
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil lembra muito a Lisa Simpson: extremamente intelectualizado, vivendo rodeado de livros e referências, muitas vezes deslocado do ambiente em volta. Há uma curiosidade filosófica quase compulsiva, citando Hegel, Nietzsche, Deleuze, Bergson, Bataille, Klossowski, como em “É curioso o escolasticismo de Deleuze, mas a univocidade que diz se respeito tanto à Duns Scot quanto Spinoza...” e “'O universo dura... elaboração contínua do absolutamente novo' Bergson...”. Ao mesmo tempo, aparece a sensação de solidão intelectual e afetiva típica da Lisa, em posts como “pouco se fala da solidão do jovem sensível que lê filosofia antes do ensino médio...” e “eu queria poder escrever sobre meus sentimentos mas aí eu lembro que não tenho nada pelo que sentir”. Há também um traço moral-crítico e elitista, de irritação com simplificações culturais, como em “pessoal falando que Clarice Lispector é filósofa... talvez seja só uma prepotência elitista, mas só olho e penso: 'burros'”, que lembra o jeito da Lisa de desprezar a ignorância ao seu redor. Soma-se a isso uma preocupação existencial e trágica, com morte, finitude e transcendência, visível em “O existencialismo é um elogio à finitude, que saibamos reconhecer a morte.”, o que reforça a identificação com a Lisa em sua fase mais melancólica e filosófica.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser claramente mais voltados para o mundo interior, com foco em leitura, escrita, reflexão e solidão, como em “pouco se fala da solidão do jovem sensível que lê filosofia antes do ensino médio ou da faculdade, então não dá nem pra falar sobre Platão pro amiguinho” e “eu queria poder escrever sobre meus sentimentos mas aí eu lembro que não tenho nada pelo que sentir”, o que sugere Introversão (I). O conteúdo é esmagadoramente abstrato, filosófico e conceitual (Hegel, Deleuze, Nietzsche, Bataille, Bergson, Klossowski, etc.), como em “Numa ontologia deleuziana, a fórmula introduzida não é de que o Ser pode sustentar sua diferença, mas que a diferença 'pode sustentar o seu ser'”, indicando forte Intuição (N). A forma de argumentar privilegia análise, lógica e conceitos em vez de empatia ou conciliação, como quando critica o senso comum em “às vezes eu lembro porque tiktok é uma merda, pessoal falando que Clarice Lispector é filósofa… só olho e penso: 'burros'”, o que combina com Thinking (T). A relação com ideias é exploratória, cheia de hipóteses, brincadeiras conceituais e perguntas abertas – por exemplo, “Não sei porque ninguém nunca pensou se é realmente viável traçar essas duas linhas em Deleuze…” – e o estilo de vida sugerido nos tweets parece mais de fluxo e experimentação do que de estrutura rígida, alinhando-se a Perceiving (P). Somando a introspecção irônica, o foco quase obsessivo em sistemas teóricos e a constante problematização de conceitos (como em “Não sei até que ponto é um take bobo, mas pra mim o sujeito ou a ideia de sujeito só nasce com relação à transcendência…”), o perfil geral é muito consistente com um INTP: analítico, teórico, iconoclasta e intelectualmente lúdico.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Leio Hegel, Deleuze e Bataille por diversão. Uma vez tentei explicar o eterno retorno num date e foi minha experiência interior mais constrangedora.– @wallacehegelian

