
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A conta lembra muito a Lisa Simpson: sensível, autoconsciente, inteligente e com crises existenciais frequentes. Assim como a Lisa, elu pensa muito sobre identidade e não se encaixar em padrões, tipo nos tweets sobre nome e pronomes, como em “é possível q eu só n me identifique com nome nenhum? Faz mt tempo q eu n ouço alguém me chamar de Viko, mas me chamar pelo outro nome é pior ainda, eu n gosto de pronome feminino, n gosto de pronome masculino, não gosto de nada 😭” e “nível de não binariedade: não me identifico nem com nomes e nem com pronomes, sou apenas algo vivendo pacificamente no planeta”. A vibe meio deprimida e de solidão também aparece, como em “mt doido pensar q se alguma coisa acontecesse cmg ninguém além da minha família de casa ia saber, ngm ia dar falta” e em vários desabafos como “vida desgraçada eu n tenho nem dinheiro pra porra de uma sessão de terapia”, o que lembra a forma como a Lisa se sente incompreendida pela família e amigos. Ao mesmo tempo, tem um lado carinhoso, criativo e dedicado às pessoas e bichos que ama, como em “amo fazer coisinhas fofas pro meu amor e assistir casos criminais” e “eu preciso muito de um cão da montanha dos pireneus, n vou viver sem um 😔”, que combina com o lado afetuoso e idealista da Lisa. Por fim, o gosto por cultura pop, jogos, RPG e animações – como em “EU QUERO JOGAR VALORANT CARAAAA” e “assistindo sailor moon e vendo q o tuxedo mask só aparece pra ser bonito e ir embora” – reforça essa mistura de nerdice, intensidade emocional e senso crítico que é muito cara à Lisa Simpson.

Seu tipo de personalidade MBTI
A conta parece bem mais introvertida (I) do que extrovertida: em vários momentos fala de solidão, dificuldade de conexão e sensação de que ninguém notaria sua ausência, como em “mt doido pensar q se alguma coisa acontecesse cmg ninguém além da minha família de casa ia saber, ngm ia dar falta” e “cara é mt triste n ter mais conexão com ninguém igual antes”. Isso sugere alguém voltado para o mundo interno, com poucas pessoas realmente próximas. Na dimensão Intuição (N), ainda que ela fale de coisas do dia a dia, a tônica é muito mais sobre significado e identidade do que sobre detalhes concretos: questiona nome e pronomes em “nível de não binariedade: não me identifico nem com nomes e nem com pronomes, sou apenas algo vivendo pacificamente no planeta”, e volta a isso em “é possível q eu só n me identifique com nome nenhum?”. Há muitas reflexões sobre “como eu sou”, “como me sinto” e “quem eu sou”, típicas do eixo intuitivo focado em identidade. Ela claramente prioriza sentimentos (F) acima de lógica impessoal: quase todos os desabafos são sobre emoções intensas, necessidade de afeto e frustração com falta de cuidado, como em “as vezes tudo q eu precisava era uma demonstração de amor mesmo” e “ter q cuidar de todo mundo e n conseguir cuidar de mim, q merda”. Mesmo quando critica alguém, faz isso a partir de empatia e respeito, como em “1 que a Lorena tem nome, diminuir mulher pra levantar sua pauta n deixa ela mais crível”. Na dicotomia Julgar (J) vs Perceber (P), ela aparenta ser mais Perceiving (P): reage muito ao momento, se deixa levar por emoções do dia, reclama de dias caóticos e falta de controle, em vez de mostrar uma postura super planejada – por exemplo, “n consigo ter um dia do jeito q eu querokkkk” e “cacete q dia merda”. Também há bastante impulsividade emocional nos surtos de tweets seguidos, como em “vida desgraçada eu n tenho nem dinheiro pra porra de uma sessão de terapia” e “caralho vai tomar no cu eu vou sumir nessa porra”, o que combina com um estilo mais espontâneo. Reunindo tudo, o perfil encaixa melhor em INFP: introvertide, muito voltade para o mundo interno e para a imaginação, com conflitos fortes de identidade (nome, pronomes, androginia) e valores pessoais. A forma como fala de amor, cuidado, pertencimento e solidão, como em “no tengo amigos” e “bixa meu amigo me apresentou pra um amigo dele e ganhei um filho, tudo q eu faço ele quer fazer tbm acho fofo”, é bem típica de INFP: muito sentimento, idealismo e necessidade de conexões profundas, mas com dificuldade de se sentir realmente compreendide.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
não-binárie, gamer de Valorant, adestrador de cachorro nas horas vagas e chef de molho. uma vez ganhei um móvel na faculdade e tive que levar pra casa– @vikoliveirah

