
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela é mais próxima da Lisa Simpson, mas uma Lisa adulta, boca-suja e corinthiana. Assim como a Lisa, ela é muito crítica e politizada, se irrita com ignorância e discursos burros, como quando reclama de ouvir gente dizendo que covid foi controle populacional e falando merda sobre Lula e indianos em “Em 5 minutos no refeitório eu ouvi que covid foi controle populacional, que o Lula não vai controlar a nova ‘pandemia’ e que os indianos são porcos Odeio gente burra e ter ouvido pra escutar burrice”. Também tem forte senso de justiça social e opinião afiada sobre política e sociedade, vide os comentários sobre Bolsonaro, STF e relações de poder em “O Alexandre de moraes mandou o Bolsonaro pra papudinha de manhã e a noite tá aqui na colação de grau da minha amg como paraninfo divo demais” e “Tem que ser muito imbecil pra achar que o passado não influencia o presente...”. Ao mesmo tempo, ela é sensível e sentimental, como quando fala da família e de perdas em “Encontrei toda a minha família e conversei sobre momentos de 20 anos atrás e pessoas que se foram e quis me acabar de chorar a noite toda”, o que lembra o lado emotivo da Lisa. E, igual a Lisa, vive em conflito com o mundo ao redor e com a própria escolha de vida, reclamando do trabalho e da profissão em “me arrependo todos os dias de ter escolhido uma profissão que lida com vidas q q eu tava na cabeça sério” e “Eu acho que não existe no mundo um emprego na área q eu me formei que eu goste”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Ela parece mais extrovertida (E) do que introvertida: comenta constantemente sobre encontros, shows, jogos e interações com gente, como em “Fui numa peça com a filha do mano brown no elenco e tô encantada com a beleza dessa menina” e “Corinthians campeão, show de um dos meus favoritos e conversei com a mulher que eu amo se isso é uma prévia do ano que vem eu estou pronta”, mostrando uma vida bem voltada a pessoas e eventos. A preferência por Intuição (N) aparece quando ela viaja em ideias e críticas mais abstratas, como em “Eu acho bizarro a humanidade ser tão carente de pessoas boas que só pelo fato de Jesus ter sido muito gente fina ele meio que virou a pessoa mais importante do mundo ?” e quando reflete sobre profissão e futuro em “Eu acho que não existe no mundo um emprego na área q eu me formei que eu goste”. Ela demonstra forte F (Feeling), reagindo muito pelas emoções, indignações e empatia, por exemplo em “odeio não mandar na vida da minha amiga que é uma pessoa incrível e tá com um cara que destrói a autoestima dela já faz anos” e na forma intensa como fala de times, artistas e injustiças, mesmo quando usa xingamentos. O lado Perceiving (P) aparece na espontaneidade, impulsividade e dificuldade de planejamento rígido: “Sou contra vender show tão antes da data, preciso de tempo pra juntar dinheiro e outra eu nem sei como eu vou tá daqui 8 meses irmão como vou me comprometer com a data” e “Eu coloquei como meta 24 livros no ano e não li nem um único até agr kkkkkk” mostram alguém que vive mais no improviso do que em cronogramas firmes. A combinação de entusiasmo por pessoas/experiências, reflexões soltas e críticas emotivas, junto com humor caótico e certa aversão a estruturas rígidas, encaixa melhor em ENFP do que em tipos mais contidos ou planejadores.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Vet que se arrependeu de lidar com vidas, corinthiana sofrida, chata com filme arrastado e suco de goiaba. Uma vez comprei show antes de ter companhia.– @warmhoney444

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte porque você aguenta hospital popular, plantão e gente burra falando de Covid no refeitório, então vai de cachaça envelhecida pra representar a vida dura e a sinceridade sem filtro, tipo quando você diz “me arrependo todos os dias de ter escolhido uma profissão que lida com vidas”. O licor de café entra pelo tanto de madrugada, jogo e estresse que você encara, da enfermeira pegando agulha do descarpack ao Corinthians te levando ao limite em “Vou me matar e o Corinthians é o motivo”. O xarope de goiaba da fruta é o lado carinhoso, família e afeto, como em “Encontrei toda a minha família… e quis me acabar de chorar a noite toda” e na sua defesa apaixonada de ídolos, tipo “eu sei q tem q respeitar os gostos alheios e tals mas pra mim se vc não gostou do álbum novo do emicida vc é meio burro”. O suco de limão siciliano traz a acidez das suas opiniões e dos surtos futebolísticos, como em “Que time ruim pqp” e “Que time do caralho”, misturando amor e ódio no mesmo gole. Por cima, uma espuma leve de cerveja clara representa a camada de humor, deboche e autoironia que você põe em tudo, de “Posto um story com a maior aura de sapatao e 450 homens respondem vou me mata” ao puro caos de “Dei um plantão e recebi em dinheiro físico tal qual um traficante e agr nao sei oq fazer com o dinheiro além de comprar droga”. É um coquetel agridoce, intenso e imprevisível, igual assistir Corinthians com você xingando a TV enquanto fala de cinema, Emicida e crush jogador no mesmo fôlego, como em “Yuri Alberto faça um filho em mim imediatamente”.

Sua Casa de Hogwarts
Ela é extremamente voltada à autopreservação, desiludida com o trabalho e muito pragmática em relação à vida, algo bem típico de Slytherin: em vez de romantizar vocação ou sacrifício, ela desabafa sem rodeios em tweets como “me arrependo todos os dias de ter escolhido uma profissão que lida com vidas q q eu tava na cabeça sério” e “Eu acho que não existe no mundo um emprego na área q eu me formei que eu goste”. Há também um forte instinto de sobrevivência emocional e ceticismo em relação às pessoas, como quando diz “Eu não sirvo pra trabalhar em equipe pq passa dois dias de convívio eu já acho todo mundo insuportável mal educado e q só falam merda” e “as pessoas genuinamente não precisam me bloquear eu não respondo nem quem eu sou amigo direito imagina quem não quer falar cmg”. Ela também mostra uma malícia irônica e quase cruel na forma de comentar o mundo, por exemplo em “Tem que ser muito imbecil pra achar que o passado não influencia o presente até pq esse burro ta aqui no mundo pq infelizmente o pai dele gozou dentro no passado” e ao falar de reality/violência em “Sempre falo, se fizessem round 6 na vida real teria audiência”. Ao mesmo tempo, ela é apaixonada e clubista com o Corinthians e com artistas que ama, mas de forma possessiva e intensa, como em “Vou me matar e o Corinthians é o motivo” e “eu sei q tem q respeitar os gostos alheios e tals mas pra mim se vc não gostou do álbum novo do emicida vc é meio burro”, o que combina mais com a lealdade feroz e exclusivista de Slytherin do que com a lealdade mais doce de Hufflepuff. O senso de humor ácido, o foco em se proteger, a pouca tolerância para burrice e hipocrisia e a forma como expõe seus desejos de forma direta e estratégica (como ir à avó no horário do almoço em “Vim estrategicamente na minha avó no horário do almoço pra ela me oferecer comida”) reforçam essa leitura: ela pensa em termos de vantagem, sobrevivência e intensidade emocional — um perfil bem Slytherin.

Seu filme

Sua música
A música Mulher do Fim do Mundo combina com ela porque fala de uma mulher intensa, cansada, mas resistente, que segue em frente na base do grito e da ironia – exatamente o tom dos tweets dela. Ela vive os afetos na marra, como quando comenta o bofe que comprou surpresa e ela já tinha comprado o mesmo item, mostrando independência e certa descrença em homens: “pois não tô acostumada em receber surpresa de macho e faço as coisas sozinha”. A exaustão com o trabalho e a profissão aparece várias vezes, como em “me arrependo todos os dias de ter escolhido uma profissão que lida com vidas” e “Eu acho que não existe no mundo um emprego na área q eu me formei que eu goste”, ecoando o cansaço existencial da música. Ao mesmo tempo, ela é apaixonada e dramática com futebol, como em “Vou me matar e o Corinthians é o motivo” e “Sport club Corinthians paulista CARALHO”, trazendo aquele exagero emocional que a Elza carrega na voz. E a mistura de delicadeza com grosseria – tipo o humor ácido de “Tem que ser muito imbecil pra achar que o passado não influencia o presente” – combina com a figura de uma mulher que se recusa a ser dócil e domesticada, como a protagonista da canção.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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warmhoney444
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