolia recorrente e de viver em ciclos emocionais, algo que aparece muito nos tweets dela, como em "Nunca vou sair desse ciclo". Ela mesma mostra que essa música já é parte importante do universo emocional dela em "Alguém tire thursday girl da mitski de perto de mim eu não suporto mais escutar essa música mas cada segundo que to sem escutar ela tá na minha cabeça automaticamente de tanto que ouvi". Os temas de tristeza persistente e episódios depressivos também ecoam em coisas como "To começando a acreditar que é impossível pra mim ter um dia que to feliz" e "é sempre 'estar triste é mt bom porque fico mais criativa' até estar durando mais do que devia". Além disso, o jeito sensível e artístico da Mitski combina com o lado criativo da val, que rabisca de madrugada ouvindo Fiona Apple em "Nada como passar a madrugada rabiscando e ouvindo fiona apple com o ventilador na cara, mt poetico", reforçando essa vibe de artista intensa, introspectiva e emocionalmente exausta que Thursday Girl captura tão bem.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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valvellvette
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