
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A melhor correspondência é a Lisa Simpson: intelectual, obcecada por conhecimento e ao mesmo tempo muito emocional e crítica do mundo. A conta vive mergulhada em estudos ultra-específicos de história, línguas e religião antiga, como em “alguém avisa pra dimi NÃO hiperfocar em tratados matemáticos cuneiformes do período paleobabilônio 😥” e em fios eruditos como “nimrod, filho de cuxe, neto de cam e bisneto de noé, é descrito na bíblia hebraica como o primeiro poderoso na terra...”, bem no espírito nerd da Lisa. Ao mesmo tempo, é politizada, crítica e debochada com academia e esquerda, como em “fun fact eu ja fui esquerda boitempo no meu primeiro ano da graduação ☝🏾🤓” e “o meu lado história moderna”. Também há um lado sensível, poético e melancólico, típico da Lisa, em posts como “who can say where the road goes? where the day flows? only time” e o uso de poesia em “EPITÁFIO rosa, ó pura contradição...”. Por fim, o contraste entre alta cultura (Rilke, Enya, assiriologia) e o humor horny/caótico, como em “dois gole de álcool e eu to pra sentar na cara da primeira pessoa q aparecer na minha frente”, lembra muito a forma como Lisa oscila entre idealismo sério e caos emocional adolescente.

Seu tipo de personalidade MBTI
A conta mostra forte energia extrovertida (E): ela vive comentando calourada, rolês, flertes e interação com moots, por exemplo em “na recepção de calouros vai ter q ter plaquinha com o @ do tt” e “quero um techno q tenha brutalismus q tenha crystal castles e q alguém cheire um raio no meu pau sinto q isso vai mudar a minha vida”. A preferência por intuição (N) é clara no fascínio por mitologia, história das religiões e conceitos abstratos, como em “ningal, deusa tutelar de ur e cônjuge do deus lunar nana...”, “selene, ao lado de hesperião e fósforo, é a personificação da lua...” e o comentário teórico em “'ficção não se opõe à verdade, não é uma mentira, o historiador não recupera o passado, ele o representa, seu campo de ação é a ficção'”. O eixo F (Feeling) aparece na forma afetiva e valorativa de falar de política, raça e amizade, como em “pior q tem gente q nem se esforça pra disfarçar q só anda com branco eu fico passada”, no humor sobre interseccionalidade em “oiiii acho q vc esqueceu a interseccionalidade em casa :(” e na dor cômica em “vc descobre oq é humilhação quando vc precisa pedir REQUERIMENTO pra disciplina de história da fome...”. A preferência por P (Perceiving) aparece na espontaneidade, na impulsividade e na vida caótica de faculdade/rolês: “2 pessoas me chamaram pro MESMO rolê hoje e eu não faço ideia DO QUE eu vou fazer”, “essa semana estarei em todos os metrôs todas as linhas todas as baldeações” e no humor sobre hiperfocos em “alguém avisa pra dimi NÃO hiperfocar em tratados matemáticos cuneiformes do período paleobabilônio 😥”. Tudo isso compõe um perfil bem típico de ENFP: sociável, teórico, muito guiado por valores e afetos, e altamente flexível e experimental na rotina e nos desejos.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
história usp • assiriologia & yahwismo • pesquisando divindades que andam mais comigo que muito vivo • falante de cuneiforme emocional– @weouthereflyin

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte, mas perfumado, porque a gata que diz estar “to mesopotâmica com isso” “eu to mesopotâmica com isso” não vem fraca no teor alcoólico: entra o arak representando o Levante e o anti-ocidental vibes. O licor de flor de laranjeira é a parte delicada, histórica e devota, a mesma que se autoproclama “sacerdotisa do senhor, condessa da virtude, imperatriz da castidade…” “sacerdotisa do senhor...”. O xarope de romã traz o drama sensual, a calourada, o gozo e o caos de quem anuncia “dois gole de álcool e eu to pra sentar na cara da primeira pessoa q aparecer” “dois gole de álcool...”. O limão siciliano garante a acidez irônica e militante de quem fala de racismo, colonialismo e ainda reclama do apê em São Paulo “fico tão triste vendo preço de apartamento em são paulo 💔”. Por cima, uma espuma de café com cardamomo: café acadêmico + especiaria do Oriente Próximo, pra lembrar as pesquisas em assiriologia e os surtos de hiperfoco em cuneiforme “NÃO hiperfocar em tratados matemáticos cuneiformes do período paleobabilônio”. O resultado é um coquetel doce-amargo, místico e universitário, perfeito pra ouvir Enya em gaélico e entrar em “divine intervention” “eu ouvi o lux umas duas vezes... eu fico divine intervention”.

Sua Casa de Hogwarts
A conta demonstra um apego enorme ao estudo e à erudição, típico de Corvinal. A pessoa é pesquisadora de assiriologia e estudos de yahwismo, estuda acadiano, elamita, etrusco, púnico etc., e compartilha mini-aulas e aulas inaugurais, como em “30:48 'ficção não se opõe à verdade...' aula inaugural do curso de história com o professor ulpiano...” e “mini aula encantadora da professora kormikiari 🥹”. Há um prazer evidente em explicações detalhadas e didáticas sobre religiões e mitologias antigas, por exemplo em “hator em coluna do templo egípcio de dendera seu papel de deusa mãe...”, “lamelas de pirgos (c. 500 aec) com inscrições etruscas e púnicas...”, “ruínas de tigranocerta de artsaque...”, “inscrição de silaque insusinaque de susa (1140 aec)...” e “ningal, deusa tutelar de ur...”. Além disso, há hiperfoco acadêmico autodeclarado em temas complexos, como em “alguém avisa pra dimi NÃO hiperfocar em tratados matemáticos cuneiformes do período paleobabilônio 😥”, sinal de curiosidade intelectual intensa. Mesmo nos momentos de humor ou militância, o vocabulário é cheio de referências literárias e teóricas, como em “noite curante com minha amiga felipe servimos nossa foucault q teoria subversiva xenofeminismos plurais” e na citação de Rilke em “EPITAPHIUM rose, oh reiner widerspruch...”, reforçando o amor à leitura e à reflexão. Há traços de coragem política e deboche (grifinórios e sonserinos apreciariam), mas o núcleo da identidade online gira em torno de conhecimento, teoria, linguagens antigas e prazer em aprender e ensinar — o coração de um corvino clássico.

Seu filme

Sua música
A música Gods & Monsters combina bem com a mistura de erotismo explícito, niilismo irônico e religiosidade imagética que atravessa o perfil. Eles mesmos citam diretamente o trecho central da música em um tweet: “no one's gonna take my soul away i'm living like jim morrison headed towards a fucked up holiday motel sprees sprees and i'm singing fuck yeah give it to me this is heaven what i truly want it's innocence lost innocence lost”, o que já aponta para uma identificação estética forte. A persona online oscila entre o sagrado e o profano, como em “sacerdotisa do senhor, condessa da virtude, imperatriz da castidade, dama da luz eterna…” e posts hipersexualizados como “dois gole de álcool e eu to pra sentar na cara da primeira pessoa q aparecer na minha frente”, o que ecoa a tensão da música entre céu e decadência. Além disso, o fascínio por mitologia, religiões antigas e figuras divinas em tweets sobre Hator, Ningal, Ba'al Hammon e Nimrod reforça o clima de "anjos caídos" e iconografia religiosa distorcida típico da faixa. Essa combinação de alta cultura, excessos, humor ácido e uma ponta de melancolia faz de Gods & Monsters um encaixe quase literal para a forma como @weouthereflyin performa sua subjetividade online.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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weouthereflyin
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