Seu coquetel exclusivo
Cachaça envelhecida representa o filósofo brasileiro que pensa alto e tira sarro de tudo, do existencialismo à CIA, como quando fala da solidão de ler filosofia cedo (“pouco se fala da solidão do jovem sensível que lê filosofia antes do ensino médio...”). O licor de café amargo é a insônia teórica que lê Deleuze, Hegel, Nietzsche e Klossowski, vibrando com ideias como a economia libidinal e o eterno retorno (“A vida é apostar com a sorte... a vida só é vivível enquanto jogo lance de dados, salto de fé, aposta com Deus”). O vermute tinto doce traz a nota melancólica-sensível de quem sente saudade até do futuro (“às vezes eu sinto saudade de algo que ainda não aconteceu, sinto falta do futuro.”). O bitter de cacau marca o lado sombrio, sádico-batailliano, a fascinação por Deus morto, sacrifício e crueldade (“Espectro em lágrimas ó Deus morto olho cavo...”, “Hegel e Bataille reconhecem o sacrifício...”). Por fim, o twist de laranja flamejada é o riso que queima, o gesto de jogar luz irônica sobre tudo, do monoteísmo guerreiro ao ateísmo normie, num estilo meio blasfemo, meio debochado (“ateísmo normie: Carl Sagan ateísmo based: Georges Bataille”, “Não há religião alguma que fundada no monoteísmo não seja uma religião do déspota e da guerra”).

Sua Casa de Hogwarts
O traço dominante da conta é um amor obsessivo por teoria, conceitos e sistemas filosóficos complexos, típico de Ravenclaw. Há uma curiosidade intelectual constante, indo de Deleuze, Hegel, Nietzsche, Bergson, Freud, Bataille, Klossowski, Lyotard, Marx, Spinoza, Leibniz, etc., como em reflexões sobre univocidade e ontologia deleuziana em tweets como “Numa ontologia deleuziana, a fórmula introduzida não é de que o Ser pode sustentar sua diferença, mas que a diferença 'pode sustentar o seu ser'” e “É curioso o escolasticismo de Deleuze, mas a univocidade que diz se respeito tanto à Duns Scot quanto Spinoza (...) o Ser é o da diferença.”. Ele pensa inclusive sobre como ler cada filósofo, de maneira metódica e analítica, em “como ler cada autor Nietzsche: encontre quais forças perpassa seus aforismos (...) Spinoza: leia aceleradamente porque é tudo numa e só e mesma largada (univocidade)”. Também faz conexões criativas entre filosofia, cinema e cultura pop, por exemplo em “dá pra fazer uma lista com muitos filmes de voyeur né, cinema é ontológicamente voyeurista” e na leitura filosófica de Matrix em “Existem os que escolhem ler Matrix de maneira imanente (...) e os que lêem pela escolha transcendental”. Mesmo quando é ácido com o “povão” ou com tiktok, é a partir de um elitismo intelectual, não de ambição de poder, como em “às vezes eu lembro porque tiktok é uma merda, pessoal falando que Clarice Lispector é filósofa (...) talvez seja só uma prepotência elitista, mas só olho e penso: 'burros'”. O foco quase exclusivo em estudo, análise conceitual e jogos de espírito irônicos, somado à ausência de um impulso claramente heroico (Grifinória) ou de um projeto de poder (Sonserina), aponta firmemente para Corvinal.

Seu filme

Sua música
A faixa The End combina o clima de morte, sacrifício e transcendência que atravessa o perfil, desde o bio "eu só sou eu quando esqueço" até a fascinação por Bataille, Hegel e Nietzsche como pensadores do limite e da experiência interior. Há uma insistência em temas de morte de Deus e desespero teológico, como em “Espectro em lágrimas ó Deus morto olho cavo (...) ó Deus morto ó Deus morto”, que ecoa o tom apocalíptico e quase litúrgico de The End. A fascinação por erotismo perverso e sacrifício – Sade, Klossowski, Bataille – aparece em tweets como “das questões fundamentais da (in)filosofia: por que o falo e não antes o cu?” e “A Moeda Viva (...) economia libidinal: o valor é fundado como volúpia.”, e dialoga com o erotismo sombrio e incestuoso da letra. A mistura de filosofia, delírio e dissolução do eu em “btw, é preciso imaginar a dialética da morte transcendental que se efetiva como necessidade atual.” casa com a jornada psíquica e dionisíaca que Jim Morrison encena na canção. Por fim, o tom de melancolia e sensação de deslocamento no tempo, como em “às vezes eu sinto saudade de algo que ainda não aconteceu, sinto falta do futuro.”, reforça a atmosfera existencialmente trágica e visionária de The End.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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wallacehegelian
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