
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Apesar do jeito extremamente chulo e debochado, o usuário lembra mais a Lisa Simpson: alguém obcecado por pensar o mundo, estudar e criticar tudo em volta. Ele vive comentando política e sociedade com forte senso de injustiça, como em “Percebe se um enorme ressentimento das gerações mais antigas com as atuais por justamente questionarem esse modo de vida escravo…” e “Qual a lógica da educação não ser um direito também? Puta que pariu, só retardado nesse site maldito.”. Também demonstra um interesse intelectual/artístico constante — lê filosofia, vê séries e jogos complexos, como em “Estudando.” e “No fim, a única função do artista/autor é trazer a obra ao mundo, um mero mediador e nada mais…”. Há ainda um certo desencanto com o comportamento superficial das pessoas, muito Lisa reclamando de Springfield, como em “Me deixa muito desconfortável como as pessoas se sentem a vontade pra publicar a vida inteira delas no Instagram…” e “O normie só consegue sentir algum pingo de emoção com alguma obra quando ela apela pra um sentimentalismo bobo…”. A diferença é que, enquanto a Lisa costuma ser contida e certinha, ele expressa essa mesma sensibilidade intelectual usando palavrão e cinismo pesado, como em “Que take merda, apenas se mate de uma vez cara.”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser introvertidos (I): falam de caminhadas solitárias e de observar a vida alheia à distância, como em “Extremamente divertido invadir diferentes bairros e suas privacidades e ficar imaginando como é a vida deles.” e mostram incômodo com exposição excessiva em redes sociais em “Me deixa muito desconfortável como as pessoas se sentem a vontade pra publicar a vida inteira delas no Instagram…”. A preferência por intuição (N) aparece na reflexão abstrata sobre trabalho, gerações e arte, como em “Percebe se um enorme ressentimento das gerações mais antigas com as atuais por justamente questionarem esse modo de vida escravo…” e na ideia de que a obra ganha vida própria em “No fim, a única função do artista/autor é trazer a obra ao mundo… a partir deste momento, ela cria vida própria…”. O tom é fortemente Thinking (T): ele critica argumentos com frieza e lógica, mesmo de forma agressiva, como em “Qual a lógica da educação não ser um direito também? Puta que pariu, só retardado nesse site maldito.” e “É fácil pensar que está dizendo algo 'difícil de engolir' quando se replica o discurso do status quo.”. Já o eixo P (Perceiving) aparece na forma caótica, reativa e pouco estruturada com que comenta política, cultura pop e filosofia, pulando entre temas e reagindo ao que vê no feed, como em “Acho engraçado que o twitter em minha experiência é ver 10 posts onde 11 são um ragebait feito especificamente pra mim…” e nas explosões espontâneas do tipo “FINALMENTE, DEMOROU PRA CARALHO.”. O interesse recorrente por filosofia, crítica social e análise de obras (Twin Peaks, Sopranos, Persona, Drakengard, Deleuze, Nietzsche) combinado com sarcasmo e distanciamento emocional é bastante típico de um perfil INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Crítico de cultura pop, literatura e política em tempo integral. Já reprovei mais entrevistas coletivas do que chefes tóxicos.– @virusmentalll

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é feito pra alguém que twitta coisas como “i vomit cum and diarrhea/PRO VACINA” e ao mesmo tempo escreve sobre a vida com um lirismo meio doente, tipo “O calor me violenta e rouba consigo meu desejo potente de viver o café se transforma em gêiser o cigarro em vulcão e a cagada em erupção.”. A cachaça envelhecida representa a porrada direta, o palavreado agressivo e o riso em caps lock de coisas como “KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK PORRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!”. O licor de café amargo puxa pro lado contemplativo de frases como “The fate of all mankind I see is in the hands of fools.” e das análises sobre trabalho e ressentimento geracional em “Percebe se um enorme ressentimento das gerações mais antigas com as atuais…”. O xarope de pimenta com chocolate é a mistura de sarcasmo violento com sofisticação cultural, que aparece quando ele fala de cinema, jogos e filosofia, como em “My nigga Lynch understood everything.” e “No fim, a única função do artista/autor é trazer a obra ao mundo…”. A espuma cítrica de limão e gengibre é a camada de ironia ácida e energia nervosa que surge nos ataques a direitista, coach e ragebait, como em “Raiam Santos criou essa cultura onde todo mundo acha que é 'sociólogo' e pode falar a merda que quiser…” e “Por que você está defendendo Hitler lil bro, apenas pare por favor lil bro.”. Por fim, o bitter de ervas é o fundo melancólico e existencial de alguém que fala de repetir caminhadas, de não-dias e de se abrir ao absurdo do futuro em “Repetidas caminhadas Repetidas caminhadas Repetidas caminhadas…” e “o mundo em toda sua graciosidade ainda tem muito a ensinar e estarei de braços abertos as diferentes possibilidades que se encontram no horizonte.”, deixando o Silent Hill Spritz 4724 forte, amargo, mas estranhamente inspirador.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil do @virusmentalll transborda curiosidade intelectual, referência cultural e reflexão abstrata, características centrais da Corvinal. Ele demonstra um interesse consistente por filosofia e teoria, como quando comenta Nietzsche em “Nietzsche talks about this.”, reflete sobre o papel do autor em “No fim, a única função do artista/autor é trazer a obra ao mundo, um mero mediador e nada mais...” e critica leituras rasas de obras em “O normie só consegue sentir algum pingo de emoção com alguma obra quando ela apela pra um sentimentalismo bobo...”. Há também uma clara “lista mental” de coisas que leu, assistiu e jogou, sinalizando um prazer sistemático em aprender: “Coisas que eu li, assisti e joguei nesse ano de 4724.”. Ele expõe uma visão analítica sobre política e sociedade, como em “Sinto um descontentamento enorme vendo a esquerda comemorando as vitórias do Wagner Moura... como se essa ‘vitória’ carregasse algum tipo de poder político simbólico pro Brasil.” e em “É fácil pensar que está dizendo algo ‘difícil de engolir’ quando se replica o discurso do status quo.”, o que mostra pensamento crítico e distanciamento teórico. Mesmo quando fala da própria vida, ele filosofiza sobre o tempo e a experiência, como em “O ano de 4723 foi bem interessante, descobri diversas coisas diferentes... o mundo em toda sua graciosidade ainda tem muito a ensinar...”, reforçando a imagem de alguém que vê a realidade como campo de estudo e descoberta. O humor ácido e o vocabulário agressivo existem, mas servem como veículo para análise, ironia e comentário cultural — um perfil bem mais típico de Corvinal do que de Sonserina, Grifinória ou Lufa-Lufa.

Seu filme

Sua música
A música Paranoid Android combina cinismo, desespero existencial e comentários sociais ácidos, algo que aparece o tempo todo nos tweets dele. A mistura de humor agressivo e niilista com reflexão séria está em posts como “Que take merda, apenas se mate de uma vez cara.” e “The fate of all mankind I see is in the hands of fools.”, que ecoam o tom de desencanto e caos da música. Ao mesmo tempo, ele mostra um lado introspectivo e poético em tweets como “Prédios altos, vertiginosos O mundo que acontece Minha alma pergunta: Por que a razão? E eu respondo: Por que não?” e “O ano de 4723 foi bem interessante, descobri diversas coisas diferentes e algumas delas acabaram me afetando de formas inimagináveis...”, o que combina com as passagens mais melancólicas da faixa. A crítica à vida contemporânea, ao trabalho e à normie culture também se encaixa no clima paranoico e desencantado da música, como em “Uma das piores coisas do mundo do trabalho hoje em dia são as entrevistas coletivas...” e “O normie só consegue sentir algum pingo de emoção com alguma obra quando ela apela pra um sentimentalismo bobo...”. Além disso, o interesse por obras complexas e sombrias como Drakengard, NieR e Twin Peaks (“O final E do Drakengard é uma das coisas mais absurdas que eu já vi na minha vida...”, “NieR Replicant ver.1.22474487139...”, “Queria tanto que a metade da segunda temporada de Twin Peaks fosse mais 'interessante' e 'viva'.”) casa muito bem com a atmosfera densa, fragmentada e meio apocalíptica de Paranoid Android. No conjunto, a música captura o jeito dele de rir do mundo, odiar o que é vazio e, ao mesmo tempo, sofrer e pensar demais sobre tudo.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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virusmentalll
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