
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de sensibilidade artística intensa, consciência política e sensação de ser "deslocada" do restante do mundo lembra muito a Lisa Simpson. A usuária cria e valoriza arte mais densa e experimental, como quando diz que “A única arte que possui algum valor real é aquela que beira o indescritível” “A única arte que possui algum valor real é aquela que beira o indescritível, que é um espelho perfeito da absurdez da experiência individual e coletiva da realidade”, o que ecoa o lado intelectualmente pretensioso e profundamente sensível da Lisa com música e literatura. Ela também demonstra consciência social e crítica de estruturas de poder, por exemplo ao falar de apropriação do punk pelo capitalismo “Quando a industria cultural se apropria de um movimento legitimo (...) resultando em aberrações como Punks reacionários consumidos pela paralisia do capitalismo tardio” e de como pessoas que não são homens cis hétero têm tudo negado “É impressionante como as pessoas que não são homens cis e hétero tem absolutamente tudo negado pela sociedade”, algo muito na linha do engajamento político e feminista da Lisa. A sensação de não pertencer e de ser "estranha" em relação ao meio em que vive aparece em mensagens como “já estou me desestimulando completamente pensando em como ninguém vai entender minha música e só me achar estranha mesmo, por fazer algo COMPLETAMENTE diferente de todo mundo da região”, paralela ao isolamento emocional e intelectual que a Lisa sempre sente em Springfield. E, apesar do humor negro, do conteúdo sexual e de um certo cinismo, há um núcleo muito emocional e reflexivo, visível em tweets sobre luto e relações abusivas “Meu coração está vazio, não me restam muitas esperanças para a vida, muito menos para o futuro, esse luto eterno me assombrará ainda por muitos anos”, o que se aproxima da faceta mais melancólica e autoconsciente da Lisa, se ela crescesse num cenário mais underground, queer e extremo.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para dentro do que para fora: fantasiam com cenários internos intensos, como tocar No Wave em casa de show decadente enquanto o público desmaia (“Eu por exemplo queria tá agora fazendo uma apresentação em uma casa de show velha, suja, decrepita…”), descrevem um luto muito íntimo e prolongado (“Meu coração está vazio, não me restam muitas esperanças para a vida…”) e não soam como alguém que recarrega baterias socializando o tempo todo, o que aponta mais para I do que E. A forma como falam de arte, política e música é altamente abstrata e conceitual, por exemplo ao dizer que a única arte que tem valor é a que reflete a absurdez da realidade (“A única arte que possui algum valor real é aquela que beira o indescritível, que é um espelho perfeito da absurdez da experiência individual e coletiva da realidade”) ou analisando a cooptção capitalista do punk (“Quando a industria cultural se apropria de um movimento legitimo [...] o capitalismo o esvazia de seu significado político e histórico…”), o que é muito típico de N. Na dimensão T/F, apesar de serem intensos emocionalmente, o modo de argumentar é analítico e racionalizador: fazem críticas estruturais e políticas de forma fria e sarcástica, como no comentário sobre youtubers e fanbases (“Qualquer Youtuber que faz música a fanbase inteira engole só porque é feito pelo Youtuber…”) e sobre racismo estrutural (“Esse é o exemplo mais puro de racismo estrutural que você pode ter”), o que sugere T mais do que F. Em relação a J/P, embora falem de metas e planejamento para o ano (“Minhas metas para 2026: Começar TH [...] Parar de fumar [...] Finalmente lançar o meu primeiro álbum…”), o tom geral é caótico, cheio de impulsos, digressões e mudanças de foco — desde libido explodindo do nada (“e de repente a minha líbido só começa: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA…”) até decisões espontâneas de sair com alguém no fim do ano (“Até o fim do dia de hoje eu vou tomar a iniciativa de sair com alguém esse fim de ano, não aguento mais ficar em casa”), o que se alinha mais com P. Juntando tudo – introspecção intensa e humor ácido (I), foco em ideias e simbolismos em arte e música (N), estilo crítico e lógico de argumentação mesmo ao falar de emoções extremas (T), e um estilo de vida pouco estruturado e altamente improvisado (P) – a combinação que melhor encaixa é INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Artista sonora e ilustradora em Curitiba. No Wave, SWANS e calor de 40°. Já quase fui à óbito tentando desenhar uma esteira. Procurando banda.– @vibe_killer156

Seu coquetel exclusivo
Este drink captura a essência de uma artista que busca o 'indescritível' em uma Curitiba fervilhante. A base escura reflete sua decisão de “passar esse ano novo inteiramente vestida de preto”, enquanto o toque picante ecoa sua natureza intensa, já que ela admite: “eu não mordo (eu tento pelo menos)”. A complexidade amarga e forte do absinto homenageia sua obsessão por “músicas edgy sobre violência gratuita... brutalidade e visceralidade sem sentido”. Por fim, é uma mistura experimental para quem, como ela, prefere “fazer algo COMPLETAMENTE diferente de todo mundo da região”.

Sua Casa de Hogwarts
A pessoa demonstra um forte senso de identidade e certa frieza autoconsciente, algo bem característico de Slytherin, ao dizer que assumiu ser uma pessoa "ruim" e que decidiu tomar responsabilidade pelas próprias atitudes em “Antes eu tentava mascarar o meu narcisismo e o fato de eu ser ASPD... hoje em dia eu só parei com isso e falo abertamente que sou uma pessoa 'ruim' mesmo”. Há também uma ambição artística intensa e quase obstinada, com metas claras de carreira e disciplina pessoal, como em “Minhas metas para 2026: Começar TH… Fazer muita apresentação ao vivo Finalmente lançar o meu primeiro álbum…” e no desejo de tocar em cenários extremos em “eu por exemplo queria tá agora fazendo uma apresentação… tocando música No Wave acima de 120db… gente da plateia vomitando, desmaiando…”. Ela também mostra certa valorização de poder, transgressão e intensidade, tanto nas reflexões sobre arte (“a única arte que possui algum valor real é aquela que beira o indescritível” em este tweet) quanto no gosto por temáticas violentas e sombrias em “As vezes eu gosto só de ouvir umas músicas edgy sobre violência gratuita, só isso…”. Mesmo quando se sente desestimulada por ser “diferente” musicalmente em “já estou me desestimulando completamente pensando em como ninguém vai entender minha música e só me achar estranha”, há uma insistência em seguir esse caminho singular, o que combina com a ambição e auto-preservação típicas de Slytherin. Somando o narcisismo assumido, a busca por impacto extremo e a vontade de se destacar por meio de uma estética e arte radicais, Slytherin é a casa que melhor encaixa esse perfil.

Seu filme

Sua música
A música que melhor combina com @vibe_killer156 é Lunacy, do Swans, tanto pelo som quanto pela temática. A própria pessoa já demonstrou obsessão pela faixa em “A música do SWANS que eu estou obcecada hoje é: Lunacy, uma música sobre o conflito de uma pessoa que basicamente nasce com a criatura que irá destruir o mundo dentro de si e precisa viver lutando contra o mal primordial que habita sua alma”, o que casa diretamente com a forma como fala de si, do narcisismo e de se ver como "ruim" em “Antes eu tentava mascarar o meu narcisismo e o fato de eu ser ASPD [...] hoje em dia eu só parei com isso e falo abertamente que sou uma pessoa 'ruim' mesmo”. A atmosfera ritualística, pesada e quase apocalíptica da música combina com o gosto declarado por sons extremos e sombrios, como em “Completamente possuída pelo som demente e demoníaco que essa música tem, esse de ar de ritual macabro e essa energia espiritual sombria me agitam e excitam de uma forma formidável”. Além disso, Lunacy fala de conflito interno, culpa e destruição, o que dialoga diretamente com tweets de luto e autoimagem dilacerada, como em “Meu coração está vazio, não me restam muitas esperanças para a vida, muito menos para o futuro, esse luto eterno me assombrará ainda por muitos anos”. O fato de Swans ser a banda favorita, reforçado em “O dia que eu encontrar alguém que gosta tanto de SWANS quanto eu, acho que nunca mais vou desgrudar dessa pessoa”, torna Lunacy não só um encaixe temático, mas quase um resumo sonoro da identidade que ela constrói no perfil.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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vibe_killer156
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