
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O jeito que ele fala de HQs, games e adaptações, sempre muito opinativo e cheio de referência, lembra muito o Comic Book Guy da loja de quadrinhos. Ele vive julgando decisões criativas ou editoriais com bastante veemência, como em “CHEGA PORRA VAI RELER O LIVRO PELO AMOR DE DEUS” e “editorazinha miserável viu”, que é exatamente o tipo de reclamação intensa que o personagem faria. Ao mesmo tempo, é muito apaixonado pelas coisas que gosta, celebrando elenco, personagens e séries em tweets como “do caralho esse casting aqui” e “primeiro episódio de cavaleiro dos sete reinos tão bom que fiquei triste...”. Ele demonstra memória profunda de franquias e fases específicas de quadrinhos, como quando comenta “[não lembrava o tanto que era anticlimático e decepcionante o final da fase do Charles Soule...]”](https://x.com/walkingplothole/status/2019258549306814749) ou critica certas eras de roteiristas, o que é bem a vibe de um nerd enciclopédico. Por fim, o tom sarcástico, exagerado e às vezes dramático em posts como “vou me matar na sua frente” e “NOBODY GIVES A FUCK” combina com o jeito hiperbólico e dramático do Comic Book Guy quando algo na cultura pop o irrita.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para atividades solitárias e de consumo de mídia do que para vida social: falam de maratonar HQs, jogos e séries, por exemplo em “me dá um desânimo tão grande quando tô maratonando as HQs de um personagem e preciso ler tie in de um evento crossover que não me desperta um pingo de interesse sequer”, o que sugere Introversão (I). A timeline é cheia de comentários sobre narrativa, metalinguagem de mídia e possibilidades hipotéticas (fanfic, cronologia, decisões de editoras), como em “top coisas que seriam facilmente remediadas se a história de Rebels se estendesse durante a trilogia original”, apontando forte Intuição (N). A forma de argumentar é direta, lógica e às vezes brutalmente honesta, priorizando coerência e crítica acima de harmonia interpessoal, como em “NÃO o Brandon já disse antes que não tem qualquer interesse em continuar ASOIAF [...] seria a pior escolha possível e sou fã de ambos” e xingamentos como “e tá errado, porra?? imbecil do krl”, reforçando Thinking (T). Também mostram muita abertura, improviso e falta de fechamento rígido: reclamam de perder o ânimo para escrever fanfic em “Deus por favor me dê o ânimo pra escrever novamente e transformar isso numa fanfic” e mudam de assunto constantemente entre franquias e temas, típico de Perceiving (P). No geral, a combinação de análise crítica de mídia, humor ácido, foco em ideias e flexibilidade de interesses combina melhor com o perfil INTP do que com um tipo mais estruturado ou emocionalmente conciliador.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
26 | leitor de HQs, gamer e teólogo amador. Uma vez abri o app só pra salvar um meme e saí com mais três threads sobre Demolidor.– @walkingplothole

Seu coquetel exclusivo
Um coquetel forte e levemente amargo, porque você vive puto com editoras, apps e decisões de franquias, mas continua firme todo domingo na tela, como em “muito me irrita o tanto que esses episódios são curtos, mas pode ter certeza que todo domingo estarei grudado na tela”. O gin com café é a sua energia cronicamente online de quem grita “CHEGA PORRA VAI RELER O LIVRO PELO AMOR DE DEUS” às três da manhã, ainda pensando em Demolidor e ASOIAF. O vermute tinto representa a veia dramática de HQs e cinema, desde o amor pelo Travis Knight em Transformers até o desânimo com certos crossovers, como em “me dá um desânimo tão grande quando tô maratonando as HQs de um personagem e preciso ler tie in de um evento crossover que não me desperta um pingo de interesse sequer”. O amaro de laranja queimado traz o lado ácido e debochado que manda um “NOBODY GIVES A FUCK” sem dó, mas ainda assim vibra com coisas tipo “DEUS É FIEL”. A espuma de água de coco é a camada mais suave e vulnerável, ecoando a bio de fé e a súplica criativa de “Deus por favor me dê o ânimo pra escrever novamente e transformar isso numa fanfic”. O twist de limão em forma de raio é o toque nerd-super-herói, perfeito pra alguém que aceita que “é a natureza cíclica das mídias de super herói. dê tempo o suficiente e nada do que aconteceu no passado importa”, mas não consegue deixar de se apaixonar por cada fase nova mesmo assim.

Sua Casa de Hogwarts
Ele demonstra um interesse profundo e analítico por mídias diversas (quadrinhos, séries, jogos, teologia), sempre contextualizando e comparando fases, autores e decisões criativas, como quando critica o fim da fase do Soule em Demolidor em “não lembrava o tanto que era anticlimático e decepcionante o final da fase do Charles Soule. loucura pensar que já fazem sete anos” e reclama da necessidade de ler tie-ins irrelevantes em “me dá um desânimo tão grande quando tô maratonando as HQs de um personagem e preciso ler tie in de um evento crossover que não me desperta um pingo de interesse sequer”. Ele também expõe conhecimento acumulado e vontade de organizar a informação para outros, por exemplo ao explicar coerentemente o lore de Star Wars em “em KotOR eles bem falam que nenhum assentamento dura muito tempo, seja pelas condições inóspitas ou pelos ataques do povo da areia. mas as corporações nunca aprendem a lição, uma após a outra sempre tentam estabelecer um comércio e falham”. Há ainda um rigor em separar estilos de autores e visões de mundo, como na crítica à ideia de Sanderson continuar ASOIAF em “o Brandon já disse antes que não tem qualquer interesse em continuar ASOIAF ... as visões de mundo são completamente diferentes, as obras não conversam entre si”, o que mostra pensamento crítico e comparativo bem típico de Ravenclaw. Além disso, ele se mostra obcecado em entender fases, estatísticas de leitura e contextos de publicação de heróis em “normalmente minhas estatísticas são muito mais equilibradas entre as big three, mas esse ano minha obsessão pelo Demolidor meio que ganhou de todo mundo”, reforçando um traço de curiosidade intelectual contínua. Embora ele tenha coragem de opinar e um humor ácido (um toque de Grifinória e Sonserina), o núcleo da personalidade online gira em torno de análise, referências profundas e amor ao conhecimento de mídia — características centrais da Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música combina um humor autodepreciativo intenso com paixão por narrativas dramáticas, o que encaixa bem com alguém que tuita coisas como “vou me matar na sua frente” e “eu queria me matar o resto do episódio muito foda tho” em tom claramente hiperbólico. Ao mesmo tempo, ele demonstra amor profundo por mídia nerd, hypeando trailers e lançamentos, como em “FINALMENTE PORRA CARALHO DOIS MESES ANTES DA ESTREIA” e “day one, brother”, o que se conecta com a energia emocional exagerada da música. A letra de I’m Not Okay é sobre frustração, cansaço e ainda assim continuar, algo que dialoga com tweets em que ele reclama e continua engajado, por exemplo quando diz “odeio essa merda de aplicativo” mas segue usando. Além disso, ele mistura fé e caos de internet, como no bio cristão e em surtos tipo “DEUS É FIEL”, o que combina com o drama quase adolescente, mas honesto, da faixa. No geral, é uma música sobre ser intensamente emocional, irritado com o mundo, mas ainda apaixonado pelas coisas que ama—exatamente a vibração que os tweets passam.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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walkingplothole
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