
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil mistura paixão intensa por futebol, música e cultura pop com interesse forte por política, história e teoria, o que lembra muito a combinação de sensibilidade cultural e engajamento intelectual da Lisa. Ele comenta ditaduras, imperialismo e crítica política com clareza, como em “Victor Jara foi assassinado pela ditadura chilena, e o Estádio Nacional do Chile serviu como um centro de tortura…” e “Definitivamente não gosto do Maduro, mas com certeza odeio ainda mais o imperialismo americano.”, algo que ecoa o senso de justiça social da personagem. Ao mesmo tempo, está sempre estudando e se cobrando academicamente, com tweets como “Recomendação do meu professor por ter tirado 10 em direito penal. comecei a ler ontem.” e “Macroeconômia”, bem ao estilo nerd aplicado da Lisa. O interesse por filosofia, teoria e história — como em “Depois do livro do James Gregor e do Debord, vou ler algum do Mao Tsé Tung ou do Max Stirner, ainda não sei.” e o desejo de aprender mais sobre Iugoslávia e Tito em “Sempre quis aprender mais sobre o Tito e a Iugoslávia durante seu regime…” — reforça essa identidade intelectual. Por fim, a forma como ele se aprofunda em música, cinema e literatura, elogiando desde Bruce Springsteen a cinema nacional e discos específicos, mostra uma curiosidade artística ampla e crítica, muito parecida com a de Lisa, só que com um tempero mais sarcástico e hooligan.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais voltados para dentro do que para fora, compartilhando muitas reflexões pessoais, estudos e hobbies solitários (violão, guitarra, cinema, leitura, composição) em vez de exposição social constante; por exemplo, comentam ouvir álbuns, estudar economia e direito ou compor black metal em casa, como em “Estou compondo a melhor faixa de black metal de Alvares Machado.” e “Teoria musical é um porre de estudar, pelo menos tirei uns riffs insanos na guita.”, o que sugere I. A preferência por discussões conceituais, história, política e filosofia — como ler Debord, Mao ou Stirner em “Depois do livro do James Gregor e do Debord, vou ler algum do Mao Tsé Tung ou do Max Stirner, ainda não sei.” e refletir sobre falangismo e capitalismo em “Acho que esses imbecis não sabem que o falangismo era em suma totalmente anti capitalista.” — indica foco em ideias abstratas, típico de N. Em debates, ele tende a ser analítico e até duro, priorizando coerência e crítica racional (chamando argumentos de “merda” em “É esquisito ver gente dizendo que Joy Division não é gótico... Argumento de merda.” e apontando contradições políticas/futebolísticas em “Um dos momentos mais lamentáveis do esporte… e ainda dizem que política e futebol não se misturam.”), o que se alinha a T. Não parece alguém rigidamente organizado ou planejador; fala em metas e vontades de forma meio solta (“Meta de 2026 é viver a uma vida de bohemia”, “Queria fazer uma battle jacket, mas não tenho grana pra patches e nem sei por onde começar kkkk.”), aceita improviso e mudanças de interesse, o que aponta para P. No conjunto, o padrão é de alguém introvertido, intelectualizado, crítico, irônico e relativamente espontâneo, combinando melhor com o tipo INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Estudante de Direito, torcedor do São Paulo, guitarrista de black metal e colecionador de vinil. Já tirei 10 em penal e 0 em marcar atacante na área.– @Vdeliciaa

Seu coquetel exclusivo
Boemia Aristocrática F.C. mistura a cachaça envelhecida com vermute seco pra representar o jeito meio clássico-meio porradeiro de um torcedor são-paulino que sofre, xinga e analisa taticamente jogos como em “São Paulo dominou o jogo por completo...” e “Desmoralizante... Diversos erros básicos do esporte”. O licor de café entra como homenagem às madrugadas estudando direito e economia, tipo em “Ainda bem que fiquei estudando economia em vez de ver o vexame...” e “Recomendação do meu professor por ter tirado 10 em direito penal.”. O limão-siciliano traz a acidez irônica de quem fala coisas como “Banda merda, espiritualmente israelense 🇬🇧🇮🇱” e “Foi tarde, verme desgraçado.”, mas continua rindo de tudo. A espuma de tereré é o toque campeiro-boêmio de alguém que twitta “A unistalda campeira🤠⚔️🔥🧉” e passa o réveillon com “kit” pronto em “Kit réveillon 2025🤭😝”. No fim, é um coquetel forte, meio amargo, mas refrescante, perfeito pra quem quer viver uma “vida de bohemia” como em “Meta de 2026 é viver a uma vida de bohemia” enquanto compõe “a melhor faixa de black metal de Alvares Machado.”

Sua Casa de Hogwarts
O conjunto dos tweets mostra alguém claramente movido por curiosidade intelectual e vontade de entender o mundo em profundidade, o que é muito característico da Corvinal. Ele demonstra gosto consistente por estudo teórico e leituras densas: comenta que está lendo Debord e James Gregor e em dúvida entre Mao e Stirner em “Depois do livro do James Gregor e do Debord, vou ler algum do Mao Tsé Tung ou do Max Stirner, ainda não sei.”, fala em estudar economia em vez de ver jogo em “Ainda bem que fiquei estudando economia em vez de ver o vexame que foi o jogo do São Paulo.” e se anima com direito penal em “Bolsonaro preso, churrasco, tereré e direito penal para estudar… que dia perfeito.”. Há também um interesse evidente por história e política (Tito e Iugoslávia em “Sempre quis aprender mais sobre o Tito e a Iugoslávia durante seu regime…”, Revolução de 1932 em “Quero ler algum livro sobre a Revolução Constitucionalista de 1932.”), além de filosofia e teoria, como na aula sobre Hannah Arendt em “Acabei de ter uma aula sobre Hannah Arendt e cultura caipira da grande Paulistânia.”. Ele analisa com cuidado futebol, música e cinema, escrevendo comentários táticos detalhados em “São Paulo dominou o jogo por completo, foi mais organizado, controlou totalmente o meio campo…” e críticas articuladas a diretores em “Existem muitos diretores de direita melhores que o Mel Gibson.”, o que reforça um perfil analítico. Embora haja lealdade ao São Paulo e posições políticas firmes, o traço dominante é a mente curiosa, estudiosa e crítica – marca clássica da Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música Born to Run combina o romantismo meio trágico, o espírito de fuga e a vontade de viver intensamente que aparecem o tempo todo no perfil do Vinícius. Ele fala em viver uma “vida de bohemia” em “Meta de 2026 é viver a uma vida de bohemia”, o que casa com o impulso do narrador da música de largar tudo e rodar a estrada com quem ama. A admiração dele por Bruce aparece diretamente em “Bruce Springsteen nunca erra.”, reforçando a identificação com esse tipo de narrativa musical. Há também um misto de niilismo e romantização da própria vida em posts como “Total cosmic nihilism” e na paixão por futebol, música e literatura, que lembra a urgência com que o eu lírico de Born to Run encara o presente. Entre o hooligan aristocrático do bio, o torcedor fanático de São Paulo e o boêmio que estuda teoria, direito e economia, ele parece alguém que vive no limite entre o cansaço do mundo e o desejo de romper com tudo — exatamente o clima dessa canção.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Vdeliciaa
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