
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A mistura de caos, humor autodepreciativo e boa vontade torta desse perfil lembra muito o Homer Simpson. Ele vive se metendo em furada, reclamando de rolê e ressaca, algo que aparece em tweets como “Passando mal pra porra tmnc nunca mais eu vou beber (ele disse enquanto procurava a próxima no calendário)” e “deve ser gostoso demais voltar de um rolê sem ressaca moral né”. O lado meio ogro mas afetuoso também está presente em coisas tipo “fazer um filho pra brincar de carrinho de controle remoto no shopping” e o apego a pequenos prazeres e vícios em “exu do blues karma da cena” e “talvez eu tenha um problema com cigarro”. Ao mesmo tempo, ele solta comentários surpreendentemente reflexivos e politizados, como “Nada além de ódio pra quem explora pobre” e “os caras trocam 'judeus' por 'George Soros' e acham que ninguém percebe...”, algo bem Homer quando acerta uma crítica social no meio da grosseria. A bio “por favor senhor, me dê forças pra quebrar esses fudido na porrada 🙏” combina com o espírito explosivo e exagerado do Homer, que vive entre a raiva cômica e o coração mole.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais extrovertidos (E) do que reservados: vivem narrando perrengue de busão, rolê e situações cotidianas com muito humor, como em “porra meu boné voou da minha cabeça pra dentro do ônibus” e a ideia de postar foto no carro fingindo que saiu da cadeia em “eu tô pensando seriamente em postar uma foto no carro com uma legenda tipo 'finalmente saí da cadeia 😭'...”. A forte veia de piada, referências culturais e associações criativas indica intuição (N), como nas tiradas metalinguísticas sobre educação em “'pipipi eu colo mesmo escola é só decoreba popopo' Que tal ao invés de DECORAR cê passar a pensar em APRENDER” e o comentário filosófico-brincalhão sobre o “mundo ideal do fogo” em “o mundo ideal do fogo é abaixo, ele cava para o fundo”. O posicionamento é bem Thinking (T): eles criticam com franqueza e lógica, menos preocupação em ser agradáveis, como em “Nada além de ódio pra quem explora pobre”, “aí na moral quem tem tesão em freira não pode falar nada de burca” e “sinceramente acho que pra criticar o Alan Moore vc tem que NO MÍNIMO ser o Alan Moore”. Já o estilo de vida é claramente Perceiving (P): muito improviso, procrastinação e caos engraçado, como em “a única vez que acessei o classroom das minhas turmas foi quando cliquei no link pra entrar”, “ontem confundi o remédio que tem que tomar uma vez com o que tem que tomar duas... começando o tratamento bem” e “regular o sono pra fazer nada o dia inteiro”. No conjunto, o humor autoirônico, a sociabilidade barulhenta, a criatividade e o jeito caótico convergem bem para ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Professor que perdeu o Classroom, estudante vitalício, crítico de ônibus 485 e do Dreher barato. Uma vez quase peguei o corona voucher pra gastar em tequila.– @vralete

Seu coquetel exclusivo
O Dreher do Blues Karma é um coquetel meio malandro, meio filósofo de bar, pra combinar com alguém que posta coisas como “e o dreher fica cada vez mais barato” e ao mesmo tempo filosofa sobre fogo em Platão em “Plantão achava que o mundo ideal do fogo era acima...”. A cachaça Dreher é a base óbvia: barata, clássica de boteco e com energia de quem pede forças pra brigar em “por favor senhor, me dê forças pra quebrar esses fudido na porrada 🙏”. O licor de café representa as madrugadas caóticas, tipo “2:20 da manhã e eu comprando briga com o gato do vizinho” e o eterno rolê acadêmico em “estou vivendo a melhor fase da minha vida acadêmica...”. O xarope de marshmallow tostado é a parte doce-irônica da personalidade, lembrando “marshmallows hoje eu levei marshmallows” e a criança interior que acha R$ 2,35 e comemora em “Achei R$ 2,35”. O limão siciliano e o bitter de fumaça deixam o drink agridoce e levemente amargo, igual a ressaca moral de “Passando mal pra porra tmnc nunca mais eu vou beber (ele disse enquanto procurava a próxima no calendário)” e a autocrítica engraçada em “talvez eu tenha um problema com cigarro”.

Sua Casa de Hogwarts
O jeito que o @vralete pensa e comenta o mundo é muito mais de Ravenclaw do que de qualquer outra casa. Ele demonstra gosto por reflexão teórica e filosofia, como quando comenta física/filosofia natural em “Plantão achava que o mundo ideal do fogo era acima porque as labaradeiras apontam para o alto, mas o mundo ideal do fogo é abaixo, ele cava para o fundo.”, ou quando elogia uma abordagem mais complexa de um filme em “Eu adoro esse filme porque ele transforma a questão de 'essa arma terrível não deveria existir' para 'essa arma depende da mira de quem empunha', mostra a diferença da visão japonesa da americana”. Há também um carinho explícito pela vida acadêmica, mesmo de forma irônica, em “estou vivendo a melhor fase da minha vida acadêmica (usar a carteirinha de estudante pra pagar meia mesmo sem pisar no fundão há meses)” e um interesse por línguas clássicas em “estudar grego foi uma bênção e maldição”, ambos traços muito associados à curiosidade intelectual ravenclaw. Ele mostra cuidado em discutir aprendizagem de verdade, não só "decoreba", em “'pipipi eu colo mesmo escola é só decoreba popopo' Que tal ao invés de DECORAR cê passar a pensar em APRENDER”, o que reforça a valorização do conhecimento profundo. Além disso, há um humor sagaz e autoirônico constante, como em “Bebendo pra dormência do corpo acompanhar a da alma” e “Passando mal pra porra tmnc nunca mais eu vou beber (ele disse enquanto procurava a próxima no calendário)”, que combinam muito com o espírito espirituoso e analítico típico de Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A música Máscara da Pitty combina com o jeito irônico, cansado porém afiado com que @vralete observa o mundo. Eles vivem entre o deboche e a autocrítica, como em “bebendo pra dormência do corpo acompanhar a da alma”, o que ecoa a sensação de esconder cansaço e frustração atrás de uma postura sarcástica. A revolta contra exploração e burrice alheia aparece em “Nada além de ódio pra quem explora pobre” e em “pipipi eu colo mesmo escola é só decoreba popopo' Que tal ao invés de DECORAR cê passar a pensar em APRENDER”, um espírito de contestação muito presente nas letras da Pitty. Ao mesmo tempo, há um lado sensível e meio ferrado, como em “Passando mal pra porra tmnc nunca mais eu vou beber (ele disse enquanto procurava a próxima no calendário)”, que lembra o conflito interno de Máscara entre o personagem forte e o sujeito vulnerável por trás. Essa mistura de cinismo, humor autopunitivo e indignação política faz a música encaixar bem na persona de “ocultista vagabundo” que eles performam.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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vralete
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