
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de ironia intelectualizada, interesse por arte, cinema e literatura e engajamento político lembra bastante a Lisa Simpson. O usuário reclama de influenciadores de psicologia e psicanálise com um tom crítico e meio acadêmico, como em “se tem uma coisa pior que o psicológo influencer é o psiquiatra influencer” e “'psicanálise é X' e outros delírios cientificistas, mais novo lançamento de Dr Ciencias”, algo muito próximo do ceticismo da Lisa em relação a figuras de autoridade. Ele mostra gosto por cultura “alta” e reflexiva, citando Drummond, Portinari, samba paulista e cinema, como em “assisti Retratos Fantasmas faz uns dois meses e toda vez que eu penso nesse filme eu vejo ainda mais a grandeza dele” e “uma tristeza não ter quase nada no Spotify dos maiores sambistas paulistas, Geraldo Filme e Paulo Vanzolini”, o que combina com o jeito cult da Lisa. A sensibilidade meio melancólica e existencial aparece em coisas como “queria ir embora pra pasárgada” e “hoje por exemplo eu não estou entendendo”, lembrando o lado introspectivo dela. Ao mesmo tempo, ele tem senso de humor ácido e politizado, como em “esse bando tosco que se autoproclama anti cult... é só o outro lado da moeda dos olavistas anti Academia” e “o quanto eu desprezo AI não está escrito morte à desinteligência artificial”, algo que encaixa melhor na Lisa do que em Bart ou Homer.

Seu tipo de personalidade MBTI
Os tweets do @villarvn passam uma energia claramente mais extrovertida (E) do que introvertida: ele fala de rolê, RU, bar, república, shows e interações com desconhecidos, como em “conversando de led zeppelin com o véio do espetinho ele solta um 'o que um LSD não faz ne!'” e “mulher do RU que da bom dia toda animada vc melhora meus almoços grande pessoa”, revelando foco em gente, trocas e ambiente social. O jeito de pensar é muito intuitivo (N), cheio de associações, abstrações e referências culturais/filosóficas, como em “cinema é bom demais deveriam fazer mais Filmes existem poucos Filmes no mundo não há suficientes” e “queria ser melhor amigo do kafka, uma relaçao tipo rachar o maço de paiero etc”, onde ele usa imagens e ideias em vez de ficar preso a fatos concretos. Na dicotomia T/F, apesar da ironia e das críticas duras (por exemplo “esse dramalhao todo por essa musiqueta dor de barriga de Luísa S*nza…” e “o quanto eu desprezo AI não está escrito morte à desinteligência artificial”), a sensibilidade estética, política e afetiva pesa mais — ele se indigna com falsidade intelectual e falta de sensibilidade, se encanta com cidade, clima de feriado, samba, jazz, cinema, sugerindo Feeling (F) que julga pelo valor e pelo significado, não só pela lógica fria. Quanto a J/P, ele se mostra extremamente espontâneo, atrasado, caótico e guiado pelo momento, como em “enrolado e atrasado num nível transcendental de enrolação e atraso” e “é tanta coisa pra resolver em tão pouco tempo me sinto nas olimpíadas do faustão”, além de decidir prioridades por impulso – trocar estudo por jogo ou rolê, por exemplo “mané psicofisiologia vou ver o boston celtics” – o que indica fortemente Perceiving (P). Somando o tom comunicativo, a sociabilidade de boteco/república, a imaginação cheia de referências culturais e o espírito caótico e brincalhão, o tipo que melhor encaixa é ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
psicologia, cinema e samba. uma vez gastei o fim de semana em Portinari e cerveja e chamei de investimento acadêmico– @villarvn

Seu coquetel exclusivo
O Camel Azul à Moda de Araraquara é um coquetel meio filósofo, meio boteco universitário, perfeito pra alguém que passa o fim de semana entre Portinari e cerveja, como em “vitória (gastei todo o dinheiro do fim de semana num livro do Portinari e meia dúzia de cerveja)”. A cachaça de amburana representa o amor por samba, Brasilidade torta e boteco raiz, ecoando o clima de “samba e amor até mais tarde” e o véio do espetinho de “o que um LSD não faz ne!”. O licor de café é pela dependência afetiva de cafeína, de “acabou até o gás indo esquentar a água pro café agora. o que mais for acontecer hoje que aconteça” a “queria que alguem pulasse o muro invadisse a cozinha e me deixasse um saco de café”. O suco de laranja-baía traz o sol de Araraquara e o bom humor diante do caos, como em “cidade bonita da porra minha Araraquara é um colírio pra alma” e “o clima de feriado no Brasil é uma experiência boa demais”. O bitter de cacau entra pra dar a ironia meio amarga, meio sarcástica, de quem fala “o quanto eu desprezo AI não está escrito morte à desinteligência artificial” e “vai tomar no cu Mafalda”. Por cima, a espuma de pilsen é a camada zoeira e leve, lembrando o delírio alegre de “to malucoo ablublblbl to maluc” e o espírito de quem chega com uma “carriola de camel azul” pronto pra transformar qualquer dia comum em crônica etílica-existencial.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais forte do perfil é a curiosidade intelectual com bastante ironia e referência cult, típico de Corvinal. Ele assume diretamente uma identidade ligada ao estudo e à reflexão, como em “acordando 7h amanhã pra História da Psicologia” e no comentário crítico sobre ciência e psicanálise em “'psicanálise é X' e outros delírios cientificistas, mais novo lançamento de Dr Ciencias”, mostrando gosto por debate conceitual e desconfiança de simplificações. Há também um amor muito claro por cinema, literatura e arte – por exemplo em “assisti Retratos Fantasmas faz uns dois meses e toda vez que eu penso nesse filme eu vejo ainda mais a grandeza dele”, “livro do carlos drummond custando R$1088 na amazon queria saber se vem o carlos drummond junto” e “vitória (gastei todo o dinheiro do fim de semana num livro do Portinari e meia dúzia de cerveja)”. Ele demonstra reflexão metalinguística e curiosidade sobre linguagem em “não consigo fazer o trabalho final do semestre porque paralisei depois de descobrir que obcecado e obsessão não tem relação direta”, o que é um traço bem Corvinal. Mesmo o humor vem carregado de análise crítica e referências culturais, como em “tem horas que se vê quem só canta Fanon dentro das paredes do mundo acadêmico pra parecer descolado na foto, e quem tem moral pra defender politicamente suas ideias de fato” e “esse bando tosco que se autoproclama anti cult e vive de fetichizar um povão fantasioso é só o outro lado da moeda dos olavistas anti Academia”. Embora haja coragem e posicionamento (um pouco Grifinória) e certo desdém ambicioso (ligeiro toque Sonserina), o eixo central é o pensamento crítico, a erudição pop e a busca de sentido nas coisas – o coração de Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música Samba e Amor combina diretamente com a própria bio deles, que traz “samba e amor até mais tarde”, ecoando a atmosfera boêmia, afetuosa e meio desorganizada da canção. A letra fala de atravessar a madrugada entre café, cigarro, amores e devaneios, o que combina com tweets como “matheus comprou um cigarro tão ruim que curou meu tabagismo” e “cigarro cigarro cigarro cigarro”, além do eterno café em “acabou até o gás indo esquentar a água pro café agora. o que mais for acontecer hoje que aconteça”. O tom irônico e intelectualmente engajado de Chico conversa com o jeito como ele comenta cultura e política, como em “esse bando tosco que se autoproclama anti cult e vive de fetichizar um povão fantasioso é só o outro lado da moeda dos olavistas anti Academia” e “tem horas que se vê quem só canta Fanon dentro das paredes do mundo acadêmico pra parecer descolado na foto”. Ao mesmo tempo, a melancolia mansa da música se alinha ao desejo de fuga poética de “queria ir embora pra pasárgada” e ao humor cansado-existencial de “hoje por exemplo eu não estou entendendo”. No geral, Samba e Amor resume esse sujeito que vive entre o boteco, o livro, o cinema, o futebol e o devaneio noturno, fazendo da bagunça cotidiana uma espécie de crônica afetiva do próprio viver.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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villarvn
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