Seu coquetel exclusivo
O Angel Face, Devil Shot é forte e dramático, igual esse desabafo de vida caótica e emoção no talo de quem tuita “vida desgraçada eu n tenho nem dinheiro pra porra de uma sessão de terapia” e “eu queria desiviver”; por isso a base é vodka com infusão de pimenta, ardida mas que esquenta o peito. O licor de amora entra doce e roxinho, lembrando um pouco o carinho que você demonstra quando fala de amor e presentes, tipo “amo fazer coisinhas fofas pro meu amor e assistir casos criminais” e “eu quiria ganhar presentinhos faz tempo q eu num ganho presentinhos”. O suco de limão siciliano traz a acidez das crises existenciais não-binárias, como em “nível de não binariedade: não me identifico nem com nomes e nem com pronomes, sou apenas algo vivendo pacificamente no planeta” e “é possível q eu só n me identifique com nome nenhum?”. A espuma de água tônica com glitter representa o caos gamer-otaku-metaleiro que vibra em “EU QUERO JOGAR VALORANT CARAAAA”, “se minha vida fosse uma série eu ia escolher powerwolf e ghost de trilha sonora” e a timeline de VCT, Ordem e RPG do Cellbit. Por fim, a casca de laranja em formato de estrelinha é a parte angel face, um mimo visual pra alguém que ao mesmo tempo reclama de dor e cansaço em “to com dor” e “n consigo ter um dia do jeito q eu querokkkk”, mas continua brilhando e fazendo piada da própria desgraça.

Sua Casa de Hogwarts
O que mais aparece nos tweets da @vikoliveirah é um senso enorme de afeto, cuidado e carência de cuidado de volta, o que é muito característico de Hufflepuff. Ela fala várias vezes sobre cuidar de todo mundo e não conseguir cuidar de si, como em “ter q cuidar de todo mundo e n conseguir cuidar de mim, q merda”, além de pedir demonstrações de amor em “as vezes tudo q eu precisava era uma demonstração de amor mesmo” – isso mostra alguém que valoriza lealdade, presença e afeto acima de tudo. A relação carinhosa com o namorado e amigos também reforça isso, como em “triste quando vc tá com colica e seu namorado vai no mercado e não lê a sua mente q vc queria um docinho” e “bixa meu amigo me apresentou pra um amigo dele e ganhei um filho, tudo q eu faço ele quer fazer tbm acho fofo”, onde o foco está em vínculos e cuidado. Até nos momentos de humor e interesses (Valorant, RPG do Cellbit, Hexatombe, animes), ela se coloca muito como parte de um fandom/comunidade, reforçando o lado de pertencimento e companheirismo típico de Hufflepuff. Embora haja momentos de explosão de raiva e dor, como em “vida desgraçada eu n tenho nem dinheiro pra porra de uma sessão de terapia” e “puta q pariu ninguém quer entender como eu to”, o núcleo disso é a sensação de não estar sendo acolhida – algo muito central para um coração hufflepuffiano.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina muito com @vikoliveirah é Born This Way, da Lady Gaga, porque fala de identidade, autoaceitação e de viver intensamente sendo quem você é. Viko expõe bastante a questão de gênero e desconforto com pronomes e aparência, como em “nível de não binariedade: não me identifico nem com nomes e nem com pronomes, sou apenas algo vivendo pacificamente no planeta” e “é possível q eu só n me identifique com nome nenhum?... eu n gosto de pronome feminino, n gosto de pronome masculino, não gosto de nada 😭”, o que casa com o refrão da música sobre nascer desse jeito e não precisar mudar. A vontade de ver representatividade aparece em “queria uma bandeira não binaria no meu quarto”, ecoando a mensagem da faixa de se orgulhar da própria identidade. Ao mesmo tempo, viko mistura humor e caos com vulnerabilidade, como em “vida desgraçada eu n tenho nem dinheiro pra porra de uma sessão de terapia” e “as vezes tudo q eu precisava era uma demonstração de amor mesmo”, o que lembra a força emocional e o pedido de amor e aceitação presentes na música. No geral, Born This Way celebra exatamente esse jeito intenso, dramático, queer e honesto de existir que aparece no perfil e nos tweets de viko.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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vikoliveirah